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Dois cientista se aproveitam de um acidente de carro e aplicam uma injeção na vítima que começa a apresentar uma mutação se transformando em lobisomem, tão logo se sinta emocionalmente alterado.
Ao voltar ao normal ele aparece em um condado na California, tentando entender o que está acontecendo, mas acaba causando mortes e terror, sendo perseguido pelo sheriff e delegados, enquanto sua espôsa e filho procuram por seu paradeiro no local do acidente.
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Visto pela primeira vez(30/06/2025).
O filme foi produzido pelo lendário Sam Katzman, responsável por uma série de filmes B realizados durante os anos 50 pela produtora Clover para a Columbia Pictures.
O ponto forte do filme, em minha opinião, é a luta humanística para salvar uma vítima dos objetivos científicos malignos e das convicções corruptas do homem. O cenário montanhoso é rico em atmosfera e é uma rajada de ar fresco em relação aos habituais cenários de filmes.
Quanto à transformação, é uma tomada direta do rosto dele, sobrepondo uma imagem após a outra, com ele usando cada vez mais maquiagem de lobisomem. É um bom visual para um efeito rápido e sujo.
"O Lobisomem" é um filme correto. Não acrescenta nada no gênero, a direção é precisa, mas bem burocrática, sem nenhuma ousadia, a explicação do uso da radioatividade é chinfrim. O roteiro abraça muito mais a carga dramática e o sofrimento familiar que o homem-lobo é obrigado a suportar.
É divertido, cumpre seu papel e agrada. Poderia ter explorado mais a parte dos médicos, acho que isso deixou a desejar, mas, no entanto, não é ruim.
Uma junção de “O médico e o Monstro” com “Lobisomem” fazem dessa fita uma formidável experiência de terror, que bebe na fonte da ficção científica e de filmes de mistérios. E pode ser encarado também como um drama social, sobre como as pessoas diferentes são vistas na sociedade hoje.
No filme, rodado em 1956 com baixo orçamento e de duração curta, acompanhamos os últimos dias de um cidadão atormentado por estranhas sensações, após passar por uma experiência radical num laboratório. Ele sofre mutação, vira um lobisomem com fúria desenfreada e ataca as pessoas por onde passa, até ser caçado pela polícia e por xerifes.
Na época do lançamento, causou controvérsia pelo tema - abre com uma referência a estudos reais sobre licantropia, ou seja, a transformação de um humano em lobo, até hoje alvo de extensos questionamentos no campo da Psiquiatria. No filme o personagem passa por isto, tentando entender o que ocorre com seu corpo, bem como a mente.
Com uma boa maquiagem e efeitos especiais da época, com a utilização de quadros sobrepostos (que mostra a transformação do protagonista em animal), é uma curiosa fita americana de horror, que saiu mês passado numa excelente cópia pela Versátil, no box “Lobisomens no cinema” – há na caixa quatro outros títulos, “O segredo do monstro” (1942), “A maldição da lua cheia” (1973), “A noite do lobisomem” (1981) e “Lua negra” (1996), juntamente com extras variados e cards colecionáveis.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
O filme marca precisamente o ponto em que o horror, que havia sido um gênero inativo no início dos anos 50, começou a substituir a ficção científica, e é o 1° de apenas 3 filmes de lobisomens feitos nos EUA durante esse período. Mais de 200 filmes já foram feitos com este icônico personagem/vilão nos cinemas de todo o mundo.
Filme de terror de baixo orçamento desconhecido e obscuro que poderia passar tranquilamente numa "Sessão da tarde". Adaptação decente do gênero lobisomem à era da Guerra Fria dos anos 50 mas que não tem nada de surpreendente em relação aos outros filmes similares. Estranho mas assistível, porém, sem muitas novidades. Previsível, mas interessante pra quem não for muito exigente. Os fãs de horror de hoje não vão achar muito assustador.
O lobisomem neste filme foi o primeiro licantropo de ficção científica e não sobrenatural da tela. Embora possuísse incrível força e ferocidade, ele poderia ser morto por balas comuns e não necessitar de lua cheia para causar transformação. Provavelmente para economizar tempo e/ou dinheiro, tiros do lobisomem fugindo do bando perto do clímax, foram filmados "dia-a-noite", enquanto os tiros de posse foram filmados durante a noite real. Interessante notar que o lobisomem aqui, no fim das contas, é a verdadeira vítima, pois todas as pessoas que ele mata aqui foram por legítima defesa.
Começa muito bom mas vai ficando chato ao decorrer do filme, a transformação do Lobisomem me causou risos involuntários. Bem filmado e dirigido principalmente pela época mas enrola demais e mostra de menos. Não considero um clássico porque de fato não tem nenhuma cena memorável mas é divertido e dá pra assistir numa boa, principalmente porque eu amo esse clima e fotografia dos anos 50.