Como de praxe na filmografia terayamaniana em curta-metragem, um relato repleto de poesia e de sobreposições imagéticas, com uma trilha musical tão melancólica quanto sublime. Os efeitos visuais que lembram a deterioração que acontece em fotografias antigas são muito efetivos em suas intenções dramáticas: projetamo-nos na tela, naquelas lembranças alheias, naqueles testemunhos de saudades e/ou términos relacionais - e como tudo dói, ao mesmo tempo em que nos deslumbra. Belíssimo! (WPC>)
Terayama nem precisa de palavras para descrever a memoria, o esquecimento a identidade de nós mesmo. Lindo.
Como de praxe na filmografia terayamaniana em curta-metragem, um relato repleto de poesia e de sobreposições imagéticas, com uma trilha musical tão melancólica quanto sublime. Os efeitos visuais que lembram a deterioração que acontece em fotografias antigas são muito efetivos em suas intenções dramáticas: projetamo-nos na tela, naquelas lembranças alheias, naqueles testemunhos de saudades e/ou términos relacionais - e como tudo dói, ao mesmo tempo em que nos deslumbra. Belíssimo! (WPC>)