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Sinopse
Um entregador em Nova York descobre que sua bicicleta foi roubada. Com a família a caminho após muitos anos separados, Lu precisa lidar com quem lhe deu as costas enquanto tenta substituir a única coisa que promete manter sua família à tona.
Eu queria tanto ver o Lu se dar bem, mas é aquele tipo de filme inconcluso e que deixa seu coração aberto à esperança. Aquela coisa de que tudo vai dar certo, continue insistindo. Grandes atuação do Chang.
É a estreia da semana do Filmelier+, streaming que apresenta ao público filmes de vários países e épocas. Exibido no Festival de Cannes, onde concorreu ao Golden Camera, o longa, de 2025, é um íntimo retrato sobre a imigração numa das maiores cidades do mundo, Nova York. O filme acompanha 48 horas na rotina de Lu (Chang Chen), jovem chinês que acaba de se instalar em Manhattan e consegue um emprego como entregador de comida. Nas primeiras horas nas ruas, sua bicicleta elétrica é furtada, e ele então corre contra o tempo para localizar sua principal ferramenta de trabalho. Está para chegar na cidade sua família (esposa e a filha), e Lu acaba de ter uma séria discussão com o proprietário do apartamento que alugou – ou seja, seu dia não pisca para a sorte. O filme acompanha esses momentos angustiantes e decisivos na vida de Lu, que luta por dignidade e reconhecimento. É uma visão amarga de Nova York, da cidade que não dorme, focando na figura de um homem dividido entre o Oriente e o Ocidente, trabalhando sob chuva e frio para propiciar condições mais dignas para a família. Partindo da ideia central do clássico neorrealista “Ladrões de bicicleta” (1948), o primeiro longa do diretor coreano-canadense Shi-Zheng Chen é uma adaptação para o cinema de seu curta-metragem premiado em Cannes e Toronto, “Same old” (2022), sobre a rotina de um entregador em Nova York. Conta com um ótimo trabalho de Chang Chen, de “Duna”, nua interpretação sem exageros ou melodrama – ator e diretor foram indicados ao Film Independent Spirit Awards deste ano pelo filme. Assisti, gostei e recomendo. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
Solo; 06/08/2026.
05-08-2026
Eu queria tanto ver o Lu se dar bem, mas é aquele tipo de filme inconcluso e que deixa seu coração aberto à esperança. Aquela coisa de que tudo vai dar certo, continue insistindo. Grandes atuação do Chang.
É a estreia da semana do Filmelier+, streaming que apresenta ao público filmes de vários países e épocas. Exibido no Festival de Cannes, onde concorreu ao Golden Camera, o longa, de 2025, é um íntimo retrato sobre a imigração numa das maiores cidades do mundo, Nova York. O filme acompanha 48 horas na rotina de Lu (Chang Chen), jovem chinês que acaba de se instalar em Manhattan e consegue um emprego como entregador de comida. Nas primeiras horas nas ruas, sua bicicleta elétrica é furtada, e ele então corre contra o tempo para localizar sua principal ferramenta de trabalho. Está para chegar na cidade sua família (esposa e a filha), e Lu acaba de ter uma séria discussão com o proprietário do apartamento que alugou – ou seja, seu dia não pisca para a sorte. O filme acompanha esses momentos angustiantes e decisivos na vida de Lu, que luta por dignidade e reconhecimento. É uma visão amarga de Nova York, da cidade que não dorme, focando na figura de um homem dividido entre o Oriente e o Ocidente, trabalhando sob chuva e frio para propiciar condições mais dignas para a família. Partindo da ideia central do clássico neorrealista “Ladrões de bicicleta” (1948), o primeiro longa do diretor coreano-canadense Shi-Zheng Chen é uma adaptação para o cinema de seu curta-metragem premiado em Cannes e Toronto, “Same old” (2022), sobre a rotina de um entregador em Nova York. Conta com um ótimo trabalho de Chang Chen, de “Duna”, nua interpretação sem exageros ou melodrama – ator e diretor foram indicados ao Film Independent Spirit Awards deste ano pelo filme. Assisti, gostei e recomendo. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom