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Sinopse
Quando a maior fazenda de gado do mundo fica sem uma liderança definida, facções rivais tentam tomar o controle, e uma luta entre gerações ameaça o futuro dessa terra.
Série muito boa. Todos os personagens são importantes e coligados, com um desenrolar e surpresa durante toda a historia. Espero que tenha mais uma temporada.
Série estadunidense, mas com o drama / aventura dessa história que se passa na Austrália. Único herdeiro da maior fazenda de gado daquele País é morto e a propriedade fica sem o "linha de frente" para seguir com o negócio. Logo aparecem os cobradores "chupins" querendo tomar a propriedade e a família do morto, que não era lá essas coisas, também foi chamada, para discutir a sucessão. A fotografia é muito bonita, mas o roteiro é meio arrastado. Não curti muito.
Vai uma estrela por conta das paisagens australianas, e só. Tentei, mas não consegui passar do segundo capítulo: atuações ruins (embora tenha atores bons); tom novelesco (Às vezes se tem a impressão de estar assistindo a uma novela mexicana dos anos 90 - sério!) e uma tentativa de emular Yellowstone. Muito ruim, na boa...
Série Territory. Criadores Timothy Lee, Ben Davies. Série linda, perfeita em todos os aspectos. Pena que tem poucos episódios. Produção da Austrália, com ótimos atores. Que fotografia maravilhosa, Austrália deslumbrante, imensidão de pura beleza. Quem amou a série Yellowostone vai se apaixonar por Territory. A série é perfeita. Agora só resta esperar pela segunda temporada.
Os seis episódios fluem bem suavemente, embora Territory destaque alguns problemas de tom e coerência interna. Conhecemos Anna Torv em Mindhunter e Fringe, uma atriz de presença segura, aqui ela se encontra com uma personagem feminina interessante, sobre a qual a série não dá uma identidade ou julgamento claro até o final do sexto episódio. Seu marido Graham é um alcoólatra intimidado por seu pai-mestre Colin, que no entanto o roteiro torna extremamente monótono, com sua atitude de um velho patriarca rude com o Colt ao seu lado. Depois, há o filho rejeitado de Sam Corlett visto em Vikings: Valhalla que pelo menos torna o resto do cenário menos previsível e menos melodramático.
Série muito boa. Todos os personagens são importantes e coligados, com um desenrolar e surpresa durante toda a historia. Espero que tenha mais uma temporada.
Série estadunidense, mas com o drama / aventura dessa história que se passa na Austrália. Único herdeiro da maior fazenda de gado daquele País é morto e a propriedade fica sem o "linha de frente" para seguir com o negócio. Logo aparecem os cobradores "chupins" querendo tomar a propriedade e a família do morto, que não era lá essas coisas, também foi chamada, para discutir a sucessão. A fotografia é muito bonita, mas o roteiro é meio arrastado. Não curti muito.
Vai uma estrela por conta das paisagens australianas, e só. Tentei, mas não consegui passar do segundo capítulo: atuações ruins (embora tenha atores bons); tom novelesco (Às vezes se tem a impressão de estar assistindo a uma novela mexicana dos anos 90 - sério!) e uma tentativa de emular Yellowstone. Muito ruim, na boa...
Série Territory. Criadores Timothy Lee, Ben Davies. Série linda, perfeita em todos os aspectos. Pena que tem poucos episódios. Produção da Austrália, com ótimos atores. Que fotografia maravilhosa, Austrália deslumbrante, imensidão de pura beleza. Quem amou a série Yellowostone vai se apaixonar por Territory. A série é perfeita. Agora só resta esperar pela segunda temporada.
Os seis episódios fluem bem suavemente, embora Territory destaque alguns problemas de tom e coerência interna. Conhecemos Anna Torv em Mindhunter e Fringe, uma atriz de presença segura, aqui ela se encontra com uma personagem feminina interessante, sobre a qual a série não dá uma identidade ou julgamento claro até o final do sexto episódio. Seu marido Graham é um alcoólatra intimidado por seu pai-mestre Colin, que no entanto o roteiro torna extremamente monótono, com sua atitude de um velho patriarca rude com o Colt ao seu lado. Depois, há o filho rejeitado de Sam Corlett visto em Vikings: Valhalla que pelo menos torna o resto do cenário menos previsível e menos melodramático.