Os destaques desse filme não se atribui ao roteiro em si, nem mesmo aos diálogos, até porque 50% das falas é simplesmente o Dr. Callaway (Robert de Niro) chamando pela filha dele, a pequena Emily (Dakota Fanning)
[Emily, Emily, Emily!]
Vamos começar pelo título do filme, que no original foi intitulado como ‘Hide and Seek’; me fez pensar – apesar de ter gostado do título em português, ‘O Amigo Oculto’ é meio que spoiler do filme, né?
Spoiler mesmo é descobrir que esse tal "amigo oculto" é nada menos do que um dos protagonistas do filme.
Estou acostumado a ver muita gente encher o saco por causa das traduções de títulos de filme e quando comprei esse filme (por incríveis nove reais bem gastos com a edição em DVD – que vinha de brinde um disco de 24 horas) percebi que esse título não seria perdoado. Lógico que no inglês fica mais convidativo (e pelo contexto realmente tem MUITO mais sentido) mas EU acredito que um filme chamado "Esconde-Esconde" não chamaria muita atenção, comercialmente falando. Ou será que não? (Assisti ao filme por causa dos atores da capa, como faço na maioria das vezes. Isso já é um puta marketing)
Penso que o trabalho da caracterização do filme com certeza ficou por conta de toda a produção. Nota dez pra Fotografia apresentando cenas com tons acinzentados, a trilha sonora (que me lembra muito outro filme do gênero, "Premonições", criando a mesma atmosfera fria, densa) e até mesmo os espaços de ruído branco que são típicos dessas obras. Eu realmente gostei desse filme. Dakota é lindíssima. Que talento! Nova daquele jeito e na época já desbancava e atualmente continua desbancando muitos "pseudo-atores". E De Niro... Ah, esse dispensa maiores comentários e elogios. Ator bom é outra história.
Curti muito o final, ao mesmo tempo que achei-o meio confuso. Depois de mais ou menos uma hora e meia assistindo, fiquei refletindo e tentando compreender e ver se a solução apresentada no final do longa realmente fazia algum sentido pelo contexto que foi apresentado.
(Ainda estou pensando)
E a cena final... realmente, foi uma sacada interessante.
Não cobro realismo extremo porque tenho a consciência que cinema é puramente ficção. Quem gosta de fatos reais, é mais fácil ligar num canal fechado de notícias do que procurar isso em obras cinematográficas. Mas tem certas coisas que extrapolam o bom senso. Como meu pai mesmo comentou comigo, o “plot” desse filme beira o cúmulo do ridículo. Existem filmes melhores do gênero que mantém um bom equilíbrio de fantasia x realidade. Sinceramente, peguei esse Blu-ray na locadora apenas pelo elenco que me chamou muito atenção e que pra MIM é de peso. Nomes como Hemsworth, Morgan, Hutcherson que normalmente tem atuações excelentes em outros trabalhos, em “Amanhecer Violento” permaneceram em sua zona de conforto, tendo atuações regulares. (Pra quem é acostumado a vê-los sob a ótica de ‘Thor’ ou ‘Peeta’ realmente se assusta um pouco).
Fiquei surpreso com a morte do Jed (Chris Hemsworth), foi um elemento surpresa louvável, convenhamos.
Cheguei aos créditos do filme com um enorme ponto de interrogação na minha testa: É só isso? Acaba assim? Enfim, duas estrelas e meia está de bom tamanho.
Assisti esse filme. Talvez seja uma incompetência de minha parte, mas não entendi muita coisa não. Achei um tanto "confuso", creio que eu não seja tão habituado com filmes de ficção científica. Se alguém se capacitar a me explicar, ficarei grato.
Confesso que comprei esse filme simplesmente pelo fato de Chris Evans estar estampado na capa. Na época, eu ainda não havia assistido “Código de Honra” e nunca tinha visto Evans fora daquele personagem galã de comédias românticas e/ou adolescentes que ele é acostumado a fazer ou mesmo vestindo sua farda de herói em “Quarteto Fantástico”, “Capitão América” seguido de “Os Vingadores” e seus filmes adjacentes. "Celular - Um Grito de Socorro" é um filme que tem um lugar especial na minha coleção. Eu o considero excelente. Existem filmes que o pessoal do Filmow apelida como "Sessão da Tarde", mas esse é considerado como "Tela Quente", vira e mexe reprisado pela Globo. Eletrizante, da metade da película pra frente eu não conseguia mais ficar deitado no sofá. Ficava em pé, dava pause no filme, depois voltava... Falava com minha TV e com os atores desejando que eles me ouvissem e obedecessem minhas instruções. Adrenalina pura! De quebra ainda há uma mensagem por trás muito boa que (mesmo na ficção) nos mostra que ainda existem seres humanos capazes de literalmente salvar a vida do próximo, mesmo que este não tenha ligação nenhuma com o indivíduo ou a menor obrigação.
Assisti esse filme pela primeira vez há um mais ou menos um ano e ri muito com os aparelhos tecnológicos (especificamente os celulares) que eram usados na época que o filme foi rodado. Um Salve pro Nokia Tijolão! \o/
“All I wanna do is find a way back into love... (8)” Esse filme só entra na minha lista de favoritos por eu me identificar um tanto com ambos os protagonistas. Sou tecladista e a canção “Way Back To Love” é simplesmente fantástica. Vira e mexe e estou tocando e cantando essa música. Gosto tanto da versão final com a Haley Bennett como a “versão demo” apresentada no meio do longa com Drew Barrymore cantando. Li em várias entrevistas que Hugh Grant teve algumas aulas de canto para interpretar o personagem e que ficou tão empolgado que até quis mandar ao vivo na cena final [o que acabou não rolando, o ator não gostou do resultado e eles acabaram usando playback]. É curto e legal de se passar o tempo. É bem “sessão da tarde”. Dá pra assistir com namorado(a), com mãe e pai, com amigos, família... Em linhas gerais, um bom filme.
Nota – Procurando algumas referências do filme, encontrei uma versão em português da música tema do filme, gravada por Olivia Heringer da banda Yahoo, se tornando a adaptação “De Volta Para O Amor” e parece-me que até foi trilha de alguma novela brasileira. Como eu não assisto novelas, iria morrer sem saber dessa.
Confesso que alguns anos atrás, quando eu realmente gostava muito da série, eu comprei esse filme junto com o box da primeira temporada – esta que numa outra oportunidade ganhará de minha parte uma review, sabendo-se que definitivamente ela é a melhor season da série. Mas Glee - O Filme é um tanto chato. Eu gostaria mil vezes de ter apenas um show ao vivo deles do que esse “pseudodocumentário”. Sei que álbuns de vídeo na integra seriam completamente inviáveis de se transmitir no cinema, mas a forma (infeliz) que esse documentário de glee foi apresentado não me desceu. Se ao menos tivesse uma opção no DVD/Blu-ray “Pular todo o falatório sem graça dos gleeks e assistir só as músicas” eu daria cinco estrelas sem titubear. As canções ficaram excelentes ao vivo e foram muito bem produzidas (Destaque para a performance vocal de Lea Michele que sempre é a melhor, tanto nas performances da série como ao vivo) Seria melhor se a Fox produzisse um documentário de glee que realmente focasse no universo da série.
[A fanbase "gleek" faz parte do universo, mas ninguém quer saber de adolescentes que teve suas vidas mudadas pela série, que arranjou um namorado ou que ficou mais popular, francamente]
Existe tanta coisa interessante sobre os atores que não sabemos, por exemplo: Como eles gravam as cenas? E as canções? Cadê vídeos deles nos estúdios, nos ensaios de coreografia? Organizar uma turnê com vários atores famosos não é uma coisa simples, cada um deles com certeza deveriam ter expectativas e emoções singulares que seriam interessantíssimas de se ver. As pessoas vão ao cinema assistir documentários para conhecer melhor os artistas que gostam e isso infelizmente não acontece nessa película.
Don’t Stop Believin’ seria ÉPICA se tivessem cantando na versão das Regionals ou mesmo se fizessem igual a performance do X-Factor, onde cada um do cast tem uma estrofe de solo.
2. Não tive oportunidade de ver em 3D, mas já tive oportunidade de comprar por um bom preço, mas tendo assistido uma única vez e tendo a versão em DVD na minha coleção, achei que já era o bastante. Apesar de toda nostalgia que sinto da série nos seus “tempos de ouro”, de gostar muito de parte do cast e até acompanhar outros trabalhos de cada um deles fora da série, deixo apenas três estrelas. Se você quer mesmo conhecer bastidores e tudo mais, procure os extras nos boxes de cada temporada e algumas entrevistas no YouTube. É menos chato de se assistir.
Acho a Jane Lynch (Sue Sylvester) super engraçada com seu jeito “mandão”, “irônico” e “sarcástico” como é apresentada na série, mas as “introduções hilárias” delas me fez sentir uma imensa vergonha e até pena. Principalmente do jeito que foi apresentado nos extras do DVD, totalmente avulso. Se ao menos tivesse inserido no meio do filme, penso que teria um sentido maior (E quem sabe encontraríamos a “hilaridade” das falas da nossa querida Treinadora Sue)
Eu não tinha muitas pretensões com esse filme. Como hunter, decidi que iria assistir alguns trabalhos do pessoal que compõe o elenco de Supernatural e um dia qualquer passeando na Americanas de tijolo, vi o DVD e Jeffrey estampado na capa e resolvi levar. É um filme legal, são aproximadamente noventa minutos que parecem passar como cinco. O trio composto por Morgan (eterno John Winchester pra mim), Thurman (lindíssima por sinal a atriz, vou até procurar mais filmes dela) e Firth (lembro desse cara em alguns filmes que já passaram na TV aberta) caíram como uma luva pros seus respectivos personagens. Ótimas atuações, fotografia, e uma trilha sonora (num bom pedaço do filme, étnica) interessantíssima que criaram um ritmo até acelerado, se comparado com outras obras do gênero. Por um instante, quando o filme caminhava para o final, pensei que ele ia fugir dos padrões, que não ia acabar com o famoso “final feliz”, mas foi só avançar mais umas cenas pra eu me lembrar que estava assistindo uma comédia romântica, então obviamente teria aquele famoso final “lindo-maravilhoso-para-todo-o-sempre” Foi um bom passatempo e quinze reais não desperdiçados na cópia física do filme.
“Premonições” é o primeiro filme da Sandra Bullock que realmente tive curiosidade de assistir e por causa deste, toda vez que tenho oportunidade de ver algum trabalho que a envolva, seja nos cinemas, em DVD/Blu-ray ou mesmo na televisão, eu sempre dou um jeito de acompanhar. Que atriz! Sou suspeito pra falar de filmes desse gênero, porque são os meus preferidos. A angústia, o drama, o suspense, horror psicológico e espiritualidade são elementos que me atraem muito e esse filme combinam todos estes de uma maneira fantástica. Sei que no mercado existem películas que essa temática é expressada de uma maneira bem mais graciosa, mas penso que essa obra cinematográfica não deve ser desprezada. O pré-requisito para esse filme é que o espectador preste bastante atenção nos mínimos detalhes, principalmente no começo, caso contrário, a tendência é facilmente se perder com a ordem (des)cronológica. (E consequentemente por não entender, achar o filme monótono e sem graça). Destaque para a fotografia que trouxe cores mais frias (até nas cenas ensolaradas, puxando para um tom azul) somados a trilha sonora que criou uma atmosfera perfeita para história.
Ao ler os comentários, vi que muita gente se desapontou com o final, mas eu achei extremamente profundo e poético. Confesso que gosto muito de filmes “bobos”, descompromissados, mas dou preferência àqueles que nos levam a pensar, que nos levam a refletir. Ás vezes certas coisas acontecem nas nossas vidas porque tem que acontecer e “Premonições” retratou de forma genuína o que e como isso acontece fora da ficção.
No mais é isso. Um filme mediano. Não é uma obra prima, mas também não causa grandes arrependimentos.
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O Amigo Oculto
3.6 1,2K Assista AgoraOs destaques desse filme não se atribui ao roteiro em si, nem mesmo aos diálogos, até porque 50% das falas é simplesmente o Dr. Callaway (Robert de Niro) chamando pela filha dele, a pequena Emily (Dakota Fanning)
[Emily, Emily, Emily!]
Vamos começar pelo título do filme, que no original foi intitulado como ‘Hide and Seek’; me fez pensar – apesar de ter gostado do título em português, ‘O Amigo Oculto’ é meio que spoiler do filme, né?
Spoiler mesmo é descobrir que esse tal "amigo oculto" é nada menos do que um dos protagonistas do filme.
Estou acostumado a ver muita gente encher o saco por causa das traduções de títulos de filme e quando comprei esse filme (por incríveis nove reais bem gastos com a edição em DVD – que vinha de brinde um disco de 24 horas) percebi que esse título não seria perdoado. Lógico que no inglês fica mais convidativo (e pelo contexto realmente tem MUITO mais sentido) mas EU acredito que um filme chamado "Esconde-Esconde" não chamaria muita atenção, comercialmente falando. Ou será que não? (Assisti ao filme por causa dos atores da capa, como faço na maioria das vezes. Isso já é um puta marketing)
Penso que o trabalho da caracterização do filme com certeza ficou por conta de toda a produção. Nota dez pra Fotografia apresentando cenas com tons acinzentados, a trilha sonora (que me lembra muito outro filme do gênero, "Premonições", criando a mesma atmosfera fria, densa) e até mesmo os espaços de ruído branco que são típicos dessas obras. Eu realmente gostei desse filme. Dakota é lindíssima. Que talento! Nova daquele jeito e na época já desbancava e atualmente continua desbancando muitos "pseudo-atores". E De Niro... Ah, esse dispensa maiores comentários e elogios. Ator bom é outra história.
Curti muito o final, ao mesmo tempo que achei-o meio confuso. Depois de mais ou menos uma hora e meia assistindo, fiquei refletindo e tentando compreender e ver se a solução apresentada no final do longa realmente fazia algum sentido pelo contexto que foi apresentado.
(Ainda estou pensando)
E a cena final... realmente, foi uma sacada interessante.
X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
4.0 3,7K Assista AgoraDigitei com os pés porque minhas mãos estavam ocupadas aplaudindo essa obra prima do cinema. (Um dia eu volto aqui e escrevo uma review mais digna)
Amanhecer Violento
2.7 546 Assista AgoraNão cobro realismo extremo porque tenho a consciência que cinema é puramente ficção. Quem gosta de fatos reais, é mais fácil ligar num canal fechado de notícias do que procurar isso em obras cinematográficas. Mas tem certas coisas que extrapolam o bom senso. Como meu pai mesmo comentou comigo, o “plot” desse filme beira o cúmulo do ridículo. Existem filmes melhores do gênero que mantém um bom equilíbrio de fantasia x realidade. Sinceramente, peguei esse Blu-ray na locadora apenas pelo elenco que me chamou muito atenção e que pra MIM é de peso. Nomes como Hemsworth, Morgan, Hutcherson que normalmente tem atuações excelentes em outros trabalhos, em “Amanhecer Violento” permaneceram em sua zona de conforto, tendo atuações regulares. (Pra quem é acostumado a vê-los sob a ótica de ‘Thor’ ou ‘Peeta’ realmente se assusta um pouco).
Fiquei surpreso com a morte do Jed (Chris Hemsworth), foi um elemento surpresa louvável, convenhamos.
Sunshine: Alerta Solar
3.4 374 Assista AgoraAssisti esse filme. Talvez seja uma incompetência de minha parte, mas não entendi muita coisa não. Achei um tanto "confuso", creio que eu não seja tão habituado com filmes de ficção científica. Se alguém se capacitar a me explicar, ficarei grato.
Celular: Um Grito de Socorro
3.2 574 Assista AgoraConfesso que comprei esse filme simplesmente pelo fato de Chris Evans estar estampado na capa. Na época, eu ainda não havia assistido “Código de Honra” e nunca tinha visto Evans fora daquele personagem galã de comédias românticas e/ou adolescentes que ele é acostumado a fazer ou mesmo vestindo sua farda de herói em “Quarteto Fantástico”, “Capitão América” seguido de “Os Vingadores” e seus filmes adjacentes. "Celular - Um Grito de Socorro" é um filme que tem um lugar especial na minha coleção. Eu o considero excelente. Existem filmes que o pessoal do Filmow apelida como "Sessão da Tarde", mas esse é considerado como "Tela Quente", vira e mexe reprisado pela Globo. Eletrizante, da metade da película pra frente eu não conseguia mais ficar deitado no sofá. Ficava em pé, dava pause no filme, depois voltava... Falava com minha TV e com os atores desejando que eles me ouvissem e obedecessem minhas instruções. Adrenalina pura! De quebra ainda há uma mensagem por trás muito boa que (mesmo na ficção) nos mostra que ainda existem seres humanos capazes de literalmente salvar a vida do próximo, mesmo que este não tenha ligação nenhuma com o indivíduo ou a menor obrigação.
Assisti esse filme pela primeira vez há um mais ou menos um ano e ri muito com os aparelhos tecnológicos (especificamente os celulares) que eram usados na época que o filme foi rodado. Um Salve pro Nokia Tijolão! \o/
Letra e Música
3.5 1,1K Assista Agora“All I wanna do is find a way back into love... (8)” Esse filme só entra na minha lista de favoritos por eu me identificar um tanto com ambos os protagonistas. Sou tecladista e a canção “Way Back To Love” é simplesmente fantástica. Vira e mexe e estou tocando e cantando essa música. Gosto tanto da versão final com a Haley Bennett como a “versão demo” apresentada no meio do longa com Drew Barrymore cantando. Li em várias entrevistas que Hugh Grant teve algumas aulas de canto para interpretar o personagem e que ficou tão empolgado que até quis mandar ao vivo na cena final [o que acabou não rolando, o ator não gostou do resultado e eles acabaram usando playback]. É curto e legal de se passar o tempo. É bem “sessão da tarde”. Dá pra assistir com namorado(a), com mãe e pai, com amigos, família... Em linhas gerais, um bom filme.
Nota – Procurando algumas referências do filme, encontrei uma versão em português da música tema do filme, gravada por Olivia Heringer da banda Yahoo, se tornando a adaptação “De Volta Para O Amor” e parece-me que até foi trilha de alguma novela brasileira. Como eu não assisto novelas, iria morrer sem saber dessa.
Glee 3D: O Filme
3.5 428Confesso que alguns anos atrás, quando eu realmente gostava muito da série, eu comprei esse filme junto com o box da primeira temporada – esta que numa outra oportunidade ganhará de minha parte uma review, sabendo-se que definitivamente ela é a melhor season da série. Mas Glee - O Filme é um tanto chato. Eu gostaria mil vezes de ter apenas um show ao vivo deles do que esse “pseudodocumentário”. Sei que álbuns de vídeo na integra seriam completamente inviáveis de se transmitir no cinema, mas a forma (infeliz) que esse documentário de glee foi apresentado não me desceu. Se ao menos tivesse uma opção no DVD/Blu-ray “Pular todo o falatório sem graça dos gleeks e assistir só as músicas” eu daria cinco estrelas sem titubear. As canções ficaram excelentes ao vivo e foram muito bem produzidas (Destaque para a performance vocal de Lea Michele que sempre é a melhor, tanto nas performances da série como ao vivo) Seria melhor se a Fox produzisse um documentário de glee que realmente focasse no universo da série.
[A fanbase "gleek" faz parte do universo, mas ninguém quer saber de adolescentes que teve suas vidas mudadas pela série, que arranjou um namorado ou que ficou mais popular, francamente]
Observações:
1.
Don’t Stop Believin’ seria ÉPICA se tivessem cantando na versão das Regionals ou mesmo se fizessem igual a performance do X-Factor, onde cada um do cast tem uma estrofe de solo.
2. Não tive oportunidade de ver em 3D, mas já tive oportunidade de comprar por um bom preço, mas tendo assistido uma única vez e tendo a versão em DVD na minha coleção, achei que já era o bastante. Apesar de toda nostalgia que sinto da série nos seus “tempos de ouro”, de gostar muito de parte do cast e até acompanhar outros trabalhos de cada um deles fora da série, deixo apenas três estrelas. Se você quer mesmo conhecer bastidores e tudo mais, procure os extras nos boxes de cada temporada e algumas entrevistas no YouTube. É menos chato de se assistir.
3 e última observação.
Acho a Jane Lynch (Sue Sylvester) super engraçada com seu jeito “mandão”, “irônico” e “sarcástico” como é apresentada na série, mas as “introduções hilárias” delas me fez sentir uma imensa vergonha e até pena. Principalmente do jeito que foi apresentado nos extras do DVD, totalmente avulso. Se ao menos tivesse inserido no meio do filme, penso que teria um sentido maior (E quem sabe encontraríamos a “hilaridade” das falas da nossa querida Treinadora Sue)
Marido por Acaso
3.1 387Eu não tinha muitas pretensões com esse filme. Como hunter, decidi que iria assistir alguns trabalhos do pessoal que compõe o elenco de Supernatural e um dia qualquer passeando na Americanas de tijolo, vi o DVD e Jeffrey estampado na capa e resolvi levar. É um filme legal, são aproximadamente noventa minutos que parecem passar como cinco. O trio composto por Morgan (eterno John Winchester pra mim), Thurman (lindíssima por sinal a atriz, vou até procurar mais filmes dela) e Firth (lembro desse cara em alguns filmes que já passaram na TV aberta) caíram como uma luva pros seus respectivos personagens. Ótimas atuações, fotografia, e uma trilha sonora (num bom pedaço do filme, étnica) interessantíssima que criaram um ritmo até acelerado, se comparado com outras obras do gênero. Por um instante, quando o filme caminhava para o final, pensei que ele ia fugir dos padrões, que não ia acabar com o famoso “final feliz”, mas foi só avançar mais umas cenas pra eu me lembrar que estava assistindo uma comédia romântica, então obviamente teria aquele famoso final “lindo-maravilhoso-para-todo-o-sempre” Foi um bom passatempo e quinze reais não desperdiçados na cópia física do filme.
Premonições
3.1 619 Assista Agora“Premonições” é o primeiro filme da Sandra Bullock que realmente tive curiosidade de assistir e por causa deste, toda vez que tenho oportunidade de ver algum trabalho que a envolva, seja nos cinemas, em DVD/Blu-ray ou mesmo na televisão, eu sempre dou um jeito de acompanhar. Que atriz! Sou suspeito pra falar de filmes desse gênero, porque são os meus preferidos. A angústia, o drama, o suspense, horror psicológico e espiritualidade são elementos que me atraem muito e esse filme combinam todos estes de uma maneira fantástica. Sei que no mercado existem películas que essa temática é expressada de uma maneira bem mais graciosa, mas penso que essa obra cinematográfica não deve ser desprezada. O pré-requisito para esse filme é que o espectador preste bastante atenção nos mínimos detalhes, principalmente no começo, caso contrário, a tendência é facilmente se perder com a ordem (des)cronológica. (E consequentemente por não entender, achar o filme monótono e sem graça). Destaque para a fotografia que trouxe cores mais frias (até nas cenas ensolaradas, puxando para um tom azul) somados a trilha sonora que criou uma atmosfera perfeita para história.
Ao ler os comentários, vi que muita gente se desapontou com o final, mas eu achei extremamente profundo e poético. Confesso que gosto muito de filmes “bobos”, descompromissados, mas dou preferência àqueles que nos levam a pensar, que nos levam a refletir. Ás vezes certas coisas acontecem nas nossas vidas porque tem que acontecer e “Premonições” retratou de forma genuína o que e como isso acontece fora da ficção.
No mais é isso. Um filme mediano. Não é uma obra prima, mas também não causa grandes arrependimentos.