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Outros títulos
A Ship to India / A Ship Bound for India - Estados Unidos da América
Sinopse
O filho corcunda do capitão de um navio é tratado pelo pai com brutalidade e desdém.Ele se sente atraído por uma garota que o capitão traz a bordo um dia.
Interessante acompanhar o início de Bergman,mesmo sendo um filme bem limitado em certas ocasiões.Fotografia belíssima e o velho drama dos personagens rendem uma sessão menos difícil.
Dos primeiros filmes do Bergman este foi o que achei mais fraco, mas mais por causa do dramalhão exagerado nas partes que se passam no presente. Todo o desenvolvimento dos personagens e em como as coisas vão culminando é um perfeito Bergman. Diálogos e situações que se mantém atuais para os dias de hoje em muitos aspectos. A direção e a parte técnica já mostra um pequeno salto dos filmes anteriores, a cena do moinho é maravilhosa, coisas que só o Bergman conseguia tirar de uma câmera. Um filme que vale pelo que há nas entrelinhas, que são assuntos muito atuais, como relacionamentos abusivos, prostituição, machismo, obsessões... entre tantas outras coisas.
Bergman em um nível estéico mais aprimorado que esm seu filme anterior e com um texto bastante satisfatório e metafórico. Se ainda é nítida sua veia melodramática do início de carreira é possível notar a obscuridade de seus filmes posteriores.
Dos três primeiros filmes do Bergman, este foi o que mais gostei. Ele tem planos mais bonitos e mais elaborados do que os filmes anteriores. A nota dominante ainda é o melodrama, e a história de amor ainda é o elemento condutor, não se perdendo oportunidade de jogar os personagens em situações de sofrimento. Destaque negativo para aquela sequência da briga no teatro, horrivelmente encenada e com uma sonoplastia ridícula.
Interessante acompanhar o início de Bergman,mesmo sendo um filme bem limitado em certas ocasiões.Fotografia belíssima e o velho drama dos personagens rendem uma sessão menos difícil.
>Assistido em 15 de Abril de 2023
Tem belas imagens.
Dos primeiros filmes do Bergman este foi o que achei mais fraco, mas mais por causa do dramalhão exagerado nas partes que se passam no presente. Todo o desenvolvimento dos personagens e em como as coisas vão culminando é um perfeito Bergman. Diálogos e situações que se mantém atuais para os dias de hoje em muitos aspectos. A direção e a parte técnica já mostra um pequeno salto dos filmes anteriores, a cena do moinho é maravilhosa, coisas que só o Bergman conseguia tirar de uma câmera. Um filme que vale pelo que há nas entrelinhas, que são assuntos muito atuais, como relacionamentos abusivos, prostituição, machismo, obsessões... entre tantas outras coisas.
Bergman em um nível estéico mais aprimorado que esm seu filme anterior e com um texto bastante satisfatório e metafórico. Se ainda é nítida sua veia melodramática do início de carreira é possível notar a obscuridade de seus filmes posteriores.
Dos três primeiros filmes do Bergman, este foi o que mais gostei. Ele tem planos mais bonitos e mais elaborados do que os filmes anteriores. A nota dominante ainda é o melodrama, e a história de amor ainda é o elemento condutor, não se perdendo oportunidade de jogar os personagens em situações de sofrimento. Destaque negativo para aquela sequência da briga no teatro, horrivelmente encenada e com uma sonoplastia ridícula.