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Data de lançamento
5 Abril 1991Duração
São Francisco, 1956. Quatro amigos param em uma casa noturna para ouvir e ver Vicki Anderson (Kim Basinger), uma sexy cantora. Um deles recorda que ela já foi casada três vezes com a mesma pessoa, Charley Pearl (Alec Baldwin), e um deles recorda que tudo começou em junho de 1948, quando Charley tinha acabado de anunciar seu noivado com Adele Horner (Elisabeth Shue), que era simplesmente a filha de um importante produtor de Hollywood, Lew Horner (Robert Loggia), que chamou Charley para uma conversa franca, pois ele era um conhecido playboy e, como era milionário, ficava difícil controlá-lo. Charley jurava que amava Adele, assim dois dias depois ele foi com seus amigos para Las Vegas, que era um lugar empoeirado que seria uma despedida de solteiro. No caminho ele liga para Adele e diz que deixará os amigos em Vegas e voltará logo para Los Angeles, pois está morrendo de saudades. Porém nenhum dos quatro acredita que Charley ame realmente Adele e tentam convencê-lo em não ir embora quando chegarem, mas ele argumenta que foi mulherengo toda sua vida e agora faltam seis dias para se casar. Mesmo assim o convenceram ficar um pouco em Vegas para tomar uns drinks, mas quando em um cassino nos arredores da cidade Charlie viu Vicki cantando e mostrando sensualidade em cada gesto a situação mudou. Inicialmente os cinco amigos tentam convidar Vicki para beber algo com eles, mas o gerente diz que é impossível, pois ela é namorada de Bugsy Siegel (Armand Assante), um gângster. Charlie não se dá por vencido e, quando seus amigos vão para Vegas, ele continua no pequeno cassino, esperando ter uma chance de falar com Vicki.
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A história desse filme é imperfeitamente perfeita.
12.04.1996
Vi este filme inúmeras vezes, em VHS, TV Aberta, DVD (ainda possuo na minha DVDTECA) e por último visto na UNITV e confesso que me divirto com os personagens (todos carismáticos) e no auge de suas carreiras. O roteiro é um tanto quanto cansativo, embora prime por uma comédia romântica (gênero em alta nesta época) confesso que foge das comédias românticas clichês devido ao roteiro incomum (apesar do casal protagonista terminarem juntos). O diretor estreante (e único filme ao qual dirigiu) conseguiu conduzir um filme divertido, graças ao elenco carismático. Apesar de julgarem mal Alec Baldwin como "canastrão", admitamos que ele era talentoso, carismático e muito charmoso e exerce um personagem muito divertido atuando com entusiasmo. Por sua vez, Kim Basinger está linda, estonteante e cantando bem em seus números musicais. A trilha sonora também ajuda com diversas canções musicais referente aos anos 50. Envelheceu nalguns aspectos como tais discursos machistas saídos da boca dos personagens masculinos, inclusive, do protagonista. Mas isso era outros tempos! Pelo menos, UMA LOIRA EM MINHA VIDA, preserva o encanto das comédias românticas dos anos 90 em uma época a qual nos divertíamos buscando e locando fitas de vídeo nas extintas video-locadoras.
Alex badwin fazendo um papel canastrão num relacionamento tóxico com traição dupla, embora muito divertido, e engracadinho, ele consegue fazer duas mulheres maravilhosas sofrerem, mesmo tendo o amor delas, do tipo "você é uma excelente cantora e eu sou bom em ser herdeiro", e assim ele pede que ela perca três anos da sua carreira para seguir com ele, bem enojante, "Nós somos homens, quando conquistamos o que queremos enjoamos" e "vc me deve o resto da sua vida" daí para pior... Triste…
Comédia romântica divertida, bobinha como deve ser e com uma química incrível entre Baldwin e Basinger. O filme acabou refletindo a realidade e os atores protagonistas se tornaram um dos maiores casais de Hollywood nos anos 90. 6,5/10