Sherlock Holmes é levado a Viena pelo dr. Watson para tentar se curar do vício em cocaína. O tratamento será guiado pela mente igualmente brilhante de Sigmund Freud. Enquanto o psicanalista ajuda Holmes com seus fantasmas do passado, o detetive tenta desvendar um crime envolvendo uma ex-paciente.
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The Seven-Per-Cent Solution de 1976, no Brasil Visões de Sherlock Holmes. Tem seus pontos positivos, mas confesso que a história não me prendeu. O ritmo e o desenvolvimento da trama acabam não envolvendo o suficiente, e isso pesa bastante na experiência.
Pior ainda: acho que o grande Robert Duvall não tem o porte físico para ser Watson. A escolha simplesmente não casou com a imagem clássica do personagem. E isso não é culpa de Duvall, que é um ator excelente, mas sim de quem o escolheu para o papel. Até Nicol Williamson como Holmes não me agradou. Basil Rathbone jogou o sarrafo lá em cima, e já seria difícil qualquer um chegar perto. Achei a interpretação aquém do que esperava.
Laurence Olivier como Prof. Moriarty foi um desperdício. O personagem acaba quase passando batido, pois não chega nem a ser um coadjuvante de verdade nesse filme. Ele funciona mais como pano de fundo e é mais citado do que realmente aparece em cena, o que é uma pena considerando o peso do ator e do vilão.
Alan Arkin como Freud está muito bem. Não conheço muito de Freud além do básico, portanto não posso falar de semelhanças com a figura real, mas a atuação me agradou e traz um certo frescor para a história.
A narrativa poderia ter sido melhor aproveitada. Tem bastante tempo gasto em cenas demasiadamente longas —
vide a sequência dos cavalos e a do trem, por exemplo
No geral, um filme com nomes pesados e algumas boas ideias, mas que peca no ritmo, nas escolhas de elenco para os papéis clássicos e no aproveitamento de figuras importantes como Moriarty.
Assistido em 19/09/2026
Muito legal, vide roteiro, ambientação, trilha e elenco!
Aventura divertida com uma premissa fascinante, o encontro entre o famoso detetive inglês com o pai da psicanálise! Boa produção, roteiro movimentado e um elenco afiado (Arkin, Duvall, Nicholson, Redgrave e Olivier) garantem o interesse.
Esquecido e bem acima da média.
O melhor filme com/sobre/do Sherlock Holmes.