Mais uma vez jogo de ironia e sensacionalismo midiológico (método comum no Brasil) não atenuam a situação, mas exaltam a critica com cenas mais que fortes. Em meio a divulgação de um Brasil em desenvolvimento emerge um Rio em colapso.
Documentário essencial de Octávio Bezerra, apresenta um rio-avenida caudaloso onde se experimenta o desespero de um Brasil caótico. A linguagem do filme aproxima-se com a do cinema marginal, vide as narrações de rádio e propagandas de luxo e em certos momentos extraindo poesia dos detritos, nas aparições de Gentileza, Maksuara Kadiweu e nas poucas ocasiões lúdicas das crianças nas favelas.
O documentNo estilo mundo cão, o documentário aborda, as vezes com cenas forjadas, a realidade miserável do moradores cariocas. Filme que ficaria hoje no chinelo se compararmos com os documentários Tropa de Elite 3 (gravações do cotidiano da polícia de Niterói) e mais uma dezena de documentários brasileiro estilo Faces da Morte. O documentário se destaca pela forma sarcástica que as imagens e o áudio são editados. No fim fica a sensação de que o País continua, no ano de 2010, uma guerra civil velada.
Mais uma vez jogo de ironia e sensacionalismo midiológico (método comum no Brasil) não atenuam a situação, mas exaltam a critica com cenas mais que fortes. Em meio a divulgação de um Brasil em desenvolvimento emerge um Rio em colapso.
Quem vê o morro sorrindo
Pensa que ele é feliz, coitado
O morro tem sede
O morro tem fome
E acender as velas, já é profissão
UM SALÁRIO DE FOME
Documentário essencial de Octávio Bezerra, apresenta um rio-avenida caudaloso onde se experimenta o desespero de um Brasil caótico. A linguagem do filme aproxima-se com a do cinema marginal, vide as narrações de rádio e propagandas de luxo e em certos momentos extraindo poesia dos detritos, nas aparições de Gentileza, Maksuara Kadiweu e nas poucas ocasiões lúdicas das crianças nas favelas.
O documentNo estilo mundo cão, o documentário aborda, as vezes com cenas forjadas, a realidade miserável do moradores cariocas. Filme que ficaria hoje no chinelo se compararmos com os documentários Tropa de Elite 3 (gravações do cotidiano da polícia de Niterói) e mais uma dezena de documentários brasileiro estilo Faces da Morte. O documentário se destaca pela forma
sarcástica que as imagens e o áudio são editados. No fim fica a sensação de que o País continua, no ano de 2010, uma guerra civil velada.
Mondo Cane à brasileira!