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Sinopse
The Graveyard Rats : Casal desenterra corpo e é atacado por ratos. Bobby: mulher perde filho e usa magia negra para recupera-lo. He Who Kills: funcionarios de museu são atacados por peça que ganha vida
ambiente claustrofóbico) embora ela tenha se colocado nessa situação por deixar a ganância falar mais alto.
A 2ª estória é uma refilmagem (desnecessária) do segmento mais conhecido de "Trilogia Macabra" de 1977 do mesmo diretor. Aqui, a atmosfera não chega aos pés da do original.
Já a 3ª estória começa como uma continuação direta do segmento mais popular do 1º filme de 1975 e acaba se transformando numa refilmagem (também desnecessária) do mesmo. Embora as locações dos dois filmes sejam diferentes,
Continuação tardia do mesmo Dan Curtis do filme anterior, que dirige com seus cacoetes setentistas (muito zoom e música estridente). O primeiro episódio é até interessante ,lembrando as histórias de terror em quadrinhos da EC Comics ,mas é arruinado pelos ridículos ratos gigantes. O segundo é uma refilmagem cena-à-cena do melhor episódio de "Trilogia Macabra" (também de Curtis) mas com resultado bem inferior.O terceiro traz de volta o boneco assassino de Trilogia 1 além de imitar cenas daquele episódio (inclusive a conclusão).No geral o resultado é medíocre até porque a atriz principal é canastrona.
No segmento "He who kills", um dos guardas de segurança do museu está lendo uma revista em quadrinhos "Dark Shadows" e se entusiasma com a maneira como costumava voltar da escola para assistir às séries de TV. Dan Curtis (1927-2006) criou a série de 20 episódios Sombras Tenebrosas (68-69), seu 1° trabalho. O segmento "Bobby" foi reciclado da antologia anterior de Dan Curtis, Trilogia macabra (77). A inglesa Lysette Anthony ganhou mais notoriedade ainda há 2 anos atrás, quando revelou ter sido estuprada pelo famoso diretor e produtor Harvey Weinstein no final dos anos 80.
"Ratos do cemitério", mostra uma mulher passando um tempo entre vermes carnívoros depois de matar seu marido rico; "Bobby" analisa as conseqüências enfrentadas por uma mulher que faz um acordo com Satanás para trazer seu filho afogado de volta à vida; "Aquele que mata" é estrelado pela boneca fetichista e homicida favorita de todos, sendo baseado no conto de Richard Matheson (1926-2013), "Prey".
As subestimadas tramas, como um todo, e a atuação em particular da atriz principal, funcionam bem o suficiente para serem agradáveis. Não é nenhuma obra-prima do gênero, mas vale a pena assistir, especialmente para fanáticos por antologias de terror.
Dan Curtir parece que quis fazer um reboot de suas coletâneas de suspense,compilando episódios vistos com mais eficiência em Trilogia do Terror(1975)e Trilogia Macabra(1977),aqui o resultado soa morno à quem assistiu os citados filmes originais.Anticlimático.
Confesso que Dan Curtis não foi tão bem aqui como na primeiro Trilogia de 1975. Os três contos não chegaram aos pés dos originais com Karen Black (a mesma atuando nas tr~es estórias de 1975).
No 1º conto: Mulher planeja matar o marido com a ajuda do amante. Mas, algo não sai como planejado. No 2º conto: Mulher sofre com a falta do filho, morto acidentalmente por afogamento. Ela invoca satã para ressuscitá-lo, mas só que a criança não retorna como o esperado. No 3º conto: Funcionários de museu são atacados por um boneco africano demoníaco.
Os contos são razoáveis e acredito que os roteiristas não estavam muito inspirados nessa 2º trilogia. O último conto é a continuação da terceira estória do filme original com Karen Black. Aqui, colocam até um atriz parecida com ela, mas sem o mesmo brilho na interpretação de Karen. Apenas assistível!
A 1ª estória é a única que vale a pena já que é um conto original (não sei se algum filme já o abordou antes deste).
Os ratos de borracha,
No ato final,
ambiente claustrofóbico) embora ela tenha se colocado nessa situação por deixar a ganância falar mais alto.
A 2ª estória é uma refilmagem (desnecessária) do segmento mais conhecido de "Trilogia Macabra" de 1977 do mesmo diretor. Aqui, a atmosfera não chega aos pés da do original.
Já a 3ª estória começa como uma continuação direta do segmento mais popular do 1º filme de 1975 e acaba se transformando numa refilmagem (também desnecessária) do mesmo. Embora as locações dos dois filmes sejam diferentes,
vários detalhes foram copiados da estória original.
Em suma, é uma antologia fraca com falta de criatividade.
Continuação tardia do mesmo Dan Curtis do filme anterior, que dirige com seus cacoetes setentistas (muito zoom e música estridente). O primeiro episódio é até interessante ,lembrando as histórias de terror em quadrinhos da EC Comics ,mas é arruinado pelos ridículos ratos gigantes. O segundo é uma refilmagem cena-à-cena do melhor episódio de "Trilogia Macabra" (também de Curtis) mas com resultado bem inferior.O terceiro traz de volta o boneco assassino de Trilogia 1 além de imitar cenas daquele episódio (inclusive a conclusão).No geral o resultado é medíocre até porque a atriz principal é canastrona.
No segmento "He who kills", um dos guardas de segurança do museu está lendo uma revista em quadrinhos "Dark Shadows" e se entusiasma com a maneira como costumava voltar da escola para assistir às séries de TV. Dan Curtis (1927-2006) criou a série de 20 episódios Sombras Tenebrosas (68-69), seu 1° trabalho. O segmento "Bobby" foi reciclado da antologia anterior de Dan Curtis, Trilogia macabra (77). A inglesa Lysette Anthony ganhou mais notoriedade ainda há 2 anos atrás, quando revelou ter sido estuprada pelo famoso diretor e produtor Harvey Weinstein no final dos anos 80.
"Ratos do cemitério", mostra uma mulher passando um tempo entre vermes carnívoros depois de matar seu marido rico; "Bobby" analisa as conseqüências enfrentadas por uma mulher que faz um acordo com Satanás para trazer seu filho afogado de volta à vida; "Aquele que mata" é estrelado pela boneca fetichista e homicida favorita de todos, sendo baseado no conto de Richard Matheson (1926-2013), "Prey".
As subestimadas tramas, como um todo, e a atuação em particular da atriz principal, funcionam bem o suficiente para serem agradáveis. Não é nenhuma obra-prima do gênero, mas vale a pena assistir, especialmente para fanáticos por antologias de terror.
Dan Curtir parece que quis fazer um reboot de suas coletâneas de suspense,compilando episódios vistos com mais eficiência em Trilogia do Terror(1975)e Trilogia Macabra(1977),aqui o resultado soa morno à quem assistiu os citados filmes originais.Anticlimático.
Confesso que Dan Curtis não foi tão bem aqui como na primeiro Trilogia de 1975. Os três contos não chegaram aos pés dos originais com Karen Black (a mesma atuando nas tr~es estórias de 1975).
No 1º conto: Mulher planeja matar o marido com a ajuda do amante. Mas, algo não sai como planejado.
No 2º conto: Mulher sofre com a falta do filho, morto acidentalmente por afogamento. Ela invoca satã para ressuscitá-lo, mas só que a criança não retorna como o esperado.
No 3º conto: Funcionários de museu são atacados por um boneco africano demoníaco.
Apenas assistível!