Em um dos grandes estúdios de Hollywood, a Paramutual Pictures, o big boss da companhia, T.P. (Brian Donlevy), está muito irritado, pois a empresa dia a dia está perdendo dinheiro. Porém isto não acontece na bilheteria, e sim dentro do próprio estúdio. Durante uma reunião de diretoria, onde o assunto é levantado, T.P. apresenta para os diretores um técnico em eficiência, mas Irma (Isolbel Elsom), uma das sócias da companhia, se indispõe com ele, dizendo que isto não ira funcionar. O técnico se retira irritado, então T.P. e a diretoria concluem que precisam de uma pessoa totalmente desconhecida para fazer esta inspeção. Eles acabam escolhendo um colocador de cartazes, Morty S. Tashman (Jerry Lewis), que é uma pessoa muito boa e honesta, mas com uma incrível capacidade de arrumar confusões.
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Pode conter spoilers entregando comedia...
Os filmes onde lewis atua sozinho, sempre rendem mais do que com sua parceria com o Dean, onde sempre fica apagado para segundo plano, aqui ele brilha, com seu humos bobo cheio de caras e caretas, trejeitos e danças, referencia para N comediantes.
A historia aqui menos importa e só um chamariz para um festival de gags, e curiosidades do cinema dos anos 50 e 60, tanto que muito parece scratch , quadros dentro de um filme, a cena da goma com as crianças, e ele fingindo ser um executivo, mimetizando som de jazz é genial.
Porem o final do filme, define bem o pior traço disparado do Jerry, descrito em documentários e programas sobre ele, o ego, acabar uma obra muito boa desfilando sua visão de si mesmo, nao foi uma expressão de auto afirmação e ambição, e sim a obstinação de se ver como um astro, que carregou durante sua existência, inclusive a amargura de chegar ao ostracismo. Jerry foi um genio da comedia, mas tinha seu lado obscuro.
Tem várias cenas engraçadas,
como a do empregado(Jerry) atendendo as crianças e a cena do elevador.
Esse tenho certeza de nunca ter assistido. É um pouco abaixo da média no quesito gargalhadas, porém é um bom filme. Praticamente zero cenas musicais, nenhum sapateado ou romance, o que ajuda bastante a ganhar uma boa avaliação.
"O Mocinho Encrenqueiro", no contexto geral, é criativo, cômico e hilariante. Este é um dos melhores filmes de Jerry. Divertido á beça!
Um filme repleto de "gags" - umas boas, outras nem tão boas - mas que no somatório geral é positivo, em mais um trabalho de um dos maiores humoristas do história do cinema.