Gostei muito de ver o ponto de vista de uma "glass child". Infelizmente a mãe, mesmo em uma situação dificílima, estava falhando com ela. Que bom que ela encontrou amigos doidinhos, mas legais. O personagem do Woody Harrelson achei desnecessário. E, no final, sinto que faltou uma melhor resolução entre mãe e filha.
Eu tinha 9 anos em 2005 e me lembro bem do caso Terri Schiavo, de tão conhecido que ficou.
Assistido em 01/05/2024 Era pra ser um filme sobre a morte e luto? Pq me pareceu um filme normal de adolescente! Mas é legal, é gostei muito da atuação da menina.
"Suncoast" (2024), dirigido por Laura Chinn, é um mergulho profundo no turbilhão emocional de uma adolescente lidando com a doença terminal de seu irmão, enquanto navega pelas águas turbulentas da adolescência e da descoberta de si mesma. O filme, embora repleto de boas intenções e momentos tocantes, tropeça em sua tentativa de tecer uma tapeçaria coesa de temas complexos.
No centro da trama está Doris, interpretada brilhantemente por Nico Parker, uma jovem que enfrenta o desafio avassalador de cuidar de seu irmão doente, enquanto tenta encontrar seu lugar no mundo. A relação entre Doris e sua mãe, retratada com nuances por Laura Linney, é o coração pulsante do filme, transmitindo a angústia, a frustração e o amor incondicional que permeiam o processo de luto e aceitação.
A narrativa se desenrola com uma mistura de humor e leveza, contrastando com a gravidade dos temas abordados. A amizade improvável entre Doris e um ativista excêntrico, interpretado com maestria por Woody Harrelson, adiciona uma camada de complexidade à história, embora por vezes pareça um tanto forçada.
Embora o filme tenha seus momentos de brilho, especialmente nas performances convincentes do elenco, é inegável que a trama sofre com um roteiro frágil e alguns tropeços na execução. As relações entre os personagens, embora delineadas com sensibilidade, por vezes carecem de profundidade, deixando o espectador ansiando por uma conexão mais profunda.
No entanto, há um certo encanto em "Suncoast", uma autenticidade que ressoa mesmo nos momentos mais tumultuados. A cinematografia captura com habilidade a beleza serena da costa, proporcionando um contraponto visual à tumultuada jornada emocional dos personagens.
Em última análise, "Suncoast" é um filme que, embora não alcance as alturas de excelência que aspira, ainda oferece uma experiência cinematográfica satisfatória. É uma reflexão sobre a dor da perda, a importância da conexão humana e a jornada tumultuada da adolescência. Para aqueles que já enfrentaram a perda e a incerteza, "Suncoast" pode oferecer uma fonte de consolo e reflexão sobre a complexidade da vida e do amor.
Gostei muito de ver o ponto de vista de uma "glass child". Infelizmente a mãe, mesmo em uma situação dificílima, estava falhando com ela. Que bom que ela encontrou amigos doidinhos, mas legais. O personagem do Woody Harrelson achei desnecessário. E, no final, sinto que faltou uma melhor resolução entre mãe e filha.
Eu tinha 9 anos em 2005 e me lembro bem do caso Terri Schiavo, de tão conhecido que ficou.
Achei bacana essa outra perspectiva, mas mesmo assim ainda não me cativou por completo, acho que faltou algo… mas vale ver.
Sempre temos filmes sobre a saga dos doentes, foi interessante ver o lado de outra pessoa em perspectiva.
Assistido em 01/05/2024
Era pra ser um filme sobre a morte e luto? Pq me pareceu um filme normal de adolescente!
Mas é legal, é gostei muito da atuação da menina.
"Suncoast" (2024), dirigido por Laura Chinn, é um mergulho profundo no turbilhão emocional de uma adolescente lidando com a doença terminal de seu irmão, enquanto navega pelas águas turbulentas da adolescência e da descoberta de si mesma. O filme, embora repleto de boas intenções e momentos tocantes, tropeça em sua tentativa de tecer uma tapeçaria coesa de temas complexos.
No centro da trama está Doris, interpretada brilhantemente por Nico Parker, uma jovem que enfrenta o desafio avassalador de cuidar de seu irmão doente, enquanto tenta encontrar seu lugar no mundo. A relação entre Doris e sua mãe, retratada com nuances por Laura Linney, é o coração pulsante do filme, transmitindo a angústia, a frustração e o amor incondicional que permeiam o processo de luto e aceitação.
A narrativa se desenrola com uma mistura de humor e leveza, contrastando com a gravidade dos temas abordados. A amizade improvável entre Doris e um ativista excêntrico, interpretado com maestria por Woody Harrelson, adiciona uma camada de complexidade à história, embora por vezes pareça um tanto forçada.
Embora o filme tenha seus momentos de brilho, especialmente nas performances convincentes do elenco, é inegável que a trama sofre com um roteiro frágil e alguns tropeços na execução. As relações entre os personagens, embora delineadas com sensibilidade, por vezes carecem de profundidade, deixando o espectador ansiando por uma conexão mais profunda.
No entanto, há um certo encanto em "Suncoast", uma autenticidade que ressoa mesmo nos momentos mais tumultuados. A cinematografia captura com habilidade a beleza serena da costa, proporcionando um contraponto visual à tumultuada jornada emocional dos personagens.
Em última análise, "Suncoast" é um filme que, embora não alcance as alturas de excelência que aspira, ainda oferece uma experiência cinematográfica satisfatória. É uma reflexão sobre a dor da perda, a importância da conexão humana e a jornada tumultuada da adolescência. Para aqueles que já enfrentaram a perda e a incerteza, "Suncoast" pode oferecer uma fonte de consolo e reflexão sobre a complexidade da vida e do amor.