Um projeto audacioso de Parsons,algo que deu origem ao longa e só vi esse aqui por conta de assistir justamente o outro filme.
Todos os elementos criados aqui aparecem no longa e essa fidelidade faz com que Parsons seja aquele diretor inicial que não fugir de suas próprias ideias para recriar algo que não seja seu.
O projeto visto aqui se sai bem melhor que o esperado e se sai bem melhor que qualquer outro projeto com um orçamento maior. Temos aqui,algo funcional demais na proposta e alguns momentos você interage com o personagem principal e todas as suas aflições. Traz jumpscares funcionais e que define o futuro do protagonista. Um curta extremamente frenético.
Por conta de todo o auê crítico envolvendo o longa-metragem derivado do que começou com este curta-metragem, resolvi conferi-lo. E, infelizmente, não funcionou: como sói acontecer com os modismos neogeracionais, a "homenagem" ao experimentalismo esbarra num formalismo barato e sem vida, revelando a falta de conhecimento de causa e/ou relação com aquilo que se tenta emular - no caso, os defeitos de projeção em VHS como "linguagem". Apreciei a utilização inteligente do espaço infinito, no que parecia uma apropriação genérica daquilo que Michael Snow propõe em COMPRIMENTO DE ONDA, mas a montagem picotada estraga tanto a imersão quanto a suposição de que estamos diante de algo à la 'found footage'. De repente, há algo perseguindo o protagonista. E termina... O vazio predomina, bem como o saudosismo por aquilo que o realizador não viveu - e que, como tal, não compreendeu. Falhei ao cair nesta esparrela, não deu! (WPC>)
Por conta o filme que vai sair, só agora fui conhecer esse negócio de backrooms. Comecei por esse aqui.
Não parece uma espécie de horror cósmico (do Lovecraft) arquitetônico? É o negócio do horror cósmico encontrando a geração Z presa em rolar feed de algoritmo que nunca dá em lugar nenhum e etc.
Um projeto audacioso de Parsons,algo que deu origem ao longa e só vi esse aqui por conta de assistir justamente o outro filme.
Todos os elementos criados aqui aparecem no longa e essa fidelidade faz com que Parsons seja aquele diretor inicial que não fugir de suas próprias ideias para recriar algo que não seja seu.
O projeto visto aqui se sai bem melhor que o esperado e se sai bem melhor que qualquer outro projeto com um orçamento maior. Temos aqui,algo funcional demais na proposta e alguns momentos você interage com o personagem principal e todas as suas aflições. Traz jumpscares funcionais e que define o futuro do protagonista.
Um curta extremamente frenético.
>Assistido em 02 de Agosto de 2026
Por conta de todo o auê crítico envolvendo o longa-metragem derivado do que começou com este curta-metragem, resolvi conferi-lo. E, infelizmente, não funcionou: como sói acontecer com os modismos neogeracionais, a "homenagem" ao experimentalismo esbarra num formalismo barato e sem vida, revelando a falta de conhecimento de causa e/ou relação com aquilo que se tenta emular - no caso, os defeitos de projeção em VHS como "linguagem". Apreciei a utilização inteligente do espaço infinito, no que parecia uma apropriação genérica daquilo que Michael Snow propõe em COMPRIMENTO DE ONDA, mas a montagem picotada estraga tanto a imersão quanto a suposição de que estamos diante de algo à la 'found footage'. De repente, há algo perseguindo o protagonista. E termina... O vazio predomina, bem como o saudosismo por aquilo que o realizador não viveu - e que, como tal, não compreendeu. Falhei ao cair nesta esparrela, não deu! (WPC>)
sou zero familiarizada com backrooms, mas esse curta me deixou aflita
esperando pra ver o filme 🫠
Por conta o filme que vai sair, só agora fui conhecer esse negócio de backrooms. Comecei por esse aqui.
Não parece uma espécie de horror cósmico (do Lovecraft) arquitetônico? É o negócio do horror cósmico encontrando a geração Z presa em rolar feed de algoritmo que nunca dá em lugar nenhum e etc.
pesadelo típico de cochilo no home office