Cordeiro de Roupinha
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Últimas opiniões enviadas

  • Cordeiro de Roupinha
    5 meses atrás

    eu tava assistindo frankstein e tem uma cena que o Victor corta uma perna para montar o frankstein. Será que é capaz de uma das piadas dos apresentadores do Oscar seria associar essa cena da perna do frankstein com a perna cabeluda de Agente secreto? isso é possível ou eu to sonhando demais? kkk Se isso acontecer, saibam que eu adivinhei kkk Tem também o filme "Se eu tivesse PERNAS, eu te chutaria"

    editado
  • Cordeiro de Roupinha
    5 meses atrás

    Poxa, tecnicamente a série é ótima, mas fiquei meio decepcionado. A Carol é a única personagem que parece real..... o resto soa como figurante. Não senti sinergia no que queriam contar. Sei que a proposta da série é justamente mostrar essa personagem como a isolada no meio de tudo, mas ela acaba não conseguindo sustentar sozinha todo o drama.

    editado
  • Cordeiro de Roupinha
    6 meses atrás

    O filme se propõe a ser um daqueles road movies contemplativos, de ritmo lento, em que “nada acontece”. Ainda assim, é justamente nas suas quebras de tom (e eu realmente fiquei surpreso com o quão inesperadas e aleatórias essas rupturas foram, haha), que Sirât encontra um certo destaque.

    Mesmo assim, não é um filme que agrada completamente. As paisagens do deserto marroquino são belíssimas, e há bons momentos de trilha sonora, mas o que predomina é uma constante sensação de vazio.... embora esse vazio pareça fazer parte do próprio conceito (Afinal, estamos em um deserto, e o deserto também é uma metáfora desse vazio), ainda sim os diálogos não se mostram envolventes.

    Além dos momentos inesperados, o ponto mais forte talvez seja a mensagem: a busca como um desejo de controlar a ausência sentida. Um controle que não existe e só faz o personagem se perder ainda mais no deserto e dentro de si mesmo.

    Pois a vida é incerta, uma melodia aleatória, imprevisível. Um ruído intenso que não se escuta, apenas se sente e se dança. A vida é uma dança que só pode ser feita no próprio ritmo, porque ninguém conhece, de fato, o caminho do outro, nem como ele conseguiu se mover e desviar das tragédias que a vida esconde em seus caminhos explosivos....

  • Bárbara 2 anos atrás

    Oi, Ada! kk

  • Karina Duarte 3 anos atrás

    Wow! thats so nice, Cordeiro de Roupinha. Obrigada pelo recado, eu nem sabia que meu comentário tinha se destacado assim.

  • Donny 3 anos atrás

    Eu terminei carinha.