Dirigido por
Data de lançamento
9 Set. 2018Duração
Remake televisivo do clássico "A Tara Maldita", traz Rob Lowe como um pai que parece ter tudo sob controle. Mas quando uma tragédia acontece na escola da sua pequena filha Emma (Mckenna Grace), ele é forçado a questionar tudo que sabia sobre sua amada garota.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Meio que lembra "A Órfã e O Anjo Malvado". A atriz mirim lembra muito inclusive A Órfã com muito boa atuação e o enredo e situações meio que dão um bom caldo.
Fraquíssimo. E se comparado com a obra original fica pior ainda.
O pior do filme é o protagonista.
Rob Lowe sempre foi fraco, e aqui fica evidente o porquê de ele estar no terceiro escalão de Hollywood.
Seu trabalho como diretor é ligeiramente melhor do que como ator. O filme constrói uma atmosfera interessante desde o início. Embora lembre (muito) "A Órfã" (2009), até na aparência da atriz mirim McKenna Grace, o longa reentra, pela centésima vez, no terreno das crianças do mal, e muito pelo esforço da própria McKenna, consegue entregar uma experiência minimamente satisfatória, embora com alguns senões.
O título brasileiro remete à época em que a palavra "tara" designava genericamente enfermidades mentais. Não era comum antigamente chamar uma criança de psicopata. No entanto, é exatamente isso que Emma é: uma jovem incapaz de sentir o que quer que seja em relação aos outros. Entrando no terreno da psiquiatria mesmo, o longa pode servir de alerta a pais que percebam certos sinais em seus filhos e deixam para lá. Psicopatas já nascem feitos, mas o cérebro humano é plástico, é moldável. Pode ser que, com o devido acolhimento e tratamento, as tendências psicopáticas sejam refreadas.
O filme é todo da pequena "peste" McKenna Grace e vale até o final mais pra ver o que ela vai aprontar, embora, como eu disse, a direção de Rob Lowe seja muito melhor que a atuação dele como pai sem noção.
Um bom remake que merece uma continuação. Ótimas atuações e a história bem desenvolvida.
Muito bom.