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Data de lançamento
11 Set. 2013Duração
Ambientado durante a tomada do trono por Sejo de Joseon no ano de 1455, o filme segue a vida de Nae-Kyung. Nae-Kyung, filho de uma família nobre arruinada. Ele é capaz de avaliar a personalidade, o estado mental e os hábitos de uma pessoa, olhando para o rosto de alguém. Por causa de suas habilidades, ele se envolve em uma luta de poder entre o príncipe Sooyang e Kim Jong-Seo.
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parafraseando lulu superporp: muito emocionante, mas... não pra mim
Um belo filme, mas não deixa de ser frustrante, pois poderia ser uma obra-prima. As atuações são excepcionais, principalmente de Song Kang-ho, um verdadeiro MONSTRO que engole qualquer papel tamanho suas virtudes interpretativas. A direção é inteligente e competente nas nuances exigidas e frequentes alterações de tom do longa, que se divide harmonicamente entre o drama e a comédia. Uma parte técnica igualmente fantástica, da trilha sonora ao design de produção.
Porém, o roteiro - sempre ele - derrapa justamente quanto mais exigido, no clímax, ao apelar tanto para o sentimentalismo barato e ao tradicional melodrama da escola do leste asiático, o que diminui o impacto e alcance das cenas. Os atores conseguem contornar levemente os exageros com seu talento, mas o efeito prejudicial é indelével.
De qualquer forma, vale a conferida.
Esse filme me lembrou bastante o drama "The King's Face", já que ambos retratam pessoas que tem essa habilidade de ler rostos e que cada rosto diferente diz o destino da pessoa.
Eu sinceramente não acredito muito nisso, não acho que um rosto diz alguma coisa sobre alguém, suas ações é que ditam isso!
Por isso mesmo que o cara foi enganado pelo irmão do rei, ele estava tão focado em tentar ler os rostos das pessoas do palácio para encontrar o traidor, mas tudo que ele tinha que fazer era prestar bem atenção.
Quem ele achava que era seu aliado, só o estava usando.
Um ótimo elenco faz parte dessa história, mas ela não conseguiu prender a minha atenção tanto quanto eu imaginava.
Song,vc arrasou aqui meu filho.Que atuação primorosa!
Amei a relação fraternal entre Kyung e Paeng Hun <3 Mais ainda a relação pai e filho (Jin Hyeong foi um personagem que estava ali,pairando à distância,e que rapidamente ganhou contornos incríveis que infelizmente culminaram com a sua morte,que foi trágica e linda).
O que dizer desse príncipe filho da puta?
Suyang entrou para o seleto rol dos "Vilões sem nenhum pingo de humanidade e compaixão". Mano sério?Matar o povo tudo com tamanha brutalidade?Lee,aplausos,pq vc conseguiu extrair a besta q existia em vc e passá-la para a atuação,cruzes.
Filme muito bonito visualmente,especialmente pelo figurino e pela paisagem.
A corrupção num grau altíssimo é retratada fielmente.
Típico filme com final trágico,mas q vc n consegue deixar de gostar,por ter sido tão bem contado e por estar tão próximo do real.Ótimo mesmo.
Trama de época que preenche todos os requisitos necessários para um conto de "intriga palaciana" bem contada. Seus três atos progridem da comédia leve para o drama e, finalmente, a tragédia. O grande problema é que se preocupa demais com meandros políticos, e diz pouco sobre leitura real da face.
Começa a partir de um tema incomum para deslizar em resoluções relativamente convencionais. Mas, ostenta um aparato técnico primoroso (figurino, fotografia, etc) de encher os olhos. Vale uma conferida!