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O filme conta a história do conflito da Irlanda do Norte, cobrindo desde a colonização britânica à divisão do território em 1922. E então, detalha os eventos da década que começam em 1968, testemunhando tumultos de rua, violência policial e ataques com bombas incendiárias.
Quando o governo britânico alertou as embaixadas de que o filme prejudicava sua imagem, Arthur MacCaig declarou que essa foi “a melhor crítica que já recebi”. Uma visão geral do conflito da Irlanda do Norte que revelou a verdadeira situação por trás das representações da imprensa do The Troubles.
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Vejam também "a imagem que você perdeu", do filho desse diretor. Baita dobradinha que o MUBI propiciou.
Baita documentário sobre o tema. E sobre como se fazer um documento político.
Vi este filme apenas para cumprir tabela e deparei-me com uma jóia militante de primeiríssimo grau: uma aula de como se tomar partido num dissenso. O documentário fundamenta muitíssimo bem sua lógica militante e demonstra-se brilhante enquanto apresentação de linguagem de protesto. Canções 'folk', notícias de telejornais, charges, tudo serve à profusão de argumentos contra a dominação britânica numa guerra ideológica que, tal qual anunciado na abertura, nada tem de religiosa". E o que mais impressionou-me aqui: a luta encabeçada por mulheres comuns, que rebelam-se de maneira mui agressiva - antes mesmo de surgir a palavra "empoderamento". Filmaço. Não conhecia: tornei-me fã! (WPC>)