No Século 17, o jovem provinciano D'Artagnan parte em direção a Paris para tentar se juntar aos mosqueteiros, guardas do rei. No decorrer da história, ele acaba enfrentando muitos problemas, encontra um amor e ainda os amigos mosqueteiros Athos, Porthos e Aramis.
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"Os Três Mosqueteiros" (1948) é uma das adaptações mais famosas do clássico de Alexandre Dumas, produzida pela MGM em Technicolor. O filme é conhecido por sua energia vibrante e pelas coreografias de luta acrobáticas, que remetem aos números de dança de seu protagonista, Gene Kelly.
Kelly utilizou suas habilidades de dançarino para criar combates de espada altamente atléticos. Maior bilheteria da MGM em 1948, a produção se destaca pelo figurino luxuoso de Walter Plunkett e pelo uso vibrante das cores.
Lana Turner, Vincent Price, Van Heflin, June Allyson e Angela Lansbury completam o competente elenco de apoio. A direção fica a cargo do eficiente George Sidney.
Embora seja considerada uma das adaptações mais fiéis em termos de "espírito" e aventura, a MGM fez mudanças pontuais para adequar a trama ao Código de Ética de Hollywood da época.
Para os saudosistas, este clássico marcou época em exibições na TV aberta pelas extintas sessões Classe A (Globo) e Primeira Classe (TV Manchete) na década de 80.
Pela maravilhosa nostalgia, 5 estrelas.
11.07.1990
Fiz um esforço para continuar assistindo esse filme até o final, apenas porque sou fã do Gene Kelly e pretendo ver toda a filmografia dele, mas foi difícil. Eu não tive nenhum tipo de conexão com os personagens e nem interesse para acompanhar a estória (melhora um pouco quando o foco está na vilã, que foi uma grata surpresa e sempre me chamava a atenção). O desenvolvimento não é muito empolgante, acredito que vários pontos poderiam ter sido encurtados (essa duração de 2 horas foi excessivamente cansativa). De positivo, eu diria os figurinos, a direção de arte, a fotografia, os momentos mais dramáticos, a coragem de fazer alguns desfechos trágicos (sei que não é um roteiro original, mas ainda assim, é corajoso por ser algo da década de 40) e as cenas de ação (é impressionante toda a desenvoltura e entrega dos atores, principalmente, do Gene Kelly, que já tinha mostrado suas acrobacias nos musicais).
Assisti no dia 03/04/23
Tudo neste filme funcionou bem e, além de tudo, ele é encantador e mágico. De ritmo rápido o roteiro não fica enfadonho (se bem que alguns personagens são pouco deliniados, detalhes a parte!!).
O elenco nem precisa comentar que está soberbo. Gene Kelly está acrobático e carismático com o seu D'artagnam. Van Helflin Gig Young e Robert Coote, com seus personagens (Athos, Porthos e Aramis) levam alegria e bom humor para a trama. Vicente Price num papel vilanesco sabe muito bem interpretar homens com estereótipos loucos e sedentos por vingança. Combinando com a interpretação soberba e vilanaz de uma Lana Turner sensualíssima e ambiciosa. Por sua vez, as personagens de Junne Allysson e Angela Lansbury são doceis, meigas e amorosas. E restou para Patrícia Medina uma aparição engraçada e leve, atuando ao lado de Gente Kelly e Lana Turner.
A direção de George Sidney está fantástica, pondo um ritmo acelerado e ágil à narrativa. Embelezando sua película com bonita fotografia brindada por um grande elenco e ótimas atuações.
Uma versão digníssima da obra literária de Mousieur Dumas. É uma fita que se fez importante e oportuna de ter sido reprisado nas sessões vespertinas da TV aberta.
Gosto muito da versão de 1993, mas esta é a melhor versão feita, até hoje, do romance clássico de Monsieur Dumas.
E quem discordar, é clubista.