Uma mulher de 27 anos sonha com um futuro como escritora, mas é atormentada pela dúvida e pela incerteza. Ela se muda para Paris onde algo mágico acontece e acaba se conectando com um misantropo de 76 anos, que dirige uma livraria. Porém, quando um segredo do homem é revelado, a relação deles pode se tornar algo muito distinto.
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Um filme um tanto quanto morno que tenta, mas não consegue, captar a essência do que seria um amor improvável, preferindo se esconder por detrás de um drama meio folhetinesco onde pouco ou quase nada se aproveita a se aprofundar no martírio que é para alguns o ato de amar.
Estranhamente cativante essa trama sobre solitários e soturnos. A filha de Isabelle Huppert é a sua personificação aos 20 anos de idade, mostrando-se à vontade no papel frágil. A química entre ela e um sessentão amargo cria uma história singela sobre pessoas que buscam um sentido na vida: ela por não criar uma sintonia com o mundo moderno e ele por fazer questão de promover uma fuga da realidade. Como bônus, deleite-se com as imagens atemporais de Paris, que sempre vêm para aquecer o espírito dos mais atentos.
Achei super chato e desmotivante.
É bom de assistir, mas não se destaca em nada. O filme dá uns "pulos" no tempo e deixa lacunas para serem preenchidas de acordo a nossa imaginação, o que passa uma sensação de algo faltando - vai ver é sal... A cidade em que o filme se passa talvez seja a coisa mais atrativa sobre ele.
Achei estranhamente fraco. Poderia ter sido melhor, havia mais para se explorar, mas o filme ficou no introspectivo total, quase que uma imaginação. Mas como é bom ver Paris, consegui suportar, rsrsrs... a sutileza dos filmes europeus nunca me cansa.