Me incomoda um pouco essa falta de foco que Harold Lloyd faz em seus curtas, com eles tendo um título que sequer é o mote principal da trama. No caso, ele é um apanhado de gags sobre questões aleatórias, como a conquista da filha, a luta com o pai, a fuga da polícia, a fuga dos maratonistas, o piquenique e o salvamento. Ou seja, em 10 minutos há pelo menos seis segmentos que, apesar de serem interessantes e darmos risada, fazem com que ele não tenha um mote principal. Ainda assim, a cena dos espelhos é sensacional.
Me incomoda um pouco essa falta de foco que Harold Lloyd faz em seus curtas, com eles tendo um título que sequer é o mote principal da trama. No caso, ele é um apanhado de gags sobre questões aleatórias, como a conquista da filha, a luta com o pai, a fuga da polícia, a fuga dos maratonistas, o piquenique e o salvamento. Ou seja, em 10 minutos há pelo menos seis segmentos que, apesar de serem interessantes e darmos risada, fazem com que ele não tenha um mote principal. Ainda assim, a cena dos espelhos é sensacional.
Nada se cria, tudo se copia, não é, irmãos Marx?
Divertidíssimo, mas eu teria curtido mais se não fosse pelo blackface que acontece no meio da história.
A maratona em si é pouco tempo.