Curta de Satyajit Ray, sobre dois garotos: um rico e um pobre, onde o garoto pobre tenta fazer amizade com o garoto rico, mas esse por sua vez, só quer se exibir para o menino pobre com todos seus brinquedos de alta classe.
Simples, mas bastante efetivo - e imitado ao extremo ao longo dos anos, antes e depois desta bela lição (infelizmente frustrada) de entendimento entre crianças tolhidas pela lógica separatista do Capitalismo. Simples, repito, mas positivamente complexo em sua defesa a inocência lúdica. Primoroso em sua graciosidade! (WPC>)
Não é a maldade que faz o menino rico se exibir, é a incapacidade de buscar a amizade do outro. Em seu mundo cheio de brinquedos e bens, a companhia de outra criança não é comum. Enquanto o outro, que brinca com o que tem e faz uma música harmônica sair da sua flauta, é livre, o menino rico vê a pipa por detrás das grades. Extremamente atual.
Simples, mas bastante efetivo - e imitado ao extremo ao longo dos anos, antes e depois desta bela lição (infelizmente frustrada) de entendimento entre crianças tolhidas pela lógica separatista do Capitalismo. Simples, repito, mas positivamente complexo em sua defesa a inocência lúdica. Primoroso em sua graciosidade! (WPC>)
Bela melodia.... e retrata muito os dias atuais.
Não é a maldade que faz o menino rico se exibir, é a incapacidade de buscar a amizade do outro. Em seu mundo cheio de brinquedos e bens, a companhia de outra criança não é comum. Enquanto o outro, que brinca com o que tem e faz uma música harmônica sair da sua flauta, é livre, o menino rico vê a pipa por detrás das grades. Extremamente atual.
Poderiam ser grandes amigos.
Ficou ainda mais atual que em 65.