Montse, divorciada e com dois filhos que há muito a ignoram, está se preparando para uma reunião de família em sua casa na Costa Brava. Nada, absolutamente nada, a impedirá de aproveitar um último fim de semana com sua família.
Casa en flames é uma comédia trágica brilhante que cutuca a ferida das relações familiares com luvas de pelica. Ele nos lembra que, às vezes, o amor familiar pode se tornar uma força sufocante e destrutiva quando misturado com o egoísmo. Com ótimas atuações, uma direção segura e um humor negro refinado, é um dos grandes destaques do cinema europeu recente e um prato cheio para quem gosta de dramas familiares intensos e desprovidos de sentimentalismo barato.
Filmes sobre encontros familiares ou férias em família costumam chamar minha atenção, especialmente quando possuem parábolas meio psicológicas envolvidas — e com este não foi diferente, utilizando-se da psicologia da Gestalt e jogos mentais como ferramentas para explorar aspectos dos personagens, achei que trouxe uma boa construção de diálogos (tenho a impressão de que filmes em espanhol sempre são muito realistas nesse sentido).
Cada personagem tem algo a esconder e uma posição no grupo, e o modo como o clima de tensão em torno dessa família disfuncional se desenvolve aos poucos foi interessante (Há uma cena que se passa no avião, por exemplo, que sentimos na pele a tensão envolvida, haha).
É uma mistura de comédia realista com uma carga melancólica. Não sei, foi um filme que me deixou com um sentimento profundo ao terminar. Recomendo
Sofrência da classe média rs.... mas gostei da história.
Casa en flames é uma comédia trágica brilhante que cutuca a ferida das relações familiares com luvas de pelica. Ele nos lembra que, às vezes, o amor familiar pode se tornar uma força sufocante e destrutiva quando misturado com o egoísmo. Com ótimas atuações, uma direção segura e um humor negro refinado, é um dos grandes destaques do cinema europeu recente e um prato cheio para quem gosta de dramas familiares intensos e desprovidos de sentimentalismo barato.
Assisti isso nos dias das mães. Bateu diferente e não tão diferente. Maternidade é um lugar cheio de romantização porque é hercúleo.
Nota 9!
Filmes sobre encontros familiares ou férias em família costumam chamar minha atenção, especialmente quando possuem parábolas meio psicológicas envolvidas — e com este não foi diferente, utilizando-se da psicologia da Gestalt e jogos mentais como ferramentas para explorar aspectos dos personagens, achei que trouxe uma boa construção de diálogos (tenho a impressão de que filmes em espanhol sempre são muito realistas nesse sentido).
Cada personagem tem algo a esconder e uma posição no grupo, e o modo como o clima de tensão em torno dessa família disfuncional se desenvolve aos poucos foi interessante (Há uma cena que se passa no avião, por exemplo, que sentimos na pele a tensão envolvida, haha).
É uma mistura de comédia realista com uma carga melancólica.
Não sei, foi um filme que me deixou com um sentimento profundo ao terminar. Recomendo
Impossível não ligar para sua mãe depois do filme. Ainda sim, esperava mais.