⚠️ Aviso de Spoilers: Se você ainda não assistiu esse filme, corra daqui. E valorize seus neurônios e seu tempo de vida.
Lançado pela Netflix como o "grande orgulho do sci-fi chinês", "A Terra À Deriva", do diretor Frant Gwo, é uma das experiências mais cansativas, esgotantes e acéfalas que o cinema de ficção científica teve nos últimos tempos. O filme pega uma premissa megalômana e idiota — instalar milhares de motores gigantes na superfície para empurrar o PLANETA INTEIRO fora de órbita — e a transforma num suplício visual e mental de duas horas que faz a gente sentir que foi jogado para Júpiter sem capacete.
A física do filme é jogada no vinagre no primeiro minuto: para viajar pelo espaço, os caras simplesmente param a rotação da Terra (o que destruiria o planeta na hora) e saem pilotando o globo terrestre como se fosse um carrinho de mão. Quando chegam perto da gravidade do planeta, a solução "gênia" do roteiro é explodir a atmosfera do gigante gasoso para dar um "empurrãozinho" para a Terra pegar no tranco. Tudo isso num CGI grotesco e saturado, com terremotos, caminhões no gelo e cenários congelados que parecem tirados diretamente de uma animação barata de videogame do início dos anos 2000.
Para piorar o martírio, o filme é um dramalhão insuportável de gritaria. Ninguém conversa nessa desgraça: os personagens passam o tempo todo urrando, chorando de forma histérica e tomando as decisões mais estúpidas possíveis para forçar sacrifícios heróicos cafonas pelo partido. O roteiro se arrasta num ritmo tão frenético, barulhento e repetitivo que o resultado não é entretenimento — é puramente exaustão.
"A Terra À Deriva" é uma dor de barriga que alguém teve e jogou nas telas. É o puro esvaziamento criativo moderno: barulhento, cheio de efeitos visuais sem alma e zero substância. É uma bomba chata, cafona e profundamente irritante que não vale o tempo de ninguém. Um verdadeiro teste de paciência que não merece nem estar nas caixas de promoções das barraquinhas de DVDs dos camelôs da esquina.
Um filme sem identidade.Não tem como assistir e lembrar de tantos outros filmes com o assunto.Aqui temos uma história amarrada,extremamente longa e efeitos visuais desastrosos.
⚠️ Aviso de Spoilers: Se você ainda não assistiu esse filme, corra daqui. E valorize seus neurônios e seu tempo de vida.
Lançado pela Netflix como o "grande orgulho do sci-fi chinês", "A Terra À Deriva", do diretor Frant Gwo, é uma das experiências mais cansativas, esgotantes e acéfalas que o cinema de ficção científica teve nos últimos tempos. O filme pega uma premissa megalômana e idiota — instalar milhares de motores gigantes na superfície para empurrar o PLANETA INTEIRO fora de órbita — e a transforma num suplício visual e mental de duas horas que faz a gente sentir que foi jogado para Júpiter sem capacete.
A física do filme é jogada no vinagre no primeiro minuto: para viajar pelo espaço, os caras simplesmente param a rotação da Terra (o que destruiria o planeta na hora) e saem pilotando o globo terrestre como se fosse um carrinho de mão. Quando chegam perto da gravidade do planeta, a solução "gênia" do roteiro é explodir a atmosfera do gigante gasoso para dar um "empurrãozinho" para a Terra pegar no tranco. Tudo isso num CGI grotesco e saturado, com terremotos, caminhões no gelo e cenários congelados que parecem tirados diretamente de uma animação barata de videogame do início dos anos 2000.
Para piorar o martírio, o filme é um dramalhão insuportável de gritaria. Ninguém conversa nessa desgraça: os personagens passam o tempo todo urrando, chorando de forma histérica e tomando as decisões mais estúpidas possíveis para forçar sacrifícios heróicos cafonas pelo partido. O roteiro se arrasta num ritmo tão frenético, barulhento e repetitivo que o resultado não é entretenimento — é puramente exaustão.
"A Terra À Deriva" é uma dor de barriga que alguém teve e jogou nas telas. É o puro esvaziamento criativo moderno: barulhento, cheio de efeitos visuais sem alma e zero substância. É uma bomba chata, cafona e profundamente irritante que não vale o tempo de ninguém. Um verdadeiro teste de paciência que não merece nem estar nas caixas de promoções das barraquinhas de DVDs dos camelôs da esquina.
24/07/2026
Um filme sem identidade.Não tem como assistir e lembrar de tantos outros filmes com o assunto.Aqui temos uma história amarrada,extremamente longa e efeitos visuais desastrosos.
>Assistido em 07 de Julho de 2026
Adorei o CGI. Esquece a trama! Muita viagem de roteiro mas gostei pela ação.
Extremamente cansativo e sem sentido. Péssimos efeitos.