Imitadores de Elvis, índios, cowboys modernos, um assassino loiro de 6 metros de altura, um garoto, um xerife corrupto e uma prostituta perseguem um artefato de valor inestimável roubado durante um jogo de pôquer em um cassino indígena.
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Um besteirol que tem seus momentos engraçados e que diverte,com um enredo criativo e com reviravoltas. Mesmo assim me forcei pra assistir até o final porque é forçado, arrastado e tedioso.
Caraca, o Chris Slater tem um coxão! Gamei!!
Me fazendo duas perguntas: Como consegui assistir a essa bomba atômica, e como Gary Oldman entrou nessa barca furada.
Forçaram a barra legal, hein? Enfiaram tanto plot twist que é até difícil de acreditar.
O plano do cara era levar porrada o filme inteiro? E o rancheiro deixa a própria filha se enfiar no meio do tiroteio?
Além disso, dá pra perceber o baixo orçamento pela qualidade dos efeitos especiais.
No fim das contas, o filme é tão ruim que acaba ficando bom. Se desligar completamente o cérebro e ignorar os absurdos, dá pra se divertir.
Muito, muito ruim. Nem Gary Oldman consegue salvar o filme da mediocridade.
Como dito pelo colega abaixo, uma tentativa — falha — de reproduzir o estilo de Tarantino e Guy Ritchie. Os diálogos são péssimos e toda e qualquer tentativa de fazer humor é forçada e fracassada. E o que falar do excesso de plot twists, então? São tantas as reviravoltas, especialmente nos últimos 15 minutos, que fazem perder qualquer possível impacto, e, por conseguinte, qualquer sentido de existência.
Parece que o filme já nasceu velho, datado. Tem a vibe daqueles filmes ruins e desconhecidos que passavam na madrugada dos anos 90 em algum canal de tv por assinatura.
Tentativa de emular o estilo de direção/roteiro de Tarantino/ Guy Ritchie. Alguns bons diálogos e personagens. Feito pra distrair e consegue seu intento.