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Data de lançamento
17 Dez. 2019Duração
Trinta anos atrás, Korn e Intouch eram estudantes universitários em Bangkok. Intouch entrou na vida de Korn apesar de saber que ele era filho de uma das pessoas mais influentes de Bangkok, a máfia. No início, Korn continuou empurrando Intouch para longe, mas no final, ele não resistiu ao garoto que era tão cheio de vida que era exatamente o oposto e decidiu deixá-lo entrar em seu coração.
No entanto, em uma época em que a homossexualidade era inaceitável e os pais eram contra o relacionamento entre eles, o amor de Korn e In estava fadado ao fracasso. No meio do caos, enquanto Intouch continuava lutando por seu futuro, Korn não conseguia lidar com todo o sofrimento que seu amante estava enfrentando e decidiu desistir. Naquele dia, dois sons de tiro ecoaram no ar.
A história deles terminou em tragédia, mas algo já havia se amarrado entre eles, unindo-os mesmo depois de mortos.
Anos depois, recém-chegado à Tailândia, Pharm (19), calouro na T-University, cresceu sempre com a sensação de estar esperando por alguém. Crivado de sonhos tristes que sempre o deixavam acordar com o rosto molhado, medo de barulho e uma marca de nascença na têmpora, o menino sempre sentiu como se estivesse faltando alguém. Dean (21), o presidente do terceiro ano do clube de natação da T-University, também passou sua vida procurando por alguém cujos rostos ele não consegue se lembrar. O fio vermelho do destino que os uniu em sua vida passada mais uma vez puxa os dois meninos de volta um ao outro, amarrando-os um ao outro e a um passado que pode não valer a pena lembrar, mas um amor que é inesquecível. Porque o fio vermelho que une os dois corações sempre levará um de volta ao outro. Mesmo que possa se enroscar ou esticar, nunca vai quebrar.
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O Pharm não chora, dissolve
Ele até peca na parte do romance mas acaba acertando bem no emocional, principalmente no último ato.
E o Team fez o meio de campo como só um amigo de vdd faz kkkk
Pharm só chora, coisa mais chata!
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Esse BL aquece, explode e estilhaça o coração da gente em diversos momentos. Assisti pra ver BounPrem pq me apaixonei por eles em Between Us, e aqui além de me re-apaixonar pior (eu não aguento o jeitinho do Team e o sorriso do Win, socorro), me surpreendi com o tema, o enredo, os personagens, o clima, as atuações… a cena inicial me deixou chocada, Korn e Intouch eram MUITOS especiais, o In é a coisa mais fofa do mundo, vontade de guardar num potinho junto com o Pharm! Enfim… dorama muito bonito! Eu recomendo pra todo mundo <3
Mais do que um simples BL, gostei muito! Bem produzido, ótimas atuações, ótimos temas sendo tratado, ótima trilha sonora.
A estória tem um tema interessante, a reencarnação de um amor insuperável, isso chamou a minha atenção. Não vou negar que algumas cenas me emocionaram e também não vou negar que tive a sensação de que faltou um pouco mais de desenvolvimento na estória do Dean e o do Pharm. Achei a maioria dos episódios um pouco arrastados, já que quase nada de relevante acontecia. Dos dezessete episódios, apenas três ou quatro foram capazes de me prender.
O que poderia ter sido usado para atrair a atenção de quem assiste, foi tratado de maneira superficial.
O drama já começa com o casal protagonista tendo sonhos sobre o passado e eles começam a namorar já sabendo que tiveram algo em outra vida. Não consegui sentir emoção nessa parte. Acho que o mistério deveria ter durado mais. A expectativa nesse caso seria mais emocionante.
Geralmente, não sou fã quando há muitos flashbacks no que assisto, porque acho que essas cenas do passado quebram o ritmo da estória principal. Nesse BL foi diferente. Os flashbacks acabaram sendo mais interessante pra mim. Acho que se a estória fosse invertida e o passado fosse o destaque, teria me impactado mais.
Quanto aos casais, senti uma conexão mais significativa com o casal do passado, Korn e In, talvez porque a estória deles tenha sido mais dramática e emocionante. O casal Dean e Pharm, na maioria do tempo foram fofos, mas senti que faltou alguma coisa. Talvez o problema tenha sido o Pharm. Ele claramente gostava do Dean, mas parecia desconfortável quando estava com ele.
Dean e Pharm começaram a namorar oficialmente, mas o Dean quase nunca podia tocar no Pharm, pois se fazia isso, era empurrado. Achei estranha todas aquelas cenas do Pharm, mais ou menos assim... Você é meu namorado, mas por favor não me beije.Você é meu namorado, mas por favor não me abrace.
Claro que o Pharm não falava isso, porém acho que foi essa a impressão que ele passava e não captei muito bem o motivo. Talvez a produção tenha exigido que o personagem fosse timido, mas ao invés de timidez, para o meu azar eu apenas enxerguei um certo desconforto por parte do ator. Para mim, isso tirou um pouco do brilho do casal e sendo assim, acho que a química do casal do passado foi mil vezes melhor.
Uma coisa que achei bom, é que os atores que fizeram o casal do passado, não foram os mesmos que fizeram o casal do presente. Esse detalhe trouxe mais veracidade à estória. Já assisti muitos dramas de reencarnação onde usaram os mesmos atores para fazerem os dois tempos e para mim, isso não atrapalha de um todo, mas fica um pouco estranho.
Quanto aos amigos do Pharm e do Dean, eu até que gostei deles.
O que me irritou um pouco foi a mania que eles tinham de as vezes se intrometerem na vida íntima do casal, com perguntas, insinuações e comentários desnecessários. A Manow, não tenho muito o que dizer dela, a não ser que foi uma personagem que poderia ter sido melhor aproveitada. Em quase todos BL que assisti, as garotas só servem pra representar a parte cômica, enquanto são usadas como auxiliares para aproximar os casais principais (nesse caso, a garota tbm serviu pra ficar fazendo merchandising de maquiagem). Ainda continuo torcendo para que mudem isso. Acho que o único BL tailandês que assisti onde a parte feminina teve um papel mais significativo foi no drama Not Me.
Agora, preciso falar do último episódio que era pra ter me trazido emoção, mas me trouxe revolta.
Nesse episódio o drama quis trazer à tona o valor do perdão, então logo se vê que o perdão tem dois lados. Aquele que pede e aquele que cede. Dean, como Korn, pediu perdão para sua família do passado, por ter tirado a própria vida. Ele chegou a se auto chamar de egoísta. Isso me revoltou. Dean/Korn poderia sim pedir perdão para o Pharm/In, mas pedir perdão para a pessoa que o levou a essa circunstância, foi demais para mim. Ele chegou aquele extremo porque foi pressionado, ameaçado. Ele poderia sim ter perdoado o pai, mas pedir perdão pra ele, jamais. Essa é a minha opinião e qualquer pessoa tem o direito de pensar diferente.
Já sei que o casal Win e Team tem uma estória só deles. Já coloquei na lista e com certeza futuramente irei assistir. Também sei que esse BL é baseado numa novel que pretendo ler.
Foi a primeira vez que assisti o ator que fez papel do Korn (Noppakao Dechaphatthanakun). Preciso dizer que achei ele lindo.