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Santiago do Chile, 1978. Em meio ao complicado contexto social da ditadura militar de Augusto Pinochet, um homem de meia-idade, Raúl Peralta (Alfredo Castro), está obcecado com a idéia de se tornar Tony Manero, o famoso personagem interpretado por John Travolta no clássico filme da era disco "Os Embalos de Sábado à Noite". A fantasia de encarnar seu grande ídolo, e assim ser reconhecido como uma estrela no mundo do entretenimento, chega a tal nível que acaba levando Raúl a se transformar num assassino em série.
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Sei lá...não curti muito. Um psicopata vazio, que faz tudo para vencer um concurso enquanto os milicos tocam terror no país, não curti mesmo. Nota 5,0.
"Não se pode fazer piadas de mau gosto, falar do governo ou dizer palavrões."
Tony Manero (Chile,2008)
Direção: Pablo Larraín.
Com: Alfredo Arturo Castro Gómez, Amparo Noguera, Elsa Poblete, Hector Morales.
A psicopatia analisada através da história de um homem que fará de tudo para vencer um concurso de sósia na TV.
Filme amargo e impressionante.
Larraín coloca esses personagens derrotados num Chile em plena ditadura militar.
Vale ver (ou rever) esse filmaço que fica até o fim do mês na Netflix.
Um fracassado que quer ser Tony Manero em meio a uma sociedade devastada pela ditadura chilena. Grande vencedor dos Festivais de Havana e Turim.
Depois de ver Spencer, quis assistir mais filmes do Larraín. Embora eu tenha visto Jackie há anos e tenha detestado, gostei do trabalho que ele fez com os personagens de Spencer e Tony Manero.
Como em Spencer eu acho que várias ações estavam apenas no imaginário da princesa, assim interpretei também o Raul Peralta, de Tony Manero. Isso fez com que eu não desgostasse dele.
Quando ele perdeu o concurso, falei: Poxa... Meu marido: você tava torcendo por ele? Ele éo maior bandido! Falei: Porque ele era o mais velho dos candidatos...
se tivesse feito cover do tony montana teria ganhado.