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Tarzan (Mike Henry) vai ao Brasil, chamado pelo seu velho amigo Professor (Paulo Gracindo), que lhe pede ajuda para enfrentar o Culto do Jaguar, uma seita nativa liderada pelo guerreiro Barcuma (Rafer Johnson), que hostiliza os brancos e ameaça o trabalho da Dra Ann Philips (Diana Millay) que pretende inocular todos os nativos que habitam as aldeias próximas do Rio Amazonas.
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O SBT o exibiu várias vezes nas tardes do Cinema em Casa entre os anos 90 e 2000. Uma aventura legalzinha do Tarzan, com umas quedas de ritmo aqui e ali, mas assistível.
Tarzan e o Grande Rio", foi o segundo filme, co-estrelado por Mike Henry na figura de Tarzan. Apesar do roteiro inusitado, essa antológica aventura de ação (filmada no Amazonas), superou o filme anterior da série também protagonizado pelo mesmo ator.
Interessante é rever nos créditos de abertura deste filme de 1967, imagens aéreas do Cristo Redentor no Rio de Janeiro e a participação especial do ator brasileiro Paulo Gracindo que no início da trama fez uma ponta como o velho professor. No elenco de apoio, chama a atenção o bonito rosto feminino da loura Diana Millay e o carisma do garoto Manuel Padilla Jr.
O ápice da trama fica por conta do empolgante duelo final entre Tarzan e o guerreiro hostil Barcuna.
Pela boa nostalgia, como gosto dos filmes da lenda Tarzan, dou 04 estrelas pelo empenho da produção.
e vulgo tarzan todavia intitulado senhor das selvas junto a territorios brasiles ? nem uma estranheza junto a tal junção antropologica, ja que por obstante a republiqueta das bananas alem de repleta de " especies " em especial humanas inuteis junto a sua " relva ou fauna " urbana bipede, os quais tão despreziveis e descartaveis a niveis maximos com relação aos sempre uteis animais de verdade ao estilo macacos, quadrupedes, aliada a demais filos, generos, especies, ordem segundo classificação oficial dos biomas etc, por obstante tambem de governalidade afins dos mandatarios locais portarem o verdadeiro pulso firme comportamental afins de conduzir seus pares atraves da severa disciplina das leis repressoras da delitude sob quaisquer circunstancias ou motivações inerentes ? nenhuma, no que logico que dentro deste contexto rotineiro, coube ao " selvagem " primata apesar de tambem humano mike henry ha exatos 56 anos, apenas adequar a mesma tatica socio ambiente administrativa não muito longe da selva, pelo contrario diga se passagem, ou seja que no tocante a amazonia tupiniquim bem ? um idem REDUTO pifio e falido semi ocupado, aliado a nada relevante cujo não nos importariamos nem um pouco com a sua ruina ou inexistencia alem de DANEM SE opiniões divergentes, caso não dependessemos de seu "pulmão" arboreal a contento, BOA incursão cinefila yanke verde amarela senhoras e senhores apesar das claras limitações provindas de sua epoca artistica, contudo o suficiente para aferi lo ainda assim em seu particular portifolio do conhecimento entretenico. Great riversticamente " NOTA 9.0.
Conheci apenas em 2014 e revi hoje!
Embora levemente superior, é apenas razoável igual ao 1º com o "fraco ", tal qual o elenco, Mike H.!
Assim como o anterior, emos MH chegando a la 007... isso é irritante! E o que dizer dos créditos iniciais com a silhueta colorido do MH por vários segundos? horrível!
Vale pelas belas paisagens de Jacarepaguá no RJ e por vermos o saudoso Paulo Gracindo!
O filme em si é bom, apenas a luta final que parecia mais uma luta de colegiais do que de dois grandes oponentes. Um Brasil doente com tribos (famílias) sendo dizimadas sempre foi o retrato do país. Quem sabe à partir de 2019 muda-se essa visão. (02.06.19)