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Duração
Gabriel é um jovem escritor/compositor de musicais para teatro cuja vida afetiva deixa muito a desejar. Como muitos artistas aspirantes, ele mantém um emprego diário, mas sempre que possível ensaia, pelo telefone, cenas de sua nova peça com sua melhor amiga Katherine, uma atriz meio neurótica. Depois de um ensaio nada animador, Gabriel vai a um bar gay para extravasar... Quando chega, é atordoado pela visão do maravilhoso "go-go boy" Mark, e alguns olhares são trocados. Completamente arrebatado, mas não corajoso o suficiente para se aproximar de Mark, Gabriel segue para o metrô e, como por força do destino, Mark está lá. Uma paquera leva-os a conversar e Mark deixa claro que a noite é uma criança... Parece o perfeito caso para uma noite, a não ser por eles não terem para onde ir e realizar o que tanto desejam.
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Haja paciência com as situações que o protagonista passa e com a falta de atitude dele pra mudá-las. A química entre os dois é bem tímida, quase não convence, poderiam ter rendido bem mais.
Mesmo o casal principal sendo fofo, chegando a ser até meio tosco, há muitos personagem vergonha alheia e extremamento sem noção que estragam o filme de uma forma geral. O roteiro tenta ser meio culto, mas não consegue encaixar isso muito bem dentro de uma comédia estadunidense, tudo fica meio estranho.
You’re a sexteen going on... ixxx, musical errado.
Fiquei extremamente frustrado com “Trick”, porque ele tinha tudo, eu disse TUDO MESMO, pra ser um musical daqueles estilos tipo Noviça Rebelde ou Cantando na Chuva, mas ele decide não ir por este caminho e entrega um filme mediano abeça.
A história é interessante: uma gay encontra um gogoboy, de uma balada que ela foi, no metrô. O bofão se interessa por ela e eles passam uma noite inteira tentando transar, mas devido a diversas situações caóticas eles, invés de uma noite só de sexo, acabam se apaixonando. Porém, a ideia é muito mal executada. As situações que interrompem o ato sexual dos protagonistas são muito chatas, a gay principal é insuportavelmente chata e são poucos os personagens secundários que causam afeição ao público.
É um daqueles filmes que a gente fala “hmmm, a ideia é interessante, mas se ele tivesse feito isso aqui, ou aquilo alí, o filme teria sido melhor”
Ps. O monólogo da drag no banheiro foi o ápice do filme. “Já gozaram no seu olho, Gabriel? QUEIMAAA” KKKKK serviu tudo.
Cativante. Em uma noite, tudo pode acontecer, inclusive nada. ♥
Eu não estava dando absolutamente nada pro filme, só dei play porque queria ver algo leve e bobo, mas da metade do filme até o fim eu já estava imerso nos personagens e na história que adore tanto.
Inclusive sei qual exatamente o momento que esse filme ficou interessante pra mim e foi justamente quando a drag queen apareceu e deu um monologo perfeito que parece que muda até os rumos do filme. Adorei!
Meu unico problema é o plotzinho da amiga, tipo.... pra quê? Sei que queria usar a imagem da Tori Spelling nesse filme, mas jesus, não agregou a nada e nem tornou o filme mais interessante com a presença dela.