Uma produção B de ficção científica com um primeiro ato intrigante, lembrando O Dia Em Que a Terra Parou (1951). A estrutura é curiosa já que a primeira metade da história é protagonizada pela bela britânica Valerie French e pelo canastrão Gene Barry (A Guerra dos Mundos) enquanto George Vuskovec (12 Homens e Uma Sentença) fica fora de cena. Já a segunda metade dá mais destaque ao personagem de Vuskovec enquanto o casal anterior fica em segundo plano. Mas, infelizmente o roteiro vai perdendo força e se entregando a um maniqueísmo dos mais óbvios. Além disso várias questões ficam em aberto:
como o general soviético teve acesso tão rápido ao dispositivo da mulher chinesa? E por que colocar uma personagem chinesa se ela não fala nada? Só os brancos tem direito a fala no filme. Além disso só pessoas do hemisfério norte tem acesso às armas alienígenas, ou seja, provavelmente só as populações do norte seriam exterminadas. Como os extraterrestres se livrariam das do sul? E o pior é o desfecho, quando as armas eliminam só aqueles que "se opunham à liberdade". Mas isso é um conceito subjetivo e relativo. Os EUA daquela época já interferiam na liberdade de diversas nações pelo mundo. Como a arma alienígena saberia diferenciar?
Embora se apresente como uma obra humanista, o filme é apenas uma caricatura das disputas políticas da época.
Sensacional sci-fi dos anos 50, uma espécie de versão mais 'hardcore' de "O Dia Em Que A Terra Parou", onde os alienígenas forçam a barra para ver se nos aniquilamos ou não!
Visto em 09/10/2021. Comparado á outros filmes da época este passa uma mensagem bem diferente. Acho que um remake atualizado para o contesto político atual seria uma boa.
Uma produção B de ficção científica com um primeiro ato intrigante, lembrando O Dia Em Que a Terra Parou (1951). A estrutura é curiosa já que a primeira metade da história é protagonizada pela bela britânica Valerie French e pelo canastrão Gene Barry (A Guerra dos Mundos) enquanto George Vuskovec (12 Homens e Uma Sentença) fica fora de cena. Já a segunda metade dá mais destaque ao personagem de Vuskovec enquanto o casal anterior fica em segundo plano.
Mas, infelizmente o roteiro vai perdendo força e se entregando a um maniqueísmo dos mais óbvios. Além disso várias questões ficam em aberto:
como o general soviético teve acesso tão rápido ao dispositivo da mulher chinesa? E por que colocar uma personagem chinesa se ela não fala nada? Só os brancos tem direito a fala no filme. Além disso só pessoas do hemisfério norte tem acesso às armas alienígenas, ou seja, provavelmente só as populações do norte seriam exterminadas. Como os extraterrestres se livrariam das do sul? E o pior é o desfecho, quando as armas eliminam só aqueles que "se opunham à liberdade". Mas isso é um conceito subjetivo e relativo. Os EUA daquela época já interferiam na liberdade de diversas nações pelo mundo. Como a arma alienígena saberia diferenciar?
Embora se apresente como uma obra humanista, o filme é apenas uma caricatura das disputas políticas da época.
Sci-Fi dos anos 50 acima da média. Pena que o final mostra os Estados Unidos como heróis do planeta defensores da paz mundial, ha ha ha ha ha...
Sensacional sci-fi dos anos 50, uma espécie de versão mais 'hardcore' de "O Dia Em Que A Terra Parou", onde os alienígenas forçam a barra para ver se nos aniquilamos ou não!
Também achei a ideia do filme bacana, uma pena ele ser lento na maioria do tempo, e acabou não empolgando tanto. Mesmo assim é um sci-fi assistivel.
Visto em 09/10/2021.
Comparado á outros filmes da época este passa uma mensagem bem diferente. Acho que um remake atualizado para o contesto político atual seria uma boa.