Adaptação de uma obra musical de Mozart. O filme, cantado em sueco, tem uma trama fantástica que evolve uma princesa seqüestrada, uma rainha vingativa e um jovem sonhador que toca flauta.
Indicado ao Oscar por Melhor Figurino e ao Globo de Ouro como Melhor Filme Estrangeiro. Depois de rodar O Misantropo no teatro na Dinamarca, Bergman parece ter tomado gosto e realiza esta obra grandiosa. Baseado na obra de Emanuel Schikaneder para a qual Mozart compôs as músicas e se tornaria o marco que é até hoje. A montagem é impressionante, realmente muito bom, toda a parte técnica é o ápice do diretor até aqui. A história hoje é um tanto quanto cliché, mas ainda funciona, achei um tanto quanto demorado, fui cansando aos poucos, mas o elenco não deixa a peteca cair e segura muito bem o filme junto com as pitadas de comédias de Papageno. A cena entre os atos com os atores agindo normalmente com o figurino é uma das cenas mais deslumbrantes de toda a carreira do Bergman. Fiquei pensando se a peça foi realmente encenada, porque são tantos cenários e tantos detalhes que me parece quase impossível. No fim, o relacionamento do casal hétero sobrevive ao passeio na câmera escura de uma casa de swing e o amor prevalece (hahahaha).
Uma ópera filmada para você sentir como se estivesse lá assistindo em meio ao público. Adorei a experiência! A peça em si entretém e é muito gostosa de acompanhar. Criada por Mozart, musicalmente dispensa comentários. Gostei muito!
Trata-se de excelente versão cinematográfica do mestre Ingmar Bergman para a ópera do genial compositor Wolfgang Amadeus Mozart (1756 - 1791). Contudo, este clássico setentista é indicado apenas para quem curte ou possui relativo interesse pelo gênero musical. No contexto geral, "A Flauta Mágica" é uma encantadora união entre o cinema e ópera.
Produção sueca que é uma fantasia musical indicada ao Oscar de melhor figurino; no Globo de Ouro, foi nomeado a melhor filme estrangeiro; no BAFTA, foi indicado a melhor programa estrangeiro. O filme é a versão cinematográfica de Ingmar Bergman (1918-2007) de 1975 da ópera de Mozart de 1791 "Die Zauberflöte".
O trabalho é amplamente visto como um dos filmes de ópera de maior sucesso já feitos, e como um item incomum entre as obras do diretor, que aqui não foi creditado. Houve outras 20 versões, incluindo 3 filmes realizados para o cinema,12 filmes feitos para a TV, 4 episódios para a televisão e 1 curta-metragem.
Não há créditos na tela neste filme, além do título. Liv Ullmann, Erland Josephson, Sven Nykvist e Ingmar Bergman podem ser vistos na platéia durante a Abertura. A trilha sonora do filme foi a primeira já gravada em estéreo para uma produção de televisão. Um documentário de TV de 1 hora, Tystnad! Tagning! Trollflöjten! (75), foi exibido em conexão com este filme, seguindo o diretor Ingmar Bergman nos bastidores.
Uma flagrante misoginia - mulheres reduzidas a prêmios, sedutoras, vilões vingativos mesquinhos. irmandade/fêmeas literalmente sintetizadas como forças das trevas. Certa vez, acreditei que essa ópera não fazia sentido, mas estava levando-a muito literalmente – é quase uma comédia romântica leve, talvez até uma sátira, sobre heróis e seus fracassos. É um olhar fascinante sobre os pensamentos de Bergman sobre a pretensão de teatro e cinema e o DNA compartilhado entre os dois.
Indicado ao Oscar por Melhor Figurino e ao Globo de Ouro como Melhor Filme Estrangeiro. Depois de rodar O Misantropo no teatro na Dinamarca, Bergman parece ter tomado gosto e realiza esta obra grandiosa. Baseado na obra de Emanuel Schikaneder para a qual Mozart compôs as músicas e se tornaria o marco que é até hoje. A montagem é impressionante, realmente muito bom, toda a parte técnica é o ápice do diretor até aqui. A história hoje é um tanto quanto cliché, mas ainda funciona, achei um tanto quanto demorado, fui cansando aos poucos, mas o elenco não deixa a peteca cair e segura muito bem o filme junto com as pitadas de comédias de Papageno. A cena entre os atos com os atores agindo normalmente com o figurino é uma das cenas mais deslumbrantes de toda a carreira do Bergman. Fiquei pensando se a peça foi realmente encenada, porque são tantos cenários e tantos detalhes que me parece quase impossível. No fim, o relacionamento do casal hétero sobrevive ao passeio na câmera escura de uma casa de swing e o amor prevalece (hahahaha).
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Uma ópera filmada para você sentir como se estivesse lá assistindo em meio ao público. Adorei a experiência! A peça em si entretém e é muito gostosa de acompanhar. Criada por Mozart, musicalmente dispensa comentários. Gostei muito!
Trata-se de excelente versão cinematográfica do mestre Ingmar Bergman para a ópera do genial compositor Wolfgang Amadeus Mozart (1756 - 1791). Contudo, este clássico setentista é indicado apenas para quem curte ou possui relativo interesse pelo gênero musical. No contexto geral, "A Flauta Mágica" é uma encantadora união entre o cinema e ópera.
em alguns momentos pensei que fosse um clipe do ABBA pelo corte de cabelo dos atores. baita filme.
Produção sueca que é uma fantasia musical indicada ao Oscar de melhor figurino; no Globo de Ouro, foi nomeado a melhor filme estrangeiro; no BAFTA, foi indicado a melhor programa estrangeiro. O filme é a versão cinematográfica de Ingmar Bergman (1918-2007) de 1975 da ópera de Mozart de 1791 "Die Zauberflöte".
O trabalho é amplamente visto como um dos filmes de ópera de maior sucesso já feitos, e como um item incomum entre as obras do diretor, que aqui não foi creditado. Houve outras 20 versões, incluindo 3 filmes realizados para o cinema,12 filmes feitos para a TV, 4 episódios para a televisão e 1 curta-metragem.
Não há créditos na tela neste filme, além do título. Liv Ullmann, Erland Josephson, Sven Nykvist e Ingmar Bergman podem ser vistos na platéia durante a Abertura. A trilha sonora do filme foi a primeira já gravada em estéreo para uma produção de televisão. Um documentário de TV de 1 hora, Tystnad! Tagning! Trollflöjten! (75), foi exibido em conexão com este filme, seguindo o diretor Ingmar Bergman nos bastidores.
Uma flagrante misoginia - mulheres reduzidas a prêmios, sedutoras, vilões vingativos mesquinhos. irmandade/fêmeas literalmente sintetizadas como forças das trevas. Certa vez, acreditei que essa ópera não fazia sentido, mas estava levando-a muito literalmente – é quase uma comédia romântica leve, talvez até uma sátira, sobre heróis e seus fracassos. É um olhar fascinante sobre os pensamentos de Bergman sobre a pretensão de teatro e cinema e o DNA compartilhado entre os dois.