Em um velho saloon, o veterano Django conta ao jovem Wild Bill Hickock, três momentos perigosos vividos por ele. Foram utilizadas cenas de outros filmes estrelados por Jack Betts e dirigidos por Demofilo Fidani para ilustrar as histórias contadas por Django.
Fidani realmente gostava de imagens de arquivo. O mesmo problema que teve em Natal Sangrento 2: Retorno Macabro de 1987, teve neste filme. Que é o problema de abusar bastante de imagens dos filmes anteriores. Não sei quantos minutos de filmagem nova foram rodados pra este filme, mas devo chutar uns 48 minutos, visto que muitas das cenas de arquivo são de outros filmes de Fidani como Django e Sartana: Até o Último Sangue e Django e Sartana no Dia da Vingança. Este foi o último filme "novo" a contar com o nome 'Django' na Itália, que só viria ser usado novamente em lançamentos internacionais de outros filmes que não tinham nada a haver, e usado novamente em Django 2 - A Volta do Vingador em 1987. Falando nisso, esse filme apresenta uma ideia até bem mais legal do que Django 2, mas é minha opinião. Mas focando no Uma Balada Para Django, esse é claramente um dos piores de faroestes já feitos e ao mesmo tempo um dos melhores filmes trash de todos os tempos. Talvez este seja o "Samurai Cop do Spaghetti Western". Se você gosta de filme sério como um "A Morte Anda a Cavalo" da vida, esse filme não é pra você. Agora se curte filmes meia-boca como um "Parole Violators" ou até mesmo "Samurai Cop", veja este filme que garanto que você vai se divertir muito. Ainda assim este filme consegue ser melhor que seu antecessor (Django e Sartana no Dia da Vingança). Esse é mais um dos casos de "Filmes ruins com boas ideias".
Mesmo Django não sendo "O Django", mas sendo DJANGO O PISTOLEIRO, foi bom assistir Djanguinho. Desculpem os trocadilhos.(22.04.21)
Aprenda com o mestre Demofilo Fidani como fazer um filme inteiro com cenas de arquivo: