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Duração
Muitas pessoas pensam que Hollywood é uma terra promissora. Como muita gente, Bill chegou do interior para tentar a sorte grande, mas ele logo percebe que a vida não iria ser tão fácil. Depois de algumas dificuldade, Bill descobre que as suas habilidades com as mãos, até então sem importância, termina por trasnformá-lo num massagista muito requisitado, sempre pronto para aliviar a tensão de muitas gatas que passa a exigir seus serviços.
Passou no Cine Privê com o título "Um Amor de Massagista". Esse é "antigão": é de 1991.
O erotismo é mais leve do que de costume na sessão. Há várias cenas de nudez, mas praticamente nenhum sexo. A imagem do filme não estava lá essas coisas, parecendo que a Band pegou a velha fita de VHS e apertou o Play.
O chamariz do filme é uma coelhinha da Playboy de 1990 que eu nem sei que papel fez. A protagonista Sue faz cu doce o filme todo e não mostra seu corpo desnudo nem na cena do banho !!!! O máximo que ela exibe é um sideboob.
Se eu tivesse alugado essa fita na época provavelmente teria dado uma nota bem maior por conta das xaninhas, mas assistindo hoje, ainda mais no Cine Privê, achei que esse romancezinho ficou devendo.
Este filme é pesado, lento, trabalhado sem graça, óbvio ao extremo, mal elaborado e tedioso. Não fosse o fato de Tina Bockrath(Playboy de maio de 1990) estar neste filme, seria absolutamente inútil e, mesmo com ela, ainda é raso! É verdade que Tina Bockrath não é uma atriz muito boa. agora ela é uma das mulheres mais bonitas que já enfeitou as páginas da publicação de Hefner*.
Apenas uma curiosidade, mas confira a carreira mais recente de Kelli Konop ("Sue" neste filme) na produção de filmes. Este filme (Totally Exposed) parece ter sido seu grande começo no negócio. Ela é listada como produtora em muitos outros projetos mais populares no banco de dados. Bom para ela! Ela parece estar se saindo melhor que Tina Bockrath de qualquer forma.
No que diz respeito a este filme, o ritmo é incrivelmente lento, a atuação é péssima e os vislumbres da nudez são curtos demais para serem tão divertidos quanto um filme desse gênero deveria ser. A cena do chuveiro, em particular, é levada tão devagar que perde qualquer valor precioso a ser obtido ao assistir uma linda garota tomando banho. É a fantasia que deveríamos estar vendo, não a higiene.
Minha linha única para este filme é: "Enxágue e não repita".
Tem inúmeras mulheres bonitas e pelo menos um "pedaço". Existem maneiras piores de passar uma hora e meia.
* Hugh Marston Hefner foi um empresário norte-americano, fundador e editor-chefe da mais famosa revista erótica do mundo, a Playboy, lançada em dezembro de 1953. Foi editor da revista, com a companhia-mãe Playboy Enterprises sendo gerida por Scott Flanders desde 2009.
onde posso assistir?
É um baita clássico do Softcore e raríssimo até ser reexibido pela Band na volta do CBP, mas isso não tira o fato do filme ser ruim de doer. Até achei que estava vendo uma versão com cortes, mas de fato, as ditas cenas de softcore são medíocres, uma pena porque o elenco feminino é interessante. Conta até com Tina Bockrath, playmate da Playboy em 1990
História até interessante mas muito previsível, mas filme sem graça e nada cativante. As Cenas de nudez curtas e mal aproveitadas.
parece que todo o elenco masculino é gay.
Muito monótono.
Bom filme para você !!!!!!