A família Roth leva uma vida tranquila em uma pequena vila nos Alpes alemães durante o início da década de 1930. Quando o nazismo chega ao poder, a família é dividida e Martin Brietner, um amigo da família é apanhado no turbilhão.
Impactada pela existência desse filme e pelo retrato genuíno de uma sociedade em ruínas por conta da ascensão nazista na Alemanha nos anos 30. Depois de assistir ao filme, entendi que houve coragem por parte do diretor Frank Borzage em contar essa história em pleno andamento da guerra, mas a MGM somente deu prosseguimento ao filme devido a pressões externas, já que muitos norte-americanos eram simpáticos ao Reich e seus filme ainda eram bem recebidos na Alemanha. Um filme histórico, necessário, que deve ser visto pelas novas gerações como testemunho de como o cinema também funciona como uma forma de expressão política e social, que pode nos ajudar a entender o período histórico em que estamos inseridos e servir de testemunho para gerações futuras.
Historicamente importante, porque é um dos primeiros filmes de Hollywood a versar sobre a Segunda Guerra (que já estava acontecendo na Europa), também interessante acerca da mudança sobre a figura de Hitler: em 1938, a revista Time o elegeu "o homem do ano", menos de 2 anos depois, a sua figura já tinha mudado para um tirano perseguidor da liberdade de expressão.
Sendo um dos primeiros filmes antinazistas de Hollywood, este poderoso drama atesta o quão ignorante é um povo corrompido por ideologia e violência. Produzido no calor do momento nazifascista, no início da Segunda Guerra Mundial, o longa passou por cortes e censuras em diversas partes do globo apenas por retratar uma dura realidade vivida por alemães não arianos no período. Porém, permanece forte como uma prova do poder persuasivo do cinema. Carregado de sentimentalismos e romantismos, o trabalho de câmera é tão potente que atravessa o horror da opressão e entrega dramaticidade lacrimal genuína, principalmente no ato final. E essa falsa sutileza expressa a famigerada oposição moral do bem contra o mal quando famílias são separadas por políticas absolutistas. Uma obra que não envelheceu e ainda traz avisos preocupantes, mesmo após 85 anos do lançamento.
Outro filme totalmente corajoso para os moldes da época e que funciona hoje em dia como nunca.Existe momentos em que o filme se torna cruel demais e faz jus ao título.
Impactada pela existência desse filme e pelo retrato genuíno de uma sociedade em ruínas por conta da ascensão nazista na Alemanha nos anos 30.
Depois de assistir ao filme, entendi que houve coragem por parte do diretor Frank Borzage em contar essa história em pleno andamento da guerra, mas a MGM somente deu prosseguimento ao filme devido a pressões externas, já que muitos norte-americanos eram simpáticos ao Reich e seus filme ainda eram bem recebidos na Alemanha.
Um filme histórico, necessário, que deve ser visto pelas novas gerações como testemunho de como o cinema também funciona como uma forma de expressão política e social, que pode nos ajudar a entender o período histórico em que estamos inseridos e servir de testemunho para gerações futuras.
Que filme necessário. Assistam.
Historicamente importante, porque é um dos primeiros filmes de Hollywood a versar sobre a Segunda Guerra (que já estava acontecendo na Europa), também interessante acerca da mudança sobre a figura de Hitler: em 1938, a revista Time o elegeu "o homem do ano", menos de 2 anos depois, a sua figura já tinha mudado para um tirano perseguidor da liberdade de expressão.
Sendo um dos primeiros filmes antinazistas de Hollywood, este poderoso drama atesta o quão ignorante é um povo corrompido por ideologia e violência. Produzido no calor do momento nazifascista, no início da Segunda Guerra Mundial, o longa passou por cortes e censuras em diversas partes do globo apenas por retratar uma dura realidade vivida por alemães não arianos no período. Porém, permanece forte como uma prova do poder persuasivo do cinema. Carregado de sentimentalismos e romantismos, o trabalho de câmera é tão potente que atravessa o horror da opressão e entrega dramaticidade lacrimal genuína, principalmente no ato final. E essa falsa sutileza expressa a famigerada oposição moral do bem contra o mal quando famílias são separadas por políticas absolutistas. Uma obra que não envelheceu e ainda traz avisos preocupantes, mesmo após 85 anos do lançamento.
Outro filme totalmente corajoso para os moldes da época e que funciona hoje em dia como nunca.Existe momentos em que o filme se torna cruel demais e faz jus ao título.
>Assistido em 27 de Abril de 2023