Pô, totalmente decepcionante. Nem a presença de Boris Karloff, Peter Lorre e Maxie Rosenbloom salva o filme. Não tem quase nada de comédia, como diz no gênero, e muito menos de terror. Passaria totalmente despercebido se não fossem os nomes citados. Infelizmente, foi uma decepção.
HAhaha, sumpimpa! Aqui temos uma moça que compra uma casa pra fazer um hotel, mas os hospedes são todos malucos, como a velha que quer ter um galinheiro, e o cientista maluco que quer criar um super homem, por isso não se preocupa em testar seus inventos em vendedores de porta em porta! Hahaha, tem até um piloto, homem bomba italiano, fascista! Hahaha.
Comédia de horror cujo roteiro foi escrito por Edwin Blum em 4 semanas, baseado em uma estória de Hal Fimberg e Robert B. Hunt, adaptada por Paul Gangelin. Este foi o 2° de 4 filmes de Boris Karloff (1887-1969) e Peter Lorre (1904-1964), todos eles comédias de horror. Outros foram: O palácio dos espíritas (40), O corvo (63) e Farsa trágica (63).
O enredo deste filme tem fortes semelhanças com Este mundo é um Hospício (44), em que Boris Karloff e Peter Lorre foram previamente associados - Karloff apareceu no original teatral (e pelo menos 3 adaptações de televisão), enquanto Lorre co-estrelou a versão do filme. O diretor Lew Landers (1901-1962) dirigiu quase 200 filmes na carreira, sem contar os episódios de seriados. A personagem Winnie Slade de Jeff Donnell escorrega e chama Peter Lorre de "Professor Lorre", não Lorencz, como deveria, e permanece equivocadamente no filme.
A Columbia, tentando lucrar com o sucesso de Karloff na produção da Broadway de "Este mundo é um hospício" antes da adaptação de Frank Capra para as telas, criou essa comédia bastante boba e ingênua em comparação ao trabalho de Capra, mas ainda com bons momentos de humor. Não deixa de ser uma espécie de paródia de filmes de cientistas loucos de certa forma, e chega a ser engraçado sem ser muito memorável.
Pô, totalmente decepcionante. Nem a presença de Boris Karloff, Peter Lorre e Maxie Rosenbloom salva o filme. Não tem quase nada de comédia, como diz no gênero, e muito menos de terror. Passaria totalmente despercebido se não fossem os nomes citados. Infelizmente, foi uma decepção.
Assistido em 29/09/2025
1176. (16/05/2021)
Vi pelo Boris e Peter.
Pra mim, um filme que passa despercebido.
HAhaha, sumpimpa! Aqui temos uma moça que compra uma casa pra fazer um hotel, mas os hospedes são todos malucos, como a velha que quer ter um galinheiro, e o cientista maluco que quer criar um super homem, por isso não se preocupa em testar seus inventos em vendedores de porta em porta! Hahaha, tem até um piloto, homem bomba italiano, fascista! Hahaha.
Comédia de horror cujo roteiro foi escrito por Edwin Blum em 4 semanas, baseado em uma estória de Hal Fimberg e Robert B. Hunt, adaptada por Paul Gangelin. Este foi o 2° de 4 filmes de Boris Karloff (1887-1969) e Peter Lorre (1904-1964), todos eles comédias de horror. Outros foram: O palácio dos espíritas (40), O corvo (63) e Farsa trágica (63).
O enredo deste filme tem fortes semelhanças com Este mundo é um Hospício (44), em que Boris Karloff e Peter Lorre foram previamente associados - Karloff apareceu no original teatral (e pelo menos 3 adaptações de televisão), enquanto Lorre co-estrelou a versão do filme. O diretor Lew Landers (1901-1962) dirigiu quase 200 filmes na carreira, sem contar os episódios de seriados. A personagem Winnie Slade de Jeff Donnell escorrega e chama Peter Lorre de "Professor Lorre", não Lorencz, como deveria, e permanece equivocadamente no filme.
A Columbia, tentando lucrar com o sucesso de Karloff na produção da Broadway de "Este mundo é um hospício" antes da adaptação de Frank Capra para as telas, criou essa comédia bastante boba e ingênua em comparação ao trabalho de Capra, mas ainda com bons momentos de humor. Não deixa de ser uma espécie de paródia de filmes de cientistas loucos de certa forma, e chega a ser engraçado sem ser muito memorável.