Mary Barrett é uma aspirante a cantora de ópera que é tomada sob as asas de um maestro de ópera famosa, Giulio Monterverdi. Depois de passar horas intermináveis trabalhando em conjunto e discutindo, o relacionamento se transforma em amor. Mas, o ciúme e os mal-entendidos impedem Mary e Giulio de reconhecerem seus verdadeiros sentimentos.
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Não conhecia a Grace Moore, mas gostei de seu carisma, de seu charme... O modo como as óperas aparecem aqui é bastante simplificado, mas rende momentos emocionantes, sobretudo nos trechos dedicados a "Carmen" ou "Madama Butterfly". O início é bastante divertido (amei a seqüência do concerto colaborativo e espontâneo da vizinhança milanesa!) e a trilha musical é boa ( o diretor tem carreira prévia como violinista!), mas o personagem de Tullio Carminati é bastante desagradável, em mais de um sentido: quanto mais o roteiro insistia em conferir-lhe razão, tanto no modo tirânico de tratar as pupilas quanto nos comentários sexuais (que, segundo ele, devem ser separados da lógica profissional), mais ele torna-se enfadonho, repetitivo, clicheroso... Mas é agradável mesmo assim. Defende bem, e de maneira pioneira, o subgênero musical ao qual se vincula, com vistas à popularização vendável da música erudita! (WPC>)
Eu comecei a assistir esse filme às 20:42. O filme tem duração de 1h23min. Terminou às 22:28. Aparentemente, a chatice desse filme é tão gigantesca que distorceu o tempo.
Indicado a 6 estatuetas no Oscar: melhor filme, melhor diretor, melhor atriz, Grace Moore (1898-1947), e melhor edição, vencendo os de melhor trilha sonora e melhor mixagem de som. O curioso era que Grace Moore, famosa na ópera Metropolitan da Broadway, foi uma soprano na vida real, tendo arriscado a carreira no cinema em alguns filmes. O diretor Victor Schertzinger também foi um compositor e foi um dos que escreveu a canção-título. O filme, em si, foi um enorme sucesso e popularizou a ópera no cinema. Pra quem gosta de canções tradicionais italianas ou óperas, vale a pena dar uma arriscada. Um dos momentos mais bonitos e emocionantes é a encenação da ópera Habanera de Carmen, de Georges Bizet.