Uma caixa sem rótulo de uma fonte desconhecida é entregue a uma casa na floresta. O proprietário Henry Jordan (Michael St. Michaels) imprudentemente aceita a entrega, apenas para descobrir que ela contém um aparelho de TV, só que este abre um portal dimensional para um universo zumbi.
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The Video Dead é aquela típica brisa sem tamanho que só o cinema trash dos anos 80 e 90 conseguia proporcionar. A premissa da TV amaldiçoada que solta zumbis é uma tosqueira completa, mas é justamente por causa dessa galhofa que o filme acaba divertindo.
Não dá para levar o roteiro a sério, mas vale o destaque para os efeitos: para uma produção de baixo orçamento daquela época, a maquiagem dos monstros é surpreendentemente bem feita e tem bastante personalidade.
É bem trash mesmo. O diretor nem consegue manter as cenas em esquadro, quanto mais a história nos eixos. (dã). As atuações são - sem encontrar palavra melhor - péssimas. O roteiro e os diálogos escritos por um aluno da segunda série. De destaque mesmo a maquiagem dos zumbis, isso ficou legal, mesmo sendo MUITO lowbudget, mais limitado que aqueles orçamentos de "salshipão" de sexta-feira de quando eu era moleque quebrado.... Desde aquela época a única coisa que mudou foi que eu deixei de ser moleque... Enfim...
Divertida pérola Trash 80's, gostei da trama doida e da make, tem uns zombies que ficaram até bem feitos.
O sangue parece Ki-suco de morango!
A coisa mais bizarra no filme é o ponto fraco deles!
espelhos, tbm pudera como um espelho poderia reproduzir tanta beleza kkkk
Um trash que envelheceu mal, na época até que achei interessante a idéia, mas revendo seu baixo orçamento compromete e muito o resultado, maquiagem até que é legal feita no tradicional, mas faltou mais mortes, e o final acho que deveria ter um tom mais sério, para justificar a cena final, apenas para fãs de trasheiras brabas.
Eu tentei me divertir, ignorar a ruindade crassa daqueles diálogos estapafúrdios e das péssimas interpretações, mas é difícil... Quando o filme adere à completa falta de sentido (toda a seqüência em que Zoe finge não estar com medo dos zumbis, por exemplo), ele até funciona, em seu nonsense declarado. Gosto de como termina (a obsessão cíclica dos filmes de terror) e da piada envolvendo Bíblia Sagrada, mas é pouco para defender esta esculhambação intencional e ritmicamente insuportável. Li que é cultuado pela galera que acompanhou a chegada dos VHS ao Brasil, na década de 1980. Dá para entender o porquê: neste sentido, faz sentido! (risos) - WPC>