eu tava assistindo frankstein e tem uma cena que o Victor corta uma perna para montar o frankstein. Será que é capaz de uma das piadas dos apresentadores do Oscar seria associar essa cena da perna do frankstein com a perna cabeluda de Agente secreto? isso é possível ou eu to sonhando demais? kkk Se isso acontecer, saibam que eu adivinhei kkk Tem também o filme "Se eu tivesse PERNAS, eu te chutaria"
O filme se propõe a ser um daqueles road movies contemplativos, de ritmo lento, em que “nada acontece”. Ainda assim, é justamente nas suas quebras de tom (e eu realmente fiquei surpreso com o quão inesperadas e aleatórias essas rupturas foram, haha), que Sirât encontra um certo destaque.
Mesmo assim, não é um filme que agrada completamente. As paisagens do deserto marroquino são belíssimas, e há bons momentos de trilha sonora, mas o que predomina é uma constante sensação de vazio.... embora esse vazio pareça fazer parte do próprio conceito (Afinal, estamos em um deserto, e o deserto também é uma metáfora desse vazio), ainda sim os diálogos não se mostram envolventes.
Além dos momentos inesperados, o ponto mais forte talvez seja a mensagem: a busca como um desejo de controlar a ausência sentida. Um controle que não existe e só faz o personagem se perder ainda mais no deserto e dentro de si mesmo.
Pois a vida é incerta, uma melodia aleatória, imprevisível. Um ruído intenso que não se escuta, apenas se sente e se dança. A vida é uma dança que só pode ser feita no próprio ritmo, porque ninguém conhece, de fato, o caminho do outro, nem como ele conseguiu se mover e desviar das tragédias que a vida esconde em seus caminhos explosivos....
Não é um filme que eu recomendo se você estiver meio bad. Por ser um filme independente, é muito bem feito e bem editado. Achei muito legal como ele é todo focado no cachorro. Por exemplo, os rostos humanos aparecem sempre meio nas sombras ou só as pernas, tipo nos desenhos do Charlie Brown, haha. O Au Au está realmente maravilhoso no filme, e as cenas com ele são bem ousadas de serem filmadas, o cachorro realmente merece um Oscar pela atuação haha
Eu gostei, mas é daqueles filmes de arte mais introspectivos, que exigem estar no clima certo pra assistir. Há uma analogia interessante por trás de toda a narrativa, que é mais importante do que os próprios diálogos, que são bem poucos.
Acredito que a principal analogia do filme é sobre a dor de permanecer e cuidar de alguém doente, mas essa leitura pode facilmente se expandir para temas como o luto. Ao longo da história, vemos o cachorro sentir a dor e o medo da morte que seu dono sente, quase como se compartilhassem o mesmo sofrimento.
No final do filme, quando o dono diz para o Indy que é tarde demais para salvá-lo e manda o cachorro ficar, em vez de ir atrás, interpreto essa cena como um pedido simbólico para que ele não o acompanhe na escuridão da morte, mas sim continue vivendo e siga em direção à luz e sua as escadas.
O filme inteiro funciona como uma alegoria sobre o luto e as decisões que os sobreviventes precisam tomar para seguir em frente. Paralelamente, o outro cachorro morto, aquele com a bandana, passou pela mesma experiência que o Indy, mas não conseguiu escolher partir. Ele ficou, não só naquele porão mas preso à dor e ao sofrimento de seu dono, no caso, o avô.
Ser reprovado? Eles fizeram tudo errado, sendo que a proposta do teste era tão óbvia! Hahaha. Eles já se estressaram no primeiro dia! Custava ajeitar o brinquedo conforme as instruções, mesmo que passasse do tempo? Se estavam atuando e sabiam que aquela avaliadora era maluca, mas dedicada ao trabalho, por que não a protegeram do mar como se fosse uma criança de verdade? Custava falar: "menina, o mar é perigoso!"?
E por que o pai transou com a própria filha?! Eles também não se ajudaram, né? Estava escancarada a intenção do teste, e mesmo assim foram tão burros... O pior é ver eles chocados no final, como se tivessem sido perfeitos! Hahaha. Achei uma piada, porque eles não fizeram nem o básico. Não mereciam cuidar nem de um adulto....quanto mais de uma criança!
Filmes sobre encontros familiares ou férias em família costumam chamar minha atenção, especialmente quando possuem parábolas meio psicológicas envolvidas — e com este não foi diferente, utilizando-se da psicologia da Gestalt e jogos mentais como ferramentas para explorar aspectos dos personagens, achei que trouxe uma boa construção de diálogos (tenho a impressão de que filmes em espanhol sempre são muito realistas nesse sentido).
Cada personagem tem algo a esconder e uma posição no grupo, e o modo como o clima de tensão em torno dessa família disfuncional se desenvolve aos poucos foi interessante (Há uma cena que se passa no avião, por exemplo, que sentimos na pele a tensão envolvida, haha).
É uma mistura de comédia realista com uma carga melancólica. Não sei, foi um filme que me deixou com um sentimento profundo ao terminar. Recomendo
Bom documentário, relembraram as melhores cenas e as polêmicas. Destaque para as frases da Kate, ficaram ótimas (apesar de ela nunca ter visto o final da série). Mas o pior ainda é a Penny, que nunca nem assistiu nada, haha. Mas foi emocionante relembrar a importância que a série teve.
As situações são tão absurdas e divertidas, uma verdadeira montanha-russa de caos e desconforto, com um toque de comédia. Amei o filme, amei os capangas. Muito bom! Vai para meus favoritos com certeza
O Competidor (2023) é um documentário dramático que narra a impressionante história de um participante de um reality show japonês. Um humorista que foi confinado em uma sala por mais de um ano, completamente nu, com a tarefa de preencher sorteios de revistas para ganhar comida e roupas, aparentemente sem nenhum contato com o mundo exterior.
Acho que o diferencial do filme está em seu olhar sobre o lado obscuro dos primeiros reality shows. Eu lembro que nos primórdios da internet, era comum nos depararmos com vídeos de desafios japoneses bizarros e tal, mas raramente sabíamos o que realmente estava por trás deles.
Este documentário mergulha nesse contexto, mostrando um cenário anterior à popularização global dos reality shows, que só começariam a ganhar força mais tarde. Curiosamente, O Show de Truman, lançado no mesmo ano, abordaria esse tema, embora de uma forma fictícia. Fico imaginando como o Competidor explora algo próximo de como seria o final de O Show de Truman, caso o protagonista tivesse que lidar com um retorno à realidade, após servir de entretenimento para as pessoas que assistiam ao seu show.
Só achei o comportamento do humorista protagonista um pouco exagerado (talvez algo cultural japonês, isso não sei dizer, haha). No entanto, isso não significa que ele tenha aceitado passivamente todas as condições impostas pelo programa. É exatamente essa dualidade que o documentário parece querer destacar: a complexidade entre consentimento, exploração e entretenimento.
Muito louca a cena que ela vê refletida e distorcida na maçaneta, evocando memórias de insegurança com as quais muitos podem se identificar (eu incluso)
Gosto bastante dessas premissas de filmes que nos colocam em situações inusitadas, algo bem Black Mirror, com uma crítica embutida. E acompanhar a mesma personagem em dois corpos diferentes foi bastante divertida de se ver, embora É preciso claro, não levar tanto para o lado científico da coisa, já que a história é uma espécie de “conto de fadas sombrio” (inclusive Em uma cena, a mente e o corpo dela estão tão perturbados que ela se comporta como uma bruxa má, olhando para uma princesa através de um espelho mágico e fazendo um feitiço para acabar com a sua boa energia da sua "melhor versão".). O atendente responsável pela conexão dela com a empresa que realizava o tratamento médico, soava por exemplo como um narrador, uma voz na cabeça dela lhe informando sobre o equilibrio e limites do seu poprio cropo também.
O gore em algumas partes pode parecer exagerado e até repulsivo. Foi uma experiência realmente diferente e considero que a história merece ser assistida e discutida.
Bem ruim, essa coisa do FBI ficar achando que a coisa toda não é real e sim sobrenatural não fez o menor sentido, muito terror clichê com bonecos e tal, não vi nada diferente ou bem construído, achei meio nada a ver os diálogos e ações, o senso crítico pra filme de terror das pessoas tá meio desregulado
Achei bem interessante, eu particularmente adoro esse tipo de filme. São bem escritos, estranhos, uma espécie de fábula no mundo real, que faz jus não só ao filme mais recente desse diretor, Pobres Criaturas, mas também a esse gênero. Eu, que gosto de filmes como Tokyo!,Happiness, Relatos Selvagens, entre outras antologias nesse estilo, gostei bastante. O que mais gosto nesse tipo de história é a capacidade de nos surpreenderem quando menos se espera, a comédia ácida e a maneira como cada história se conecta. Costumam falar muito sobre relacionamentos e condições humanas, e não é diferente neste caso. Na primeira história, o filme fala muito sobre a influência abrangente das corporações na vida pessoal. Na segunda, as fantasias que criamos sobre as pessoas nos relacionamentos, especialmente quando construímos uma versão idealizada de alguém em nossas mentes, e terceira a complexa relação entre fé e comunidade, usando um culto como metáfora para sistemas de crença organizados. O filme é longo mas nem senti o tempo passar de tão imerso que ficamos...
Enfim, é um daqueles filmes para identificar os simbolismos, especialmente nas repetições dos personagens , objetos e temáticas entre as três histórias. (de brinde uma cena pós créditos para causar ainda mais confusão na nossa mente)
Nota simbólica: 8/10
Doces sonhos são feitos disso Quem sou eu para discordar? Eu viajei pelo mundo e pelos sete mares Todo mundo está procurando alguma coisa Alguns deles querem te usar Alguns deles querem ser usados por você Alguns deles querem abusar de você Alguns deles querem ser abusados
Meu Deus haha acho que o diferencial do filme é o fato de se passar em uma apresentação musical, fazendo referência às artistas pop que vemos atualmente na mídia. A cantora no filme é uma espécie de mistura de Taylor Swift com Ariana Grande, e essas semelhanças são intencionalmente destacadas para comentar sobre como essas cantoras têm inaugurado uma "nova era de interação individual com os fãs".
É o tipo de filme que amo e odeio. O diretor Shyamalan cria situações em seus filmes e tende a se apegar excessivamente ao elemento mágico e surreal, o que acaba deixando o senso de realidade em segundo plano. Diversas vezes me vi questionando se aquela situação realmente fazia sentido, embora em outras eu tentasse simplesmente aceitar o que estava acontecendo. Mesmo assim, o filme é divertido; há tantas situações absurdas e engraçadas que servem de entretenimento.
Mas uma coisa é certa: Shyamalan é realmente ousado com suas ideias. No final do filme, a trama estava tão aleatória que pensei que ele poderia se conectar à trilogia do "Corpo Fechado". E, pelo final, realmente há espaço para ele interligar os filmes ainda. Não duvido mais de nada.
Não achei um filme feito com carinho, muito comercial, dá pra ver que estavam só fazendo qualquer coisa mesmo. Colocam a ideia de que ela quer comer pizza, um gatinho, cenas nada empolgantes e forçadas e pronto. Até o parte II ainda tem uma elaboração melhor.
É basicamente uma história leve e simples de comédia que tenta adaptar o gênero de ação (algo meio "Missão Impossível") à realidade dos octogenários. Pode ser às vezes bobo, mas também acaba sendo fofo e sentimental, especialmente por tratar do tema da velhice e das dificuldades enfrentadas pelos idosos com as novas tecnologias.
Como diria Mia, "Eu amo minha vó, muitas saudades da minha vó."
Gostei do mistério e de como as coisas vão se desenrolando. Através de uma realidade utópica criminal (uma espécie de política pública daquela realidade), o filme explora temas de tecnologia, biologia, condição humana e decadência moral da elite. É uma crítica direta à busca incessante por prazer e imortalidade sem consideração pelas consequências morais e éticas.
Tudo é feito meio como alegorias, então é preciso estar atento para perceber as camadas que o filme quer explorar. Extrapola um pouco no gore em algumas partes (esse diretor tem dessas coisas), mas as metáforas a nossa realidade dão substância ao filme e tal. Acho que vale a pena por isso.
É muito legal como o filme não tem vilões. Tanto as emoções quanto os personagens da "realidade" estão apenas vivendo. Todos os vilões são apenas projeções distorcidas da própria Riley. O filme ficou muito bem feito, e gostei muito de pensar sobre o que sentimos dentro da gente.
Quero muito ver os próximos filmes, acho que quando ela começar a ir em um psicólogo (com certeza os roteiristas vão colocar ela indo em um) vai ficar bem interessante e complexo.
Eu considero esses três filmes uma "trilogia acidental" (chamo assim pois os filmes se conversam de uma maneira bem abrupta, haha. Para mim, o melhor continua sendo "Pearl").
Já este "MaXXXine" é meio que uma continuação mais direta do filme "X" (2023), enquanto resgata, de tabela, um sentimento ou sonho perdido de "Pearl" através da personagem Maxxxine.
Não é ruim, mas também não é exatamente perfeito. As músicas dos anos 80 e a homenagem ao horror são ótimas, além de todo o desenvolvimento criminal urbano, aquela coisa meio Breaking Bad de ser que inclui personagens como advogados e atividades criminosas ocorrendo em locais obscuros e abandonados. Mas, já que era para brincar com nossa memória em relação aos filmes anteriores, talvez pudesse acabar com um discurso ou monólogo mais impactante e próximo do que nos fez gostar da atriz e de "Pearl". Inclusive, não faltam oportunidades para isso no final do filme, que, apesar de estar conectada com o filme "X", pode soar até anticlimática para alguns, quase como um episódio do Scooby-Doo
Todo filme dele tem algo fantasioso (até Os observadores da filha dele vai pra esse lado), será que esse será totalmente realista? Espero que não, essa coisa do surreal que faz os filmes deles serem atrativos
Sei lá, um bom filme, talvez um pouco melancólico....mas ultimamnte eu to com a impressão que alguns filmes da A24 são feitos para serem vazados na internet e tão mais com cara de algoritmo que a propria netflix, é muito feito para se identificar e com cores atrativas, eu sempre fico com a sensação de gostar mas ao mesmo tempo me sinto enganado..."ok, já entendi que vc ta tentando se comunicar com um público jovem específico...."
Dá pra ver que é um filme dessa atriz, pois os filmes dela tem um clima e perspectiva meio "gênero feminino", juntando um pouco de humor e desconforto de um jeito que a tensão vai escalando. Mas esse achei mediano, não é no nível Shiva Baby
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista Agoraeu tava assistindo frankstein e tem uma cena que o Victor corta uma perna para montar o frankstein. Será que é capaz de uma das piadas dos apresentadores do Oscar seria associar essa cena da perna do frankstein com a perna cabeluda de Agente secreto? isso é possível ou eu to sonhando demais? kkk Se isso acontecer, saibam que eu adivinhei kkk Tem também o filme "Se eu tivesse PERNAS, eu te chutaria"
Sirāt
3.4 186 Assista AgoraO filme se propõe a ser um daqueles road movies contemplativos, de ritmo lento, em que “nada acontece”. Ainda assim, é justamente nas suas quebras de tom (e eu realmente fiquei surpreso com o quão inesperadas e aleatórias essas rupturas foram, haha), que Sirât encontra um certo destaque.
Mesmo assim, não é um filme que agrada completamente. As paisagens do deserto marroquino são belíssimas, e há bons momentos de trilha sonora, mas o que predomina é uma constante sensação de vazio.... embora esse vazio pareça fazer parte do próprio conceito (Afinal, estamos em um deserto, e o deserto também é uma metáfora desse vazio), ainda sim os diálogos não se mostram envolventes.
Além dos momentos inesperados, o ponto mais forte talvez seja a mensagem: a busca como um desejo de controlar a ausência sentida. Um controle que não existe e só faz o personagem se perder ainda mais no deserto e dentro de si mesmo.
Pois a vida é incerta, uma melodia aleatória, imprevisível. Um ruído intenso que não se escuta, apenas se sente e se dança. A vida é uma dança que só pode ser feita no próprio ritmo, porque ninguém conhece, de fato, o caminho do outro, nem como ele conseguiu se mover e desviar das tragédias que a vida esconde em seus caminhos explosivos....
Bom Menino
2.8 158 Assista AgoraNão é um filme que eu recomendo se você estiver meio bad. Por ser um filme independente, é muito bem feito e bem editado. Achei muito legal como ele é todo focado no cachorro. Por exemplo, os rostos humanos aparecem sempre meio nas sombras ou só as pernas, tipo nos desenhos do Charlie Brown, haha. O Au Au está realmente maravilhoso no filme, e as cenas com ele são bem ousadas de serem filmadas, o cachorro realmente merece um Oscar pela atuação haha
Eu gostei, mas é daqueles filmes de arte mais introspectivos, que exigem estar no clima certo pra assistir. Há uma analogia interessante por trás de toda a narrativa, que é mais importante do que os próprios diálogos, que são bem poucos.
Acredito que a principal analogia do filme é sobre a dor de permanecer e cuidar de alguém doente, mas essa leitura pode facilmente se expandir para temas como o luto. Ao longo da história, vemos o cachorro sentir a dor e o medo da morte que seu dono sente, quase como se compartilhassem o mesmo sofrimento.
No final do filme, quando o dono diz para o Indy que é tarde demais para salvá-lo e manda o cachorro ficar, em vez de ir atrás, interpreto essa cena como um pedido simbólico para que ele não o acompanhe na escuridão da morte, mas sim continue vivendo e siga em direção à luz e sua as escadas.
O filme inteiro funciona como uma alegoria sobre o luto e as decisões que os sobreviventes precisam tomar para seguir em frente. Paralelamente, o outro cachorro morto, aquele com a bandana, passou pela mesma experiência que o Indy, mas não conseguiu escolher partir. Ele ficou, não só naquele porão mas preso à dor e ao sofrimento de seu dono, no caso, o avô.
A Avaliação
3.5 156 Assista AgoraAff, vocês não acharam que esse casal chato merecia mesmo....
Ser reprovado? Eles fizeram tudo errado, sendo que a proposta do teste era tão óbvia! Hahaha. Eles já se estressaram no primeiro dia! Custava ajeitar o brinquedo conforme as instruções, mesmo que passasse do tempo? Se estavam atuando e sabiam que aquela avaliadora era maluca, mas dedicada ao trabalho, por que não a protegeram do mar como se fosse uma criança de verdade? Custava falar: "menina, o mar é perigoso!"?
E por que o pai transou com a própria filha?! Eles também não se ajudaram, né? Estava escancarada a intenção do teste, e mesmo assim foram tão burros... O pior é ver eles chocados no final, como se tivessem sido perfeitos! Hahaha. Achei uma piada, porque eles não fizeram nem o básico. Não mereciam cuidar nem de um adulto....quanto mais de uma criança!
Uma Casa em Chamas
2.9 5 Assista AgoraFilmes sobre encontros familiares ou férias em família costumam chamar minha atenção, especialmente quando possuem parábolas meio psicológicas envolvidas — e com este não foi diferente, utilizando-se da psicologia da Gestalt e jogos mentais como ferramentas para explorar aspectos dos personagens, achei que trouxe uma boa construção de diálogos (tenho a impressão de que filmes em espanhol sempre são muito realistas nesse sentido).
Cada personagem tem algo a esconder e uma posição no grupo, e o modo como o clima de tensão em torno dessa família disfuncional se desenvolve aos poucos foi interessante (Há uma cena que se passa no avião, por exemplo, que sentimos na pele a tensão envolvida, haha).
É uma mistura de comédia realista com uma carga melancólica.
Não sei, foi um filme que me deixou com um sentimento profundo ao terminar. Recomendo
Getting LOST
3.6 3Bom documentário, relembraram as melhores cenas e as polêmicas. Destaque para as frases da Kate, ficaram ótimas (apesar de ela nunca ter visto o final da série). Mas o pior ainda é a Penny, que nunca nem assistiu nada, haha. Mas foi emocionante relembrar a importância que a série teve.
Anora
3.4 1,2K Assista AgoraAs situações são tão absurdas e divertidas, uma verdadeira montanha-russa de caos e desconforto, com um toque de comédia. Amei o filme, amei os capangas. Muito bom! Vai para meus favoritos com certeza
O Competidor
3.6 3O Competidor (2023) é um documentário dramático que narra a impressionante história de um participante de um reality show japonês. Um humorista que foi confinado em uma sala por mais de um ano, completamente nu, com a tarefa de preencher sorteios de revistas para ganhar comida e roupas, aparentemente sem nenhum contato com o mundo exterior.
Acho que o diferencial do filme está em seu olhar sobre o lado obscuro dos primeiros reality shows. Eu lembro que nos primórdios da internet, era comum nos depararmos com vídeos de desafios japoneses bizarros e tal, mas raramente sabíamos o que realmente estava por trás deles.
Este documentário mergulha nesse contexto, mostrando um cenário anterior à popularização global dos reality shows, que só começariam a ganhar força mais tarde. Curiosamente, O Show de Truman, lançado no mesmo ano, abordaria esse tema, embora de uma forma fictícia.
Fico imaginando como o Competidor explora algo próximo de como seria o final de O Show de Truman, caso o protagonista tivesse que lidar com um retorno à realidade, após servir de entretenimento para as pessoas que assistiam ao seu show.
Só achei o comportamento do humorista protagonista um pouco exagerado (talvez algo cultural japonês, isso não sei dizer, haha). No entanto, isso não significa que ele tenha aceitado passivamente todas as condições impostas pelo programa. É exatamente essa dualidade que o documentário parece querer destacar: a complexidade entre consentimento, exploração e entretenimento.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraMuito louca a cena que ela vê refletida e distorcida na maçaneta, evocando memórias de insegurança com as quais muitos podem se identificar (eu incluso)
Gosto bastante dessas premissas de filmes que nos colocam em situações inusitadas, algo bem Black Mirror, com uma crítica embutida. E acompanhar a mesma personagem em dois corpos diferentes foi bastante divertida de se ver, embora É preciso claro, não levar tanto para o lado científico da coisa, já que a história é uma espécie de “conto de fadas sombrio” (inclusive Em uma cena, a mente e o corpo dela estão tão perturbados que ela se comporta como uma bruxa má, olhando para uma princesa através de um espelho mágico e fazendo um feitiço para acabar com a sua boa energia da sua "melhor versão".). O atendente responsável pela conexão dela com a empresa que realizava o tratamento médico, soava por exemplo como um narrador, uma voz na cabeça dela lhe informando sobre o equilibrio e limites do seu poprio cropo também.
O gore em algumas partes pode parecer exagerado e até repulsivo. Foi uma experiência realmente diferente e considero que a história merece ser assistida e discutida.
Longlegs: Vínculo Mortal
3.2 938 Assista AgoraBem ruim, essa coisa do FBI ficar achando que a coisa toda não é real e sim sobrenatural não fez o menor sentido, muito terror clichê com bonecos e tal, não vi nada diferente ou bem construído, achei meio nada a ver os diálogos e ações, o senso crítico pra filme de terror das pessoas tá meio desregulado
Tipos de Gentileza
3.2 247Achei bem interessante, eu particularmente adoro esse tipo de filme. São bem escritos, estranhos, uma espécie de fábula no mundo real, que faz jus não só ao filme mais recente desse diretor, Pobres Criaturas, mas também a esse gênero. Eu, que gosto de filmes como Tokyo!,Happiness, Relatos Selvagens, entre outras antologias nesse estilo, gostei bastante. O que mais gosto nesse tipo de história é a capacidade de nos surpreenderem quando menos se espera, a comédia ácida e a maneira como cada história se conecta. Costumam falar muito sobre relacionamentos e condições humanas, e não é diferente neste caso. Na primeira história, o filme fala muito sobre a influência abrangente das corporações na vida pessoal. Na segunda, as fantasias que criamos sobre as pessoas nos relacionamentos, especialmente quando construímos uma versão idealizada de alguém em nossas mentes, e terceira a complexa relação entre fé e comunidade, usando um culto como metáfora para sistemas de crença organizados. O filme é longo mas nem senti o tempo passar de tão imerso que ficamos...
Enfim, é um daqueles filmes para identificar os simbolismos, especialmente nas repetições dos personagens , objetos e temáticas entre as três histórias. (de brinde uma cena pós créditos para causar ainda mais confusão na nossa mente)
Nota simbólica: 8/10
Doces sonhos são feitos disso
Quem sou eu para discordar?
Eu viajei pelo mundo e pelos sete mares
Todo mundo está procurando alguma coisa
Alguns deles querem te usar
Alguns deles querem ser usados por você
Alguns deles querem abusar de você
Alguns deles querem ser abusados
Armadilha
2.7 874 Assista Agorana boa, esse filme é um NOJO, no linguajar jovem, claro
Armadilha
2.7 874 Assista AgoraMeu Deus haha acho que o diferencial do filme é o fato de se passar em uma apresentação musical, fazendo referência às artistas pop que vemos atualmente na mídia. A cantora no filme é uma espécie de mistura de Taylor Swift com Ariana Grande, e essas semelhanças são intencionalmente destacadas para comentar sobre como essas cantoras têm inaugurado uma "nova era de interação individual com os fãs".
É o tipo de filme que amo e odeio. O diretor Shyamalan cria situações em seus filmes e tende a se apegar excessivamente ao elemento mágico e surreal, o que acaba deixando o senso de realidade em segundo plano. Diversas vezes me vi questionando se aquela situação realmente fazia sentido, embora em outras eu tentasse simplesmente aceitar o que estava acontecendo. Mesmo assim, o filme é divertido; há tantas situações absurdas e engraçadas que servem de entretenimento.
Mas uma coisa é certa: Shyamalan é realmente ousado com suas ideias. No final do filme, a trama estava tão aleatória que pensei que ele poderia se conectar à trilogia do "Corpo Fechado". E, pelo final, realmente há espaço para ele interligar os filmes ainda. Não duvido mais de nada.
Um Lugar Silencioso: Dia Um
3.3 805Não achei um filme feito com carinho, muito comercial, dá pra ver que estavam só fazendo qualquer coisa mesmo. Colocam a ideia de que ela quer comer pizza, um gatinho, cenas nada empolgantes e forçadas e pronto. Até o parte II ainda tem uma elaboração melhor.
Thelma
3.7 64 Assista AgoraÉ basicamente uma história leve e simples de comédia que tenta adaptar o gênero de ação (algo meio "Missão Impossível") à realidade dos octogenários. Pode ser às vezes bobo, mas também acaba sendo fofo e sentimental, especialmente por tratar do tema da velhice e das dificuldades enfrentadas pelos idosos com as novas tecnologias.
Como diria Mia, "Eu amo minha vó, muitas saudades da minha vó."
Piscina Infinita
3.0 450 Assista AgoraGostei do mistério e de como as coisas vão se desenrolando. Através de uma realidade utópica criminal (uma espécie de política pública daquela realidade), o filme explora temas de tecnologia, biologia, condição humana e decadência moral da elite. É uma crítica direta à busca incessante por prazer e imortalidade sem consideração pelas consequências morais e éticas.
Tudo é feito meio como alegorias, então é preciso estar atento para perceber as camadas que o filme quer explorar. Extrapola um pouco no gore em algumas partes (esse diretor tem dessas coisas), mas as metáforas a nossa realidade dão substância ao filme e tal. Acho que vale a pena por isso.
Divertida Mente 2
4.0 645 Assista AgoraÉ muito legal como o filme não tem vilões. Tanto as emoções quanto os personagens da "realidade" estão apenas vivendo. Todos os vilões são apenas projeções distorcidas da própria Riley. O filme ficou muito bem feito, e gostei muito de pensar sobre o que sentimos dentro da gente.
Quero muito ver os próximos filmes, acho que quando ela começar a ir em um psicólogo (com certeza os roteiristas vão colocar ela indo em um) vai ficar bem interessante e complexo.
MaXXXine
3.1 674 Assista AgoraEu considero esses três filmes uma "trilogia acidental" (chamo assim pois os filmes se conversam de uma maneira bem abrupta, haha. Para mim, o melhor continua sendo "Pearl").
Já este "MaXXXine" é meio que uma continuação mais direta do filme "X" (2023), enquanto resgata, de tabela, um sentimento ou sonho perdido de "Pearl" através da personagem Maxxxine.
Não é ruim, mas também não é exatamente perfeito. As músicas dos anos 80 e a homenagem ao horror são ótimas, além de todo o desenvolvimento criminal urbano, aquela coisa meio Breaking Bad de ser que inclui personagens como advogados e atividades criminosas ocorrendo em locais obscuros e abandonados. Mas, já que era para brincar com nossa memória em relação aos filmes anteriores, talvez pudesse acabar com um discurso ou monólogo mais impactante e próximo do que nos fez gostar da atriz e de "Pearl". Inclusive, não faltam oportunidades para isso no final do filme, que, apesar de estar conectada com o filme "X", pode soar até anticlimática para alguns, quase como um episódio do Scooby-Doo
Armadilha
2.7 874 Assista AgoraTodo filme dele tem algo fantasioso (até Os observadores da filha dele vai pra esse lado), será que esse será totalmente realista? Espero que não, essa coisa do surreal que faz os filmes deles serem atrativos
Os Observadores
2.8 468 Assista AgoraNossa, algumas cenas não tem nem lógica, comportamentos estranhos de personagens que ficam
mais de 6 meses trancandos em um lugar e não olham nem de baixo do tapete para ver aquela escotilha.
Fora uns cortes estranho onde personagens estão juntos e aparecem separados haha
Eu Vi o Brilho da TV
2.8 169 Assista AgoraSei lá, um bom filme, talvez um pouco melancólico....mas ultimamnte eu to com a impressão que alguns filmes da A24 são feitos para serem vazados na internet e tão mais com cara de algoritmo que a propria netflix, é muito feito para se identificar e com cores atrativas, eu sempre fico com a sensação de gostar mas ao mesmo tempo me sinto enganado..."ok, já entendi que vc ta tentando se comunicar com um público jovem específico...."
I Used to Be Funny
3.4 15Dá pra ver que é um filme dessa atriz, pois os filmes dela tem um clima e perspectiva meio "gênero feminino", juntando um pouco de humor e desconforto de um jeito que a tensão vai escalando. Mas esse achei mediano, não é no nível Shiva Baby
Chime
3.3 27um filme de terror daqueles de conclusão de curso de faculdade de cinema, bem amador
Um Homem
3.8 2É um ótimo filme, daquele sobre perspectivas estilo Monster.
Só foi bem difícil encontrar esse filme, só achei em um site pornô com legendas russas