Inspirado numa estória real sobre uma mulher que alegou que o espírito de seu filho abortado estava a assombrando. O número "2002" no título refere-se ao número de fetos abortados ilegalmente recentemente descobertos em um templo em Bangkok.
Para um filme de baixo orçamento tailandês não é ruim. Assistindo ao filme ele me soou como uma propaganda anti aborto, o que foi confirmado pelo próprio filme no final. Não é um filme super interessante ou bem feito, mas prende a sua atenção e assusta em alguns momentos. Como propaganda também funciona, apesar de eu ser contra essa história de mostrar só um lado da moeda, achei válido por mostrar o lado espiritual do aborto. Seja qual for a religião, espirito é sempre um interessante terreno para filmes de terror.
Um horror falho... "The Unborn Child" conta história real de Trai, Phim, e sua filha, Yaimai, que começam a sentir assombro quando Yaimai traz um brinquedo para casa de um templo...Não é um brinquedo assassino. Em paralelo, o filho recém nascido também segue um jovem casal adolescente que inesperadamente fica grávida e contrata um abortista ilegal para ajudar, e uma jovem que está grávida. Esta terceira subtrama é muito obscura durante a maior parte do filme. Então, todos os três grupos começam a experimentar assombrações aparentemente de fantasmas infantis. O último ato se perde logo com algumas cenas estranhas e fora de lugar. No entanto, o final oferece um encerramento satisfatório, embora escuro. No geral "The Unborn Child" é um filme com um conceito familiar e interessante, e uma infeliz falta de assusto. A trama previsível poderia ter sido desculpável se tivesse mais conteúdo e horror. Em vez disso, o filme parece que está arrastando os pés para um final inevitavelmente previsível. A história é interessante, apesar de ser genérica, há alguns bons sonhos e visões misteriosas, no entanto, há uma decepcionante falta de horror neste filme, e algumas histórias e histórias são desleixadas.
O desenvolver da história é lento e isso faz com que seja bem cansativo de assistir. Durante o filme inteiro pensei que veria algo diferente do que realmente foi...
E pra mim esse tal de Tri realmente mereceu o que aconteceu com ele! Ele fez essa coitada dessa moça abortar uma vez, depois engravidou ela de novo e queria que ela abortasse novamente só porque ele é casado?! Fiquei com dó dela, que terminou com o mesmo destino dele e pra mim ela não tinha culpa, foi praticamente obrigada a fazer o aborto ¬¬'
Para um filme de baixo orçamento tailandês não é ruim. Assistindo ao filme ele me soou como uma propaganda anti aborto, o que foi confirmado pelo próprio filme no final. Não é um filme super interessante ou bem feito, mas prende a sua atenção e assusta em alguns momentos. Como propaganda também funciona, apesar de eu ser contra essa história de mostrar só um lado da moeda, achei válido por mostrar o lado espiritual do aborto. Seja qual for a religião, espirito é sempre um interessante terreno para filmes de terror.
Um horror falho...
"The Unborn Child" conta história real de Trai, Phim, e sua filha, Yaimai, que começam a sentir assombro quando Yaimai traz um brinquedo para casa de um templo...Não é um brinquedo assassino.
Em paralelo, o filho recém nascido também segue um jovem casal adolescente que inesperadamente fica grávida e contrata um abortista ilegal para ajudar, e uma jovem que está grávida. Esta terceira subtrama é muito obscura durante a maior parte do filme. Então, todos os três grupos começam a experimentar assombrações aparentemente de fantasmas infantis. O último ato se perde logo com algumas cenas estranhas e fora de lugar. No entanto, o final oferece um encerramento satisfatório, embora escuro.
No geral "The Unborn Child" é um filme com um conceito familiar e interessante, e uma infeliz falta de assusto. A trama previsível poderia ter sido desculpável se tivesse mais conteúdo e horror. Em vez disso, o filme parece que está arrastando os pés para um final inevitavelmente previsível. A história é interessante, apesar de ser genérica, há alguns bons sonhos e visões misteriosas, no entanto, há uma decepcionante falta de horror neste filme, e algumas histórias e histórias são desleixadas.
O desenvolver da história é lento e isso faz com que seja bem cansativo de assistir.
Durante o filme inteiro pensei que veria algo diferente do que realmente foi...
E pra mim esse tal de Tri realmente mereceu o que aconteceu com ele!
Ele fez essa coitada dessa moça abortar uma vez, depois engravidou ela de novo e queria que ela abortasse novamente só porque ele é casado?! Fiquei com dó dela, que terminou com o mesmo destino dele e pra mim ela não tinha culpa, foi praticamente obrigada a fazer o aborto ¬¬'
atuações péssimas... chega a ser meio engraçado.
caramba, os efeitos especiais são péssimos mesmo! gostei das cenas de tensão infinitas... sei lá, é interessante, mas tendencioso.