Uma mulher está isolada num quarto, chorando, sozinha, quando então entra uma outra e começa a fazer-lhe uma sequência de perguntas sem conexão lógica.
Vendo este curta do David Lynch a gente tem a impressão que deve ser fácil fazer um filme, porque ele consegue fazer muito com pouco. Adoro os diálogos e a atuação estranha (ao mesmo tempo inquisitiva e alheia) em que eles são entregues, e adoro como toda a composição faz brotar aquela angústia que a gente nem entende de onde vem nem por que sente, e isso é pura representatividade de certos estados emocionais que frequentemente nos atropelam (quem sofre de ansiedade, em qualquer nível, entende).
Vendo este curta do David Lynch a gente tem a impressão que deve ser fácil fazer um filme, porque ele consegue fazer muito com pouco. Adoro os diálogos e a atuação estranha (ao mesmo tempo inquisitiva e alheia) em que eles são entregues, e adoro como toda a composição faz brotar aquela angústia que a gente nem entende de onde vem nem por que sente, e isso é pura representatividade de certos estados emocionais que frequentemente nos atropelam (quem sofre de ansiedade, em qualquer nível, entende).
me deu dor de cabeça
Que agonia, que clima pesado. Lynch seu insano!!! O confrontamento pelo real. Existencialismo.
Fiquei com medo e vi pelos pedaços e AINDA ASSIM ENTENDI.
Até onde vamos para compreender o que acontece nos abismos da nossa mente?
Incrível! Foda!!!!