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A cineasta Cassie Jaye segue o misterioso e polarizador movimentos dos direitos do homens. The Red Pill explora a guerra dos gêneros e deixa a questão, "qual é o futuro da igualdade de gêneros"?
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foram décadas de misandria e normalização do ódio e a injustiça ao homem. e a mídia enfia na cabeça do gado que não existe denuncias falsas e tortura das mulheres contra homens.
https://www.youtube.com/watch?v=GVylt5vIFlU
e a mesma turma que votou contra aumentar a pena para estupradores. esta querendo criminalizar um movimento que faz memes e critica a hipocrisia do movimento feminista que é puro suco da misandria e odeia o cristianismo. o que tem de página de feminista ensinando dar golpe e mentir. mas ninguém faz nada sobre. esse documentário ai merecia uma versão brasileira.
The Red Pill (2016) [~2h] é um documentário suave, acessível, levemente lento, não-militante sobre dificuldades masculinas num mundo apresentado como tiranicamente ou vilinisticamente masculino.
a obra é surpreendentemente boa, respeitosa, confortável de assistir, sem ser nem anti-feminista, nem confrontacional, nem panfletária, nem propagandista ou proselitista. não parece ser uma tentativa de convencer o telespectador a nada. mas, apenas, uma coleção de conversas. parece um diário - declarado, honesto, genuíno - de alguém que enfrentou uma perspectiva diferente da que conhecia ou que assumiu ao longo da vista e foi impactada por ela.
assim, a obra é parte da jornada da autora, sem me parecer que foi feito como sendo outra coisa. sem me parecer comprometido com a conversão do telespectador. não é, e nem quer ser, messiânico. e por isto me parece inerte ou sem apelo ou apego. não apresenta ameaça e nem muda nada.
ao contrário, a obra mostra - indiretamente - a força ou o controle das paixões - principalmente políticas ou relativas ao poder - sobre os seres humanos. o quão intenso ou convincente ou atrativo ou sedutor uma vida de carregador de bandeiras pode ser. o quão persuasivo é o caminho do partidarismo, da militância, do sectarismo. o quão fácil é encontrar sentido - talvez falso - nos confrontos ou discursos políticos. a força de atração das posições de comando, a força gravitacional do poder, da definição das leis, do controle sobre comportamentos, da definção de soluções-oficiais e formatação de discursos.
a obra pode lhe permitir a ver seres humanos como entidades perigosas. mas seria uma pena alguém depender desta obra para perceber isto.
não há bons moços. nem há salvadores. tudo sempre continua. só continua.
agora tenho que assistir Brainwash (2010) [O Paradoxo da Igualdade], Hoaxed (2019), No Safe Spaces (2019), 2000 Mules (2022), What Is a Woman? (2022).
_o/
Primeiramente: devo dizer que é uma pena a ideia central e importante deste filme ter chegado tão deturpada no Brasil sendo achincalhada de forma certeira por causa de falas bestas como " mulher acima de 30 anos não serve" , "processo ou bala" ou "toda mulher é v...unda até que me prove o contrário".
Segundo: não há qualquer diminuição das pautas feministas legitimas que procuram igualar as mulheres ao mesmo patamar dos homens dentro da sociedade.
Terceiro: depois de assistir não há como negar que existem sim, assuntos relacionados ao lado masculino, que não são poucos, que precisam e muito serem discutidos. Mas isso servirá apenas áqueles que conseguirem, homens e/ou mulheres, abrirem a mente saindo de sua bolha de ódio, estupidez e ignorância.
De resto: direção e edição excelente, pena que não teve mais.
A conclusão que eu chego depois de ver esse documentário, é que se os Estados Unidos não tivessem difundido sua cultura de maneira tão ampla, o resto do mundo certamente seria um lugar muito melhor de se viver.