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Data de lançamento
27 Set. 2007Duração
Daniel Plainview (Daniel Day-Lewis) e seu filho são caçadores de petróleo, que perfuram poços na Califórnia no início do século XX. Eles são desafiados por um jovem pastor, Eli Sunday (Paul Dano), cuja ambição pessoal é confrontada por Plainview. A luta entre os dois é o centro dessa conflitante, trágica e histórica jornada ao abismo da loucura causada pela corrupção, fraude e petróleo.
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Algumas pessoas são fáceis de entender mesmo: tudo é dinheiro
Um filme de quase 3 HS e chato demais, não criei conexão com nenhum personagem, a trama não empolga e apesar da passagem do tempo, tudo continua igual.
“Sangre Negro” não é apenas um filme, é um monumento cinematográfico. Esta obra é um estudo visceral sobre a ganância, a fé e a desintegração da alma humana. Daniel Day-Lewis entrega uma das atuações mais poderosas da história do cinema: sua voz, sua postura e seu olhar capturam a essência de um predador social.
Que ator senhores!
Esqueci de comentar.
Toda o arco do Paul Dano e o texto e subtexto religioso eh, generico, cliche, esteriotipico e superficial.
Eh impressionante q filme apos filme, nao sai um q realmente entenda o cristianismo e consigar criticar de maneira q nao pareca um esquerdista de twitter.
Ate hj acho q o unico filme q consegue criticar o cristianismo para alem da profundidade de uma bamheira inflavel eh o Breaking the Waves do Lars Von Trier.
Nossa, bem diferente do q eu imaginava. Achava q fosse um drama onde ele criaria um imperio e haveria richas entre familias e o Paul Dano fazia o filho dele.
So pela abertura, ja vi q estava errado.
PTA nao conta um epico classico ou ao estilo Scorsese, ele cria algo agil, com mto suspense, omissoes de situacoes e sem didatismo.
Porem nao eh obra-prima nao. DDL nao esta perfeito tb nao.
PTA precisa de uma musica extra-diegetica barulhenta e onipresente para criar ominosidade em cenas onde nao existe esse suspense todo.
Os irmaos Cohen criam suspense sem trilha musical, apenas usando os sons diegeticos
- sim, No country for old men eh melhor, e poucas vezes o Oscar deu o premio para o filme certo.
DDL esta soberbo, mas ha pelo menos 2 cenas em q deixa a desejar. Ja Paul Dano, nao concordo, nem discordo do Tarantino;
mto pelo contrario.
Ele esta mto bem, mas passa um pouco do tom pra caricatura em alguns trechos, sobretudo qdo ele vai tirar o espirito da mulher q tem artrite nas maos.
Mas tb eh dificil encontrar um ator de 21, 22 anos q seja capaz de contracenar em pe de igualdade com DDL q eh considerado um deus das artes cenicas (e o maior exemplo vivo do pavoroso e perigoso metodo de vivencia de atuacao).
A cena final do Paul com o Daniel tb ficou bem aquem. Td aquela fala de beber o milkshake ficou um tantinho esquete do Zorra Total.
E a cena do Daniel correndo atras e tacando os pinos e bolas de boliche no Paul, ficaram quase q como um episodio do Chaves feito nos EUA;
com direito a gritinhos agudos do Paul e tudo.
Tanto q qdo ele acertou com o pino nas costas e matou o rapaz, eu fiquei frustrado;
uma dos momentos q deveria ser o mais emblematico da obra, virou uma quase patacoada desprovida de peso dramatico.
Uma pena, pq a cena anterior, a da partida do filho, tinha sido do mais alto climax, sem comedia, sem caricatura...
Continuo achando Trama Fantasma o melhor filme do PTA.