Baseado em uma história real. A bilionária mais jovem do mundo lança uma tecnologia promissora para testes sanguíneos, mas foi descoberta em uma fraude imensa envolvendo falsificação de resultados.
Essa é daquelas obras que conseguem exemplificar o que às vezes a gente com palavras não consegue explicar. Didaticamente mostra a trajetória de alguém que começou com uma boa intenção e se disvirtuou pelo caminho, ou como às vezes alguém mente olhando no seu olho com total convicção e como esse tipo de gente desesperadamente se agarra com tudo em suas verdades forjadas. A série mostra como essa mulher foi engenhosa com o mesmo talento que negava a realidade em sua redoma fantasiosa achando que só sair correndo dali a livraria de seus problemas.
"Você é o que você come". Já ouvi muito essa frase e também escuto outra muito parecida: "você é o que você faz" (profissionalmente). E eu nem discordo, acho que faz muito sentido, eu sou uma prova viva disso. E por isso achei tão curioso quanto triste ver a personagem deixando a Elizabeth de lado pra se tornar a própria Theranos. Uma farsa personificada, uma golpista idealista que se embreagou de seus próprios delírios covardes pra fugir das responsabilidades com a desculpa de ser simplesmente uma mulher ambiciosa querendo um mundo melhor (pra ela). Mas o jogo do capitalismo muitas vezes anestesia os princípios e causa miopia de caráter a ponto de não conseguir enxergar muito além do próprio umbigo.
Pra além disso eu também fiquei pensando quantas outras empresas por aí com grandes nomes e reputações também não atravessam nossas vidas e podem estar nos sabotando, nos enganando? Eu acho que é uma série que traz muito pra pensar sobre o mundo que a gente tá vivendo e vale a pena assistir. E pra não dizer que eu não tive a decência de elogiar a performance da Amanda, aqui fica o espaço pra dizer o quanto ela tá incrível na personagem e dá pra ver a dedicação na interpretação nos mínimos detalhes. Eu achei que ela tava esquisita no começo mas depois que eu fui pesquisar a real Elizabeth tudo fez muito sentido. Ela mereceu todo o reconhecimento que ela conquistou com esse trabalho e na minha opinião ela tá irretocável.
Achei a série muito boa. Foi muito bem produzida e o roteiro vai te prendendo fazendo com que vc assista um episódio atrás do outro. Cheguei a ver uns vídeos reais de Elizabeth Holmes e de fato, Amanda Seinfield ficou muito semelhante a ela, até mesmo nos trejeitos. Só queria que no último episódio eles tivessem mostrado mais como ela (fisgou) conheceu o trou..., ops quero dizer, o apaixonado Billy. Quem diria que depois de tudo isso, ela encontraria o verdadeiro amor, que por coincidência é quase 10 anos mais novo e ainda por cima herdeiro de uma fortuna.🤭
Elisabeth Holmes certamente é uma sociopata com privilégio branco... onde que justiça espera tu ter dois filhos pra ser presa numa cadeia de MININA SEGURANÇA nos estragos unidos, deixa de pagar a trilionária divida e o marido é permitido abrir uma startup no mesmo molde da theranos!! vai ter privilegio branco lá fora mesmo viu!! sociopata sem arrependimento nenhum total!!! mas recomendo ler o livro antes, MUITO mais detalhado!!!
Vi essa série depois de ver Vinagre de Maça e uma coisa que a Elizabeth tem em comum com a Belle Gibson é esse estado de completa alienação e negação da realidade, pra quem não sabe Belle Gibson é uma golpista que vendia a cura do câncer a base de receitas naturais, enquanto elas mentem pros outros elas querem muito acreditar nas próprias mentiras pois não conseguem confrontar a realidade pois isso iria arrasá-las,
a última cena onde a advogada da Elizabeth diz que ela feriu pessoas mostra bem isso, ela sai do prédio desesperada não aguentando ouvir aquilo, bota fones de ouvido pra tentar se distrair, mas não adianta, então ela começa a gritar de raiva, mas aí quando o motorista do Uber que ela pediu chega vira uma chave na cabeça dela e ela volta pra personagem.
Realmente a cabeça de pessoas assim tem uma configuração diferente, não acho que é só "maldade", pra mim é um estado de auto alienação, a pessoa não vive no mundo real, ela vive no mundo que projetou na cabeça dela, aí se o mundo real a confronta de alguma forma ela tenta adaptar aquilo ao mundo dela estabelecendo uma noção de sentido muito torta vendo de fora, mas que pra pessoa funciona e faz ela seguir adiante no auto engano, talvez por isso tanta gente caia nesses grandes golpes, se a pessoa consegue acreditar nas próprias mentiras vai passar muito mais legitimidade ao mentir do que uma pessoa que só quer te enganar.
Enfim, ótima série, Amanda Seyfried já tinha se provado boa atriz pra mim antes, mas esse papel só deixa isso mais cristalino, cara, é impagável ela engrossando a voz pra falar ao mesmo tempo que fica balançando a cabeça toda hora parecendo aqueles enfeites de cachorro com a cabeça solta que fica balançando um tempão, chegou a me dar agonia, as vezes tinha vontade de entrar na tela e segurar a cabeça dela pois já não tava aguentando mais, tava me dando nervoso já ao mesmo tempo que achava hilário kkkk
O episódio 4 me fez rir demais, é incrível como as pessoas turvam o juízo pra acreditar no que querem pois elas precisam muito daquilo pra dar um senso de propósito as suas vidas,
aqueles gravatas investindo nela porque se sentem ultrapassados nesse mercado de startups de jovens bilionários, é como um cinquentão namorando uma garota de vinte anos pra se sentir jovem de novo, e a musiquinha no final? Kkkkk
suicídio do Ian Gibbons, pesado, teve a vida destruída pela Elizabeth sendo que ele tinha carinho por ela de verdade, aí ela falando depois que isso foi bom pois ele não ia testemunhar mais contra ela, cara, que miserável,
dois ótimos episódios em sequência, a série tem uma certa barriga, mas melhora muito a partir do episódio 4 e até o fim se mantém em alto nível, valeu muito a pena assistir.
Essa é daquelas obras que conseguem exemplificar o que às vezes a gente com palavras não consegue explicar. Didaticamente mostra a trajetória de alguém que começou com uma boa intenção e se disvirtuou pelo caminho, ou como às vezes alguém mente olhando no seu olho com total convicção e como esse tipo de gente desesperadamente se agarra com tudo em suas verdades forjadas. A série mostra como essa mulher foi engenhosa com o mesmo talento que negava a realidade em sua redoma fantasiosa achando que só sair correndo dali a livraria de seus problemas.
"Você é o que você come". Já ouvi muito essa frase e também escuto outra muito parecida: "você é o que você faz" (profissionalmente). E eu nem discordo, acho que faz muito sentido, eu sou uma prova viva disso. E por isso achei tão curioso quanto triste ver a personagem deixando a Elizabeth de lado pra se tornar a própria Theranos. Uma farsa personificada, uma golpista idealista que se embreagou de seus próprios delírios covardes pra fugir das responsabilidades com a desculpa de ser simplesmente uma mulher ambiciosa querendo um mundo melhor (pra ela). Mas o jogo do capitalismo muitas vezes anestesia os princípios e causa miopia de caráter a ponto de não conseguir enxergar muito além do próprio umbigo.
Pra além disso eu também fiquei pensando quantas outras empresas por aí com grandes nomes e reputações também não atravessam nossas vidas e podem estar nos sabotando, nos enganando? Eu acho que é uma série que traz muito pra pensar sobre o mundo que a gente tá vivendo e vale a pena assistir. E pra não dizer que eu não tive a decência de elogiar a performance da Amanda, aqui fica o espaço pra dizer o quanto ela tá incrível na personagem e dá pra ver a dedicação na interpretação nos mínimos detalhes. Eu achei que ela tava esquisita no começo mas depois que eu fui pesquisar a real Elizabeth tudo fez muito sentido. Ela mereceu todo o reconhecimento que ela conquistou com esse trabalho e na minha opinião ela tá irretocável.
Achei a série muito boa. Foi muito bem produzida e o roteiro vai te prendendo fazendo com que vc assista um episódio atrás do outro. Cheguei a ver uns vídeos reais de Elizabeth Holmes e de fato, Amanda Seinfield ficou muito semelhante a ela, até mesmo nos trejeitos. Só queria que no último episódio eles tivessem mostrado mais como ela (fisgou) conheceu o trou..., ops quero dizer, o apaixonado Billy. Quem diria que depois de tudo isso, ela encontraria o verdadeiro amor, que por coincidência é quase 10 anos mais novo e ainda por cima herdeiro de uma fortuna.🤭
Elisabeth Holmes certamente é uma sociopata com privilégio branco... onde que justiça espera tu ter dois filhos pra ser presa numa cadeia de MININA SEGURANÇA nos estragos unidos, deixa de pagar a trilionária divida e o marido é permitido abrir uma startup no mesmo molde da theranos!! vai ter privilegio branco lá fora mesmo viu!! sociopata sem arrependimento nenhum total!!! mas recomendo ler o livro antes, MUITO mais detalhado!!!
elizabeth holmes vc é um monstro, e ainda por cima fingia ter aquela voz grave kkkkk ah nao
Vi essa série depois de ver Vinagre de Maça e uma coisa que a Elizabeth tem em comum com a Belle Gibson é esse estado de completa alienação e negação da realidade, pra quem não sabe Belle Gibson é uma golpista que vendia a cura do câncer a base de receitas naturais, enquanto elas mentem pros outros elas querem muito acreditar nas próprias mentiras pois não conseguem confrontar a realidade pois isso iria arrasá-las,
a última cena onde a advogada da Elizabeth diz que ela feriu pessoas mostra bem isso, ela sai do prédio desesperada não aguentando ouvir aquilo, bota fones de ouvido pra tentar se distrair, mas não adianta, então ela começa a gritar de raiva, mas aí quando o motorista do Uber que ela pediu chega vira uma chave na cabeça dela e ela volta pra personagem.
Realmente a cabeça de pessoas assim tem uma configuração diferente, não acho que é só "maldade", pra mim é um estado de auto alienação, a pessoa não vive no mundo real, ela vive no mundo que projetou na cabeça dela, aí se o mundo real a confronta de alguma forma ela tenta adaptar aquilo ao mundo dela estabelecendo uma noção de sentido muito torta vendo de fora, mas que pra pessoa funciona e faz ela seguir adiante no auto engano, talvez por isso tanta gente caia nesses grandes golpes, se a pessoa consegue acreditar nas próprias mentiras vai passar muito mais legitimidade ao mentir do que uma pessoa que só quer te enganar.
Enfim, ótima série, Amanda Seyfried já tinha se provado boa atriz pra mim antes, mas esse papel só deixa isso mais cristalino, cara, é impagável ela engrossando a voz pra falar ao mesmo tempo que fica balançando a cabeça toda hora parecendo aqueles enfeites de cachorro com a cabeça solta que fica balançando um tempão, chegou a me dar agonia, as vezes tinha vontade de entrar na tela e segurar a cabeça dela pois já não tava aguentando mais, tava me dando nervoso já ao mesmo tempo que achava hilário kkkk
O episódio 4 me fez rir demais, é incrível como as pessoas turvam o juízo pra acreditar no que querem pois elas precisam muito daquilo pra dar um senso de propósito as suas vidas,
aqueles gravatas investindo nela porque se sentem ultrapassados nesse mercado de startups de jovens bilionários, é como um cinquentão namorando uma garota de vinte anos pra se sentir jovem de novo, e a musiquinha no final? Kkkkk
Aí vem a pedrada do episódio 5 com o
suicídio do Ian Gibbons, pesado, teve a vida destruída pela Elizabeth sendo que ele tinha carinho por ela de verdade, aí ela falando depois que isso foi bom pois ele não ia testemunhar mais contra ela, cara, que miserável,