Um vulcão entra em erupção, trazendo à vida um bando de zumbis canibais feitos de lava. Temendo por suas vidas, o xerife Dentone e sua filha unem forças com uma família perdida em uma montanha para tentarem escapar vivos do local.
Mel Dels.... nem sei o que dizer a respeito dessa obra. Tentar explicar o enredo de The Burning Dead seria como tentar explicar trigonometria para um cachorro: em nenhum momento ele tenta fazer o menor sentido.
Danny Trejo, que tem tanto foco na capa do filme, nem se quer aparece no filme direito, é só um índio que serve pra ser o narrador da história que aparece no começo, e depois lá no fim.
O elenco de apoio é um quem é quem de clichês cansados: a adolescente angustiada com o namorado atrevido, o avô 'descolado' que é durão em determinado momento, enfrentando um zumbi de um penhasco e SOBREVIVENDO, e a mãe que apenas geme sem parar até você entender por que a filha dela se ressente dela.
Se você achou que Lori de The Walking Dead era insuportável, espere até experimentar essa bagunça estridente. Há também um personagem xerife que é tão genérico quanto o restante do elenco, mas ainda assim acho que é o que mais convence.
Os próprios zumbis são insuportavelmente burros. Talvez eu estivesse esperando muito de um filme que envolvesse mortos-vivos voando para fora de um vulcão como o Lanterna Verde, mas os zumbis em ação são igualmente atrozes, nunca havia visto uma maquiagem de monstro tão ruim. No início do filme, somos apresentados a zumbis que, para todos os efeitos, parecem exatamente iguais às pessoas normais. Um deles até sorri e usa ferramentas, claramente se apresentando como o Grande Mau, mas depois se revela apenas mais um zumbi. Onde está a continuidade?
Os efeitos especiais, como você pode esperar, são do padrão Paint. A lava parece saliva ameaçadora, os zumbis sobem como se tivessem sido sobrepostos à cena e saem de uma forma completamente hilária – um destaque pessoal é vê-los evaporar como fadas na conclusão absurda do filme.
É difícil pensar em quaisquer qualidades redentoras para este filme. Até mesmo a cena obrigatória de topless (“Sou fotógrafa E blogueira!”…o quê?) parece ter sido introduzida como uma forma de acordar qualquer pessoa que já tenha cochilado, mas parece ridícula. O absurdo não termina aí, pois um suposto especialista em vulcões pega uma pedra quente no início do filme e começa a sangrar. Não é assim que funciona. Quem ensinou ciência a essas pessoas?
Filme feito literalmente pra ser tosco, tudo é ridículo e mal feito e o Danny Trejo nem protagonista é, usaram o rosto do cara pra enfeitar a capa pavorosa do filme. Uma estrela pelos risos involuntários que o filme me causou de tanta bizarrice.
29/05/2026
lixo
Mel Dels.... nem sei o que dizer a respeito dessa obra. Tentar explicar o enredo de The Burning Dead seria como tentar explicar trigonometria para um cachorro: em nenhum momento ele tenta fazer o menor sentido.
Danny Trejo, que tem tanto foco na capa do filme, nem se quer aparece no filme direito, é só um índio que serve pra ser o narrador da história que aparece no começo, e depois lá no fim.
O elenco de apoio é um quem é quem de clichês cansados: a adolescente angustiada com o namorado atrevido, o avô 'descolado' que é durão em determinado momento, enfrentando um zumbi de um penhasco e SOBREVIVENDO, e a mãe que apenas geme sem parar até você entender por que a filha dela se ressente dela.
Se você achou que Lori de The Walking Dead era insuportável, espere até experimentar essa bagunça estridente. Há também um personagem xerife que é tão genérico quanto o restante do elenco, mas ainda assim acho que é o que mais convence.
Os próprios zumbis são insuportavelmente burros. Talvez eu estivesse esperando muito de um filme que envolvesse mortos-vivos voando para fora de um vulcão como o Lanterna Verde, mas os zumbis em ação são igualmente atrozes, nunca havia visto uma maquiagem de monstro tão ruim. No início do filme, somos apresentados a zumbis que, para todos os efeitos, parecem exatamente iguais às pessoas normais. Um deles até sorri e usa ferramentas, claramente se apresentando como o Grande Mau, mas depois se revela apenas mais um zumbi. Onde está a continuidade?
Os efeitos especiais, como você pode esperar, são do padrão Paint. A lava parece saliva ameaçadora, os zumbis sobem como se tivessem sido sobrepostos à cena e saem de uma forma completamente hilária – um destaque pessoal é vê-los evaporar como fadas na conclusão absurda do filme.
É difícil pensar em quaisquer qualidades redentoras para este filme. Até mesmo a cena obrigatória de topless (“Sou fotógrafa E blogueira!”…o quê?) parece ter sido introduzida como uma forma de acordar qualquer pessoa que já tenha cochilado, mas parece ridícula. O absurdo não termina aí, pois um suposto especialista em vulcões pega uma pedra quente no início do filme e começa a sangrar. Não é assim que funciona. Quem ensinou ciência a essas pessoas?
Filme feito literalmente pra ser tosco, tudo é ridículo e mal feito e o Danny Trejo nem protagonista é, usaram o rosto do cara pra enfeitar a capa pavorosa do filme. Uma estrela pelos risos involuntários que o filme me causou de tanta bizarrice.
Ainda estou tentando entender a necessidade da guria sem blusa.
Eu já esperava...