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Data de lançamento
10 Set. 2015Duração
Cleo (Patrícia Niedermeier) vai fazer seu primeiro filme. Sua grande inspiração é o cinema francês. Nessa sua estréia, um casal (Erom Cordeiro e Juliana Terra) protagoniza uma história de reencontro amoroso. As coisas se confundem quando a diretora e os atores se envolvem misturando a realidade e a ficção e conturbando a produção do filme.
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Quase gostei...
Um grande vazio. Pois é, a gente até gosta dos protagonistas mas o enredo é bem fraquinho...
Achei o filme delicado, sensível, bem agradável de ver. É interessante a forma com que o longa utiliza da metalinguagem retratando o caos criativo no processo de um artista. Estou vivenciando algo parecido, me identifiquei por demais. Mas o papel da diretora é chato pra burro. A personagem se esforça pra parecer livre e revolucionária, mas só é pedante e chata. Não me surpreendente que ela seja fã do Godard, outro chato.
O melhor do filme são os diálogos muito bem escritos, soando totalmente naturais, a forma livre e sem pudores, com que o sexo, o amor e os relacionamentos em geral, são retratados, numa clara herança do cinema francês, que é conhecido pela forma livre com que aborda o amor e a sexualidade.
O melhor do filme são as referências, além é claro da bela fotografia em preto e branco. Pra quem é cinéfilo como eu, constatar as referências, as vezes implícitas, dá um, sorriso no rosto.
Eron Cordeiro, é um puta ator, monstro, o melhor aqui. Consegue trabalhar todas as nuances do volátil personagem, sendo extremamente sedutor, sem soar um canalha.
Só achei que poderia ter havido mais esmero na captação de som. Além dos diálogos serem baixos, quando é uma cena com ruídos externos, ela praticamente come o som do diálogo, tornando quase impossível de ouvir.
06/10
https://vimeo.com/115880751
Mas um filme nacional ridículo!