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Data de lançamento
15 Junho 1999Duração
Um conceituado general (James Cromwell), que está sendo cotado para compor uma chapa que concorrerá à presidência dos Estados Unidos, sofre um grande revés quando sua filha (Leslie Stefanson), uma capitã do exército, é encontrada amarrada, nua e morta no chão de uma base militar. Imediatamente um investigador (John Travolta) do exército, que agia sob disfarce, é chamado para investigar o caso e junto com ele uma advogada (Madeleine Stowe) também tenta entender a razão do crime.
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IMPRIMATUR - visto no cinema em 1999:
Um enlatado do Travolta totalmente descartável... ainda tem aquela musica chatinha na abertura do filme
Avaliação em nota: 4.5
Achei que as coisas vão acontecendo sem empolgar muito. O início começa bem, frenético e tenso. Depois o filme foca na investigação do assassinato e perde um pouco a força. A explicação do assassinato foi meio boba.
Acho que poderiam ter explorado o trauma da personagem melhor.
É um filme sem pontas soltas e com um final merecido para
os culpados
Bom passatempo.
Filmão!
Assunto aborda questões que até hoje, infelizmente, é recorrente.
Mesmo não gostando do John Travolta, tenho que admitir que gostei da atuação dele.
Um ótimo filme que se perde um pouco, mas traz uma história bem interessante e atual , até porque no exército tudo é meio obscuro em relação ao que acontece lá dentro, isso desde sempre.
O filme joga luz em cima disso e surpreende, mesmo com alguns equívocos na condução.
É um filme antigo, mas ao mesmo tempo extremamente atual, sobretudo quando pensamos no preço do silêncio imposto pela hierarquia. O Exército, ao longo dos anos, acobertou crimes em nome da proteção de sua imagem. Quando um representante da instituição prefere preservar sua própria reputação em vez de defender a própria família, percebemos como a vergonha e o orgulho podem se transformar em barreiras à responsabilização e à justiça.
As mulheres vêm, há décadas, conquistando espaços em cargos que antes eram considerados exclusivos dos homens. No entanto, isso não as isenta das inúmeras situações de violência e discriminação às quais continuam expostas. O estupro coletivo sofrido pela personagem Elisabeth Campbell nos leva a refletir sobre valores morais e sobre como um trauma não tratado pode devastar a vida de uma pessoa, mesmo aquela que aparenta força e sucesso. John Travolta, em seu papel de investigador militar, representa a integridade, a coragem e a busca incansável pela verdade, mesmo quando isso significa desafiar o próprio sistema.
Por fim, esse filme é muito mais do que um simples passatempo: é um espelho de uma sociedade ainda marcada pelo machismo, pela omissão e pela violência contra as mulheres, uma sociedade que, em muitos aspectos, ainda tenta negar às mulheres o direito de ocupar espaços de poder com o mesmo respeito e reconhecimento concedidos aos homens.