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Data de lançamento
22 Junho 2006Duração
A tímida e introvertida Asuka, é humilhada sem piedade pelos seus companheiros de instituto. Quando estes empreendem uma viagem de fim de curso à Coreia do Sul, Asuka, planeja a sua vingança enviando-lhes uma maldição. Uma das moças recebe uma mensagem MMS no seu celular com um aterrorizante tom musical e uma imagem da sua própria morte, advertindo-lhe que se reenviar a mensagem a um companheiro, a sua vida será poupada. Quando descobrem que a advertência é real, os estudantes apressam-se em reenviar as mensagens, iniciando uma luta mortal pela sobrevivência.
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Encerrando a trilogia da cinessérie de horror japonês, o filme, dirigido pelo especialista em séries e filmes policiais Manabu Asô, é uma coprodução Japão e Coreia do Sul cuja abordagem é mais direta e comercial que os antecessores. A trama gira em torno de uma jovem que sofre bullying na escola e se utiliza da maldição telefônica para se vingar durante uma excursão. O filme aposta em uma estética mais próxima do cinema de horror adolescente, com ritmo acelerado e maior uso de efeitos visuais (as aparições de fantasmas continuam assustadoras). Apesar de sacrificar parte da atmosfera sombria dos anteriores, o terceiro longa oferece momentos de tensão eficazes – parte da história ocorre agora na Coreia do Sul (lembrando que os anteriores eram respectivamente no Japão e em Taiwan), e uma conclusão certeira tenta dar sentido ao ciclo das mortes. O destaque está em humanizar a entidade por trás das chamadas, revelando motivações ligadas ao sofrimento e ao desejo de vingança – e aqui começa a se discutir um assunto hoje aquecido, mas na época precursor, que são os vídeos virais na internet. Ainda que não alcance a complexidade psicológica do primeiro filme, cumpre o papel de encerrar a franquia de cinema com sofisticação, oferecendo ao público jumpscares, cenas com mortes sangrentas e uma reflexão sobre bullying na escola. A trilogia foi um marco do horror japonês contemporâneo, que transformava o celular em símbolo de medo e isolamento – depois dele muitos filmes imitaram a premissa, inclusive dois anos depois houve um remake americano (muito, mas muito ruim), de mesmo título, “Uma chamada perdida” (de 2008, com Edward Burns, Shannyn Sossamon e Ray Wise). Disponível em DVD na caixa da trilogia “Uma chamada perdida”, pela Obras-primas do Cinema – que traz os filmes em disco duplo, além de quatro cards colecionáveis e 1h de extras, como making of, entrevistas com elenco e diretor, cenas deletadas e finais alternativos. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA-NAWEB BLOGSPOTCOM
Esse é desnecessário,mas incrivelmente consegue ser mais interessante que o segundo.Traz uns assuntos novos,mas o terror continua mal desenvolvido.
>Assistido em 24 de Janeiro de 2024
Até SMS tem agora, deveriam ter parado no primeiro mesmo.
Fica aquela sensação de que cavaram a história pra tentar amarrar com os outros filmes e não obtiveram sucesso.
À medida que a nossa história começa, o fatídico telefonema que notifica os seus destinatários de sua iminente morte tornou-se a coisa das lendas urbanas. O filme propriamente é um clichê autentico, estudantes, lenda urbana, medo, terror, fantasmas... Eu gostei da inclusão de um antagonista cuja própria é dada um impulso fantasmal ao contexto da história fantasiosa, e, em geral, a atuação foi sólida de todo o elenco. Afinal as meninas são super delicadas e simpáticas, perfeita para filmes de terror. Mas, por uma razão ou outra, a cinematografia se despediu não só da ambição, mas também dos elementos que a tornaram uma entrada de uma falha, o cenário não é envolvente e sim deprimente em certas cenas.