Claire era apenas uma criança quando seu melhor amigo foi sequestrado e assassinado. Vinte e cinco anos depois, Bill, o pai do menino morto, tem um plano para descobrir a verdade sobre o que realmente aconteceu.
Tinha chance de ser bom. Tem uma atmosfera bacana, uma camada de misticismo, espiritismo, outra de mistério policial. A narrativa meio falso documentário ajuda, não é aquela coisa nauseante. Ia bem, mas desando no roteiro, fico difuso, longo, dava pra ter enxugado sem perder nada. Me lembro alguns filmes nessa linha, baixo orçamento, produção meio caseira, que só engrena no final. Luzes de alguma coisa (nome de uma cidade dos EUA), um grupo de jovens vão em busca de OVINIS no meio do deserto, algo assim.
O diretor tenta te enganar colocando trilha sonora de suspense em quase toda cena, pra fingir que algo está acontecendo, qndo na verdade 90% do filme é só gente andando, olhando pro nada ou tendo diálogos frívolos. Um desperdício de cenário..
O terror atmosférico inicial acaba se entrelaçando com outras modalidades de horror e não se decide qual linha seguir. Se tivesse privilegiado apenas o apelo do local e suas várias possibilidades poderia ter terminado melhor. Mas confundiu-se demais e se auto-atropelou, apesar da ótima atuação de Sophia La Porta.
Tinha chance de ser bom. Tem uma atmosfera bacana, uma camada de misticismo, espiritismo, outra de mistério policial. A narrativa meio falso documentário ajuda, não é aquela coisa nauseante. Ia bem, mas desando no roteiro, fico difuso, longo, dava pra ter enxugado sem perder nada.
Me lembro alguns filmes nessa linha, baixo orçamento, produção meio caseira, que só engrena no final. Luzes de alguma coisa (nome de uma cidade dos EUA), um grupo de jovens vão em busca de OVINIS no meio do deserto, algo assim.
Nada memorável. Bom clima de mistério, o filme é lento e no final não agrada a paciência do telespectador
O diretor tenta te enganar colocando trilha sonora de suspense em quase toda cena, pra fingir que algo está acontecendo, qndo na verdade 90% do filme é só gente andando, olhando pro nada ou tendo diálogos frívolos. Um desperdício de cenário..
Fiquei indignado
Velho fdp véi
O terror atmosférico inicial acaba se entrelaçando com outras modalidades de horror e não se decide qual linha seguir. Se tivesse privilegiado apenas o apelo do local e suas várias possibilidades poderia ter terminado melhor. Mas confundiu-se demais e se auto-atropelou, apesar da ótima atuação de Sophia La Porta.