Jeffrey Stewart e seu parceiro Dan Forbes, agentes A-Men do Escritório de Investigação Científica (O.S.I.), são enviados para uma loja de eletrônicos local para checar uma ocorrência estranha: um forte campo magnético afetou todos os itens feitos de metal da loja. Investigações mais profundas traçam a origem da fonte magnética para um avião comercial, onde embarca o cientista Howard Denker, letalmente afetado pela radiação.
Os estudos conduzidos por Denker levaram à criação de um elemento poderoso, que sofre implosões regulares, consumindo toda a energia ao seu redor proveniente de metais e dobrando de tamanho. Se seu crescimento não for impedido, ele pode assumir proporções enormes e tirar a Terra de seu eixo.
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Um cientista "cria" um elemento que começa a se expandir e se torna uma ameaça. Antes de morrer este cientista diz que já fez a parte dele criando o tal elemento e que agora esta "coisa" teria que ser destruída, ou em outra palavras "eu já fiz a bobagem, agora se virem"...
O título é enganoso, não existe monstro algum, apenas esta "coisa" radioativa, que é guardada numa caixa especial que na verdade é parecida com uma simples caixa de ferramentas.
Um infindável blá blá blá com termos supostamente científicos, algumas cenas dispensáveis com a vida pessoal do protagonista, cuja mulher está grávida. Das muitas sci-fi dos anos 50, esta é particularmente repetitiva e arrastada. Uma chatice radioativa.
Pela Darkflix se chama O Monstro Magnético
O roteiro é típico do pós guerra e da ascensão da tecnologia nuclear, não é muito original (cientistas e experimentos malucos), mas uma direção segura deu a intensidade ideal ao desenrolar das cenas, boa produção e atuações convincentes mantem a tensão até a ultima cena.
o filme é estranho do inicio ao fim u.u mas vale pelos dialogos impagaveis que tem no filme rs