Uma romancista escapa para a fazenda de sua família para escrever, reunindo-se com sua antiga paixão, um carpinteiro que está reconstruindo a cidade. Surge um clima enquanto eles colaboram para reviver o espírito natalino.
Fiquei tão deslumbrada com a beleza dos atores protagonistas que nem me importei com a trama e a interpretação hahaha Brincadeiras a parte, é um filminho água com açúcar, não dos melhores, mas que serve como bom passatempo.
Um Amor de Natal aposta no conforto típico dos romances natalinos e encontra em Sasha Pieterse um de seus maiores acertos. Carismática, ela sustenta o filme com leveza e consegue tornar a experiência minimamente envolvente, mesmo quando o roteiro insiste em escolhas questionáveis. O longa até entretém e cumpre sua função sazonal, mas dificilmente vai além disso.
O principal incômodo está no protagonista masculino e na forma como seus conflitos (muitas vezes até banais) ganham um peso desproporcional na narrativa. Em pleno 2025, soa datado que a trajetória emocional dele se sobreponha tanto à da protagonista, faltando um real empoderamento feminino em um gênero que já deveria ter evoluído nesse aspecto.
A produção também denuncia suas limitações: cenários pouco inspirados, sensação de vazio em cena e um uso econômico de figurantes, o que compromete a imersão. Ainda assim, a fotografia natalina consegue ser charmosa e manter o clima aconchegante que o público espera.
No saldo final, Um Amor de Natal é um filme agradável para assistir no fim de ano. Apesar dos tropeços, o casal tem boa química e garante um certo encanto, fazendo do longa uma opção leve, ainda que esquecível, dentro do gênero.
Tirando algumas luzes e poucas árvores sem enfeites, longe de ser um filme fofo natalino.
Fiquei tão deslumbrada com a beleza dos atores protagonistas que nem me importei com a trama e a interpretação hahaha Brincadeiras a parte, é um filminho água com açúcar, não dos melhores, mas que serve como bom passatempo.
Foi terrível ver essa atriz com cara de chuchu por quase 2H.
O cara não tava a fim não, poxa!
Deixe o boy!
Um Amor de Natal aposta no conforto típico dos romances natalinos e encontra em Sasha Pieterse um de seus maiores acertos. Carismática, ela sustenta o filme com leveza e consegue tornar a experiência minimamente envolvente, mesmo quando o roteiro insiste em escolhas questionáveis. O longa até entretém e cumpre sua função sazonal, mas dificilmente vai além disso.
O principal incômodo está no protagonista masculino e na forma como seus conflitos (muitas vezes até banais) ganham um peso desproporcional na narrativa. Em pleno 2025, soa datado que a trajetória emocional dele se sobreponha tanto à da protagonista, faltando um real empoderamento feminino em um gênero que já deveria ter evoluído nesse aspecto.
A produção também denuncia suas limitações: cenários pouco inspirados, sensação de vazio em cena e um uso econômico de figurantes, o que compromete a imersão. Ainda assim, a fotografia natalina consegue ser charmosa e manter o clima aconchegante que o público espera.
No saldo final, Um Amor de Natal é um filme agradável para assistir no fim de ano. Apesar dos tropeços, o casal tem boa química e garante um certo encanto, fazendo do longa uma opção leve, ainda que esquecível, dentro do gênero.
O filme devia se chamar "Ele não está afim de você".