Não entendi foi nada. Não só não entendi como não tenho nenhuma teoria mirabolante para tentar explicar minimamento o que foi isso. Era o protagonista quem causava o show de facadas¿ Aliás, acho que é a segunda produção do diretor que assisto que tem esse ar meio sobrenatural sem explicar as coisas. Difícil até mesmo dar a nota. Com certeza vou ter que rever com atenção redobrada. Nota: 8.1.
Kurosawa não é de filmes fáceis, mas esse aqui vai além. A duração de apenas 45 minutos faz com que a narrativa se paute em sugestões e rompantes, deixando muito - ou tudo - sob a responsabilidade do espectador em fazer suas interpretações e tirar suas próprias conclusões. Pode ser algo bom ou ruim, dependendo muito do que a pessoa conhece dos temas abordados por Kurosawa. Aqui, os conceitos de alienação, isolamento, máscara social, sublimação e desumanização, entre vários outros, retornam para construir um terror social, psicológico e, porque não, slasher e sobrenatural, tão incômodo quanto confuso. Talvez se fosse um longa teríamos uma trama mais robusta, porém parece que a ideia do cineasta era justamente criar essa sensação de desligamento da realidade e dissociação, como o que ocorre com seu protagonista, ao não aprofundar os acontecimentos de sua história, que parece mais um grande esboço. A esterilidade e padronização dos ambientes se refletem na direção calculada nos mínimos detalhes, e esconde uma crueza e uma crueldade latentes, mas que não se sabe quando ou se vai se mostrar. Mais que os atores, o som é um personagem com vida própria, guiando mais a narrativa que a própria imagem. Tudo é um tanto ambíguo, mas, talvez por esse motivo, um tanto brilhante.
Não entendi foi nada. Não só não entendi como não tenho nenhuma teoria mirabolante para tentar explicar minimamento o que foi isso. Era o protagonista quem causava o show de facadas¿ Aliás, acho que é a segunda produção do diretor que assisto que tem esse ar meio sobrenatural sem explicar as coisas. Difícil até mesmo dar a nota. Com certeza vou ter que rever com atenção redobrada.
Nota: 8.1.
É um curta, que é tão curto em tudo que não dá pra imergir em nada
Possui uma ambientação bem bacana, mas senti falta de mais história e o final me deixou a sensação de filme incompleto
Aterrorizante. Só não mais que a quantidade de latinhas que essa família consome.
Kurosawa não é de filmes fáceis, mas esse aqui vai além. A duração de apenas 45 minutos faz com que a narrativa se paute em sugestões e rompantes, deixando muito - ou tudo - sob a responsabilidade do espectador em fazer suas interpretações e tirar suas próprias conclusões. Pode ser algo bom ou ruim, dependendo muito do que a pessoa conhece dos temas abordados por Kurosawa. Aqui, os conceitos de alienação, isolamento, máscara social, sublimação e desumanização, entre vários outros, retornam para construir um terror social, psicológico e, porque não, slasher e sobrenatural, tão incômodo quanto confuso. Talvez se fosse um longa teríamos uma trama mais robusta, porém parece que a ideia do cineasta era justamente criar essa sensação de desligamento da realidade e dissociação, como o que ocorre com seu protagonista, ao não aprofundar os acontecimentos de sua história, que parece mais um grande esboço. A esterilidade e padronização dos ambientes se refletem na direção calculada nos mínimos detalhes, e esconde uma crueza e uma crueldade latentes, mas que não se sabe quando ou se vai se mostrar. Mais que os atores, o som é um personagem com vida própria, guiando mais a narrativa que a própria imagem. Tudo é um tanto ambíguo, mas, talvez por esse motivo, um tanto brilhante.